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Almoço japonês celebra aniversário de Daniela Kninggendorf

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Almoço japonês celebra aniversário de Daniela Kninggendorf
Emanuelly Fernandes

Almoço japonês celebra aniversário de Daniela Kninggendorf

Nessa sexta-feira (7), a querida Daniela Kninggendorf celebrou seu aniversário com um encantador almoço japonês em sua residência. Em um dia ensolarado com céu azul, a anfitriã do dia recebeu 60 mulheres para uma confraternização na área externa de sua casa, proporcionando um ambiente acolhedor e cheio de alegria.

A decoração das mesas, cuidadosamente ornamentadas com flores da estação, criou um cenário agradável e intimista, perfeito para a ocasião.

O chef José Wilker foi o responsável pela deliciosa seleção de sushis, enquanto as bebidas foram servidas por Simone Rufino Mixzz Bar. As sobremesas não ficaram por menos, com bolos da Bolo Amora Doces e Hellen Paula, além dos doces da Doces Cirõnia.

Para animar o evento, Fábio Cavanha e sua banda garantiram a trilha sonora perfeita, tornando a celebração ainda mais especial. Entre sorrisos e muita confraternização, Daniela Kninggendorf celebrou a vida rodeada de amigas queridas, em um dia que ficará marcado na memória de todas as presentes.

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Confira os cliques da celebração pelas lenste de Rayra Paiva:

Daniela Kniggendorf

Daniela Kniggendorf e Ana Valadão

Paula Santana e Juliana Sabino

Cláudia Salomão

Bia Araújo, Luciana Cunha Campos e Paula Santana

Georgia De Luca e Juliana Sabino

Ana Caçador e Helen Szervinsk

Ana Paula Gontijo

Anna Paola Frade Pimenta da Veiga

Bia Araújo, Ana Paula Gontijo, Sônia Lim, Juliana Porto, Marcela Villas Boas e Isabela Lira

Caroline Collor, Maíra Perim e Luana Baldy

Cláudia Pohl, Verônica Goulart, Marta Martins, Ana Paula Prado

Cláudia Pohl, Valéria Monsanto e Ana Paula Prado

Daniela e a filha Natália Kniggendorf

Daniela Kniggendorf e as filhas Júlia e Natália

Daniela Kniggendorf e Carol Ogata

Elaine Catta Preta, Maite Barbosa e Georgia De Luca

Georgia De Luca

Renata Foresti

Mércia Crema, Sônia Lim e Isabela Lira

Marcela Villas Boas

Luciana Fonseca, Marcele Peres e Massilia Leal

Letícia Cunha

Isabela Lira

Helô Drummond e Daniela Kniggendorf

Roseane Jordão, Suzy Pena e Helô Drummond

Ana Caçador e Helen Szervinsk

Andrea Cabrera

Bia Castelo Branco e Daniela Kniggendorf

Caroline Collor

Cláudia Melo

Cláudia Pohl, Gláucia Benevides e Denise Zuba

Gláucia Benevides

Flávia Toledo, Daniela Kniggendorf e Isabela Lira

Fabiane Cohen e Andrea Cabrera

Denise Zuba, Daniela Kniggendorf e Gláucia Benevides

Daniela Kniggendorf e Margot Albuquerque

Daniela Kniggendorf

Júlia Kniggendorf, Danielle Moureira e Natália Kniggendorf

Karina Curi

Maite Barbosa, Sylvia Lacerda e Mimi Portella

Massilia Leal e Vânia Carvalho

Talita Gonçalves e Flávia Toledo

Tatiana Lacerda

Tatiana Lacerda, Karla Amaral e Anna Paola Frade Pimenta da Veiga

Valéria Monsanto e Paulo Rodopoulos

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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