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Emplavi lança Residencial Esmeralda em evento especial

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Emplavi lança Residencial Esmeralda em evento especial
Tiago Fernandes

Emplavi lança Residencial Esmeralda em evento especial

Se em maio a Emplavi celebrou 42 anos de existência, em junho, o motivo de celebração é o lançamento do mais novo empreendimento de alto padrão da capital federal: trata-se do Residencial Esmeralda , que foi oficialmente lançado em evento especial nesse fim de semana. Com 4 Suítes Premium, o residencial já figura como um dos protagonistas da Quadra 500 do Setor Sudoeste. A Emplavi espera movimentar R$1,53 bilhão em imóveis de luxo em Brasília apenas no ano de 2024.

No evento de lançamento os interessados em serem os primeiros a garantir uma chave no Esmeralda puderam desfrutar de um buffet completo, drinks personalizados e música ao vivo. Mas nem mesmo todas essas atrações conseguiram tirar o brilho da estrela da ocasião, que já leva o brilho no nome. Os clientes puderam visitar os apartamentos decorados e showroom de revestimentos, além de realizar um tour pelas obras em andamento.

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O Residencial Esmeralda 4 Suítes Premium na Quadra 500 do Sudoeste vem para complementar a bem-sucedida coleção de empreendimentos da Emplavi nessa área, que inclui os residenciais Turmalina, Safira e Topázio. O empreendimento oferece uma fusão rara de beleza, nobreza, sofisticação e funcionalidade. Sua localização única proporciona uma vista livre, permanente e deslumbrante do Parque das Sucupiras e do horizonte da capital, criando uma experiência diária de exclusividade, conforto, segurança, lazer e bem-estar para você e sua família.

Com um design imponente e espaços amplos, o Residencial Esmeralda redefine o conceito de moradia de luxo em Brasília. Desde o subsolo, com uma quantidade generosa de vagas de garagem, até a cobertura coletiva com piscinas, sauna, espaço gourmet e churrasqueira, o empreendimento oferece uma experiência de exclusividade e qualidade de vida incomparável.

Segundo o Alexandre Oliveira, gerente de marketing da Emplavi, o principal diferencial do Esmeralda são os detalhes. “Esse é um empreendimento raro em cada detalhe. Por conta do padrão construito de altíssima qualidade que adotamos e por conta das plantas dos apartamentos que visam trazer uma integração entre os ambientes”, afirmou.

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Alexandre ressalta ainda a excelente localização do residencial. “Nós temos poucos espaços ainda disponíveis na capital para desenvolvimento de novos empreendimentos, sobretudo no Plano Piloto. Sendo assim, a Quadra 500 se tornou uma das localizações mais almejadas por quem deseja morar em Brasília com segurança, com qualidade, com acessibilidade e dentro de um empreendimento que é completo”, acrescenta.

Os apartamentos de 04 suítes variam de 210,64m² a 317,35m², com 4 vagas de garagem, enquanto as coberturas privativas chegam a 628,72m², com 5 vagas de garagem. O Residencial Esmeralda permite ainda personalizar o seu espaço de acordo com o seu estilo de vida único e diferenciado.

Para saber mais acesse: emplavi.com.br ou pela linha direta WhatsApp 61-33459400.

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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