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Teste Confirma: Caminhão 100% biodiesel é mais econômico e menos poluente

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Um teste realizado com caminhões movidos 100% a biodiesel, conduzido pela montadora Scania, revelou resultados promissores. Segundo o laudo homologado, o B100 emite até 95% menos gases poluentes em comparação ao diesel fóssil, mantendo torque, desempenho e funcionamento equivalentes.

Desempenho e Economia

Durante seis meses de operação nas estradas brasileiras, o caminhão B100 mostrou desempenho comparável aos veículos convencionais movidos a diesel B13. Surpreendentemente, o caminhão biodiesel foi ainda mais econômico, com uma economia de combustível de 2,23% em relação à frota ciclo diesel. Além disso, registrou-se uma redução significativa nos custos de manutenção.

Resultados do Teste

Após percorrer 50 mil quilômetros, o laudo produzido pela revenda Scania em Curitiba, Paraná, demonstrou que o B100 não apenas polui menos e é mais econômico, mas também mantém um desempenho idêntico aos caminhões convencionais. A própria Scania endossa os resultados, ressaltando que o biodiesel não afeta o funcionamento, torque ou desempenho do veículo.

Conversão Inovadora

O caminhão B100 do Grupo Potencial é o primeiro do Brasil convertido de ciclo diesel B-13 para B-100. A conversão, realizada pela concessionária em parceria com a Scania, representou um investimento de aproximadamente R$20 mil. O processo incluiu modificações nos filtros de combustível e atualização de software, sem comprometer a funcionalidade do veículo.

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Investimento Sustentável

O Grupo Potencial investiu mais de R$26,4 milhões no projeto, que contempla a aquisição de 24 novos modelos, todos adaptáveis para a utilização do biocombustível. Essa iniciativa reforça o compromisso da empresa com a sustentabilidade e a busca por alternativas mais limpas e eficientes no transporte rodoviário.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Mercado de café na Ásia enfrenta escassez de oferta e preocupa traders com riscos climáticos do El Niño

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O mercado de café no Sudeste Asiático segue operando com oferta restrita e baixa liquidez nas últimas semanas, em um cenário marcado pela retenção de vendas no Vietnã, atrasos na colheita da Indonésia e crescente preocupação com os impactos climáticos associados ao possível retorno do fenôeno El Niño. A avaliação é da Hedgepoint Global Markets, que monitora o comportamento do mercado global da commodity.

Segundo a análise, o Vietnã — maior produtor mundial de café robusta — registrou forte desempenho nas exportações até abril da safra 2025/26, embarcando 18,6 milhões de sacas, volume 23,9% superior ao observado no mesmo período do ciclo anterior.

Vietnã reduz disponibilidade de café após vendas aceleradas

De acordo com a Hedgepoint Global Markets, os produtores vietnamitas aproveitaram os preços elevados, a maior oferta da safra e a menor presença do Brasil nas exportações nos últimos meses para intensificar as vendas no início da temporada.

Com grande parte da produção já comercializada e o país entrando no período de entressafra, os produtores passaram a reduzir o ritmo de novos negócios, diminuindo a disponibilidade de café no mercado internacional.

Esse movimento levou compradores a buscar alternativas na Indonésia. No entanto, o país também enfrenta dificuldades de oferta.

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Chuvas atrasam colheita de café na Indonésia

As chuvas intensas registradas nas últimas semanas provocaram atrasos no início da colheita da safra 2026/27 da Indonésia, reduzindo a disponibilidade imediata do produto e limitando os volumes exportados.

“A safra 26/27 da Indonésia tinha previsão de começar em abril, com volumes maiores chegando ao mercado a partir de maio. No entanto, chuvas intensas ao longo do mês passado atrasaram o início da colheita, limitando a disponibilidade de café”, afirma Laleska Moda, analista de Inteligência de Mercado da Hedgepoint Global Markets.

Oferta restrita sustenta preços do café robusta

O cenário de menor disponibilidade na Ásia também tem sustentado os preços internacionais do café robusta, principalmente porque a entrada da safra brasileira 2026/27 ainda ocorre de forma lenta, apesar da expectativa de produção recorde.

Outro fator que contribui para o suporte das cotações é o fortalecimento do real frente ao dólar, condição que reduz o interesse de produtores brasileiros em acelerar vendas no curto prazo.

El Niño amplia preocupações para próximas safras

Além das restrições imediatas de oferta, o clima segue no radar do mercado cafeeiro global. No Vietnã, abril registrou chuvas abaixo da média após um março mais úmido, aumentando as preocupações sobre a floração e o desenvolvimento das lavouras.

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As atenções do mercado se concentram na possibilidade de formação de um novo episódio de El Niño ao longo do segundo trimestre, fenômeno que pode afetar a disponibilidade hídrica nas regiões produtoras.

“Até o momento, nenhum impacto negativo foi relatado, e chuvas adicionais são esperadas nos próximos dias, o que deve proporcionar algum alívio aos agricultores”, destaca Laleska Moda.

Segundo a analista, os maiores riscos climáticos ainda estão concentrados nas próximas temporadas.

“Os principais riscos são vistos atualmente para a safra 27/28, já que o El Niño poderia restringir a disponibilidade de água para irrigação e atrasar a floração do café”, afirma.

Mercado segue atento à oferta global de café

Com estoques reduzidos no Vietnã, atraso da colheita na Indonésia e incertezas climáticas para os próximos ciclos, o mercado internacional de café segue monitorando de perto a evolução da oferta asiática.

A combinação entre menor disponibilidade imediata e riscos climáticos futuros mantém o setor em alerta e reforça a volatilidade nas cotações globais do café robusta.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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