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COFCO International avança na produção sustentável de soja com primeira entrega livre de desmatamento e conversão

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A COFCO International completou com sucesso o primeiro envio de 50.000 toneladas de soja livre de desmatamento e conversão (DCF), como parte de um acordo com o Grupo Mengniu. Essa importante iniciativa, resultado de um acordo pioneiro, representa um marco significativo no mercado chinês, sendo o primeiro acordo a incluir uma cláusula DCF, estabelecendo um novo padrão para a produção e o comércio sustentável de commodities agrícolas.

Compromisso com a Sustentabilidade

A demanda crescente por carne e produtos derivados de animais impulsiona a produção de soja, o que, por sua vez, está associado ao desmatamento e à conversão de ecossistemas naturais. Reconhecendo os desafios ambientais, a COFCO International está comprometida em melhorar a rastreabilidade e a sustentabilidade em toda a cadeia de suprimentos de soja.

Parcerias Estratégicas e Colaboração

A COFCO International está colaborando com diversas iniciativas, como o Taskforce on Green Value Chains for China, o Soft Commodities Forum e o Roadmap do Setor Agrícola para 1,5°C, para promover práticas agrícolas sustentáveis. Essas parcerias são fundamentais para alcançar os objetivos de uma cadeia de suprimentos de soja livre de desmatamento até 2025 e reduzir as emissões de mudanças no uso da terra.

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Compromisso com o Futuro

Wei Dong, CEO da COFCO International, destaca a importância de fortalecer os sistemas alimentares, promovendo práticas agrícolas sustentáveis para proteger o clima e o meio ambiente. Ele reconhece o papel crucial das parcerias e dos acordos comerciais sustentáveis para impulsionar a transição para uma produção e um comércio de soja mais responsáveis.

Preparação para Regulamentações Futuras

Em preparação para o Regulamento de Desmatamento da União Europeia (EUDR), a COFCO International está adotando medidas para garantir o fornecimento de soja livre de desmatamento e conversão. A empresa está se preparando para adquirir, processar e enviar soja segregada, em conformidade com os próximos requisitos do EUDR, demonstrando seu compromisso com a sustentabilidade e a responsabilidade ambiental.

Avançando Rumo a uma Cadeia de Suprimentos Mais Sustentável

A COFCO International está na vanguarda do comércio de commodities agrícolas sustentáveis, estimulando a demanda por produtos mais responsáveis no mercado global. Com sua primeira entrega de soja DCF e sua participação em eventos-chave sobre regulamentações futuras, a empresa demonstra seu compromisso em promover práticas comerciais responsáveis e impulsionar a sustentabilidade em toda a cadeia de valor da soja.

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Para entender mais sobre os compromissos de origem responsável da COFCO International, acesse seu último relatório de sustentabilidade pelo link: www.cofcointernational.com/sustainability/.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Consumo de vinho bate recorde no Brasil e cresce 41,9% em 2025; especialistas destacam benefícios à saúde

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O consumo de vinho no Brasil atingiu um marco histórico em 2025, consolidando o país como um dos principais destaques positivos do setor vitivinícola mundial. Enquanto diversos mercados internacionais registraram retração no consumo da bebida, os brasileiros ampliaram significativamente a demanda, impulsionando toda a cadeia produtiva nacional.

Dados da Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV) mostram que o país consumiu 4,4 milhões de hectolitros de vinho ao longo do ano, volume recorde que representa crescimento de 41,9% em relação ao período anterior.

O avanço reforça a expansão da cultura do vinho entre os consumidores brasileiros e abre novas oportunidades para produtores, vinícolas, distribuidores e demais segmentos ligados ao agronegócio da uva e do vinho.

Vitivinicultura brasileira mantém trajetória de expansão

O crescimento do consumo foi acompanhado pela evolução da produção nacional. Pelo quinto ano consecutivo, o Brasil ampliou sua área cultivada com vinhedos, alcançando 91 mil hectares em 2025.

O aumento de 9,6% em comparação ao ano anterior demonstra a confiança do setor na expansão do mercado interno e na valorização dos produtos nacionais.

A vitivinicultura tem se consolidado como uma importante atividade agroindustrial, especialmente nas regiões Sul e Sudeste, contribuindo para a geração de renda, empregos e desenvolvimento regional.

Além da produção de vinhos, o segmento movimenta cadeias relacionadas ao turismo rural, gastronomia, logística e exportações, fortalecendo a presença do agronegócio brasileiro em mercados de maior valor agregado.

Interesse pela bebida cresce entre consumidores

O aumento do consumo reflete mudanças nos hábitos dos brasileiros, que passaram a incorporar o vinho com maior frequência em ocasiões sociais, refeições e experiências gastronômicas.

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Especialistas apontam que a popularização da bebida também está associada ao maior acesso à informação sobre variedades, harmonizações e processos de produção, além da ampliação da oferta de rótulos nacionais e importados.

O cenário tem impulsionado investimentos em vinícolas, modernização de propriedades rurais e expansão de áreas destinadas ao cultivo de uvas viníferas.

Estudos associam consumo moderado à saúde cardiovascular

O crescimento da demanda ocorre paralelamente ao interesse da população por pesquisas científicas que investigam os efeitos do consumo moderado de vinho sobre a saúde.

Segundo a nutróloga e professora da Afya Educação Médica Montes Claros, Dra. Juliana Couto Guimarães, o vinho contém compostos bioativos, especialmente polifenóis, que apresentam ação antioxidante e ajudam a combater os radicais livres, moléculas associadas ao envelhecimento celular e ao desenvolvimento de doenças crônicas.

Entre os compostos mais estudados está o resveratrol, encontrado principalmente na casca das uvas tintas, substância que vem sendo relacionada à proteção cardiovascular e à redução de processos inflamatórios.

Pesquisa aponta redução de risco cardiovascular

Estudos apresentados durante o American College of Cardiology (ACC) indicaram que o consumo moderado de vinho esteve associado a uma redução de 21% no risco de morte por doenças cardiovasculares quando comparado a indivíduos que não consumiam álcool ou o faziam apenas ocasionalmente.

De acordo com a especialista, esses resultados costumam ser observados em populações que seguem padrões alimentares semelhantes aos da dieta mediterrânea, reconhecida internacionalmente pelos benefícios à saúde.

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Nesse modelo alimentar, o vinho é consumido em pequenas quantidades e integrado a uma rotina baseada em frutas, verduras, legumes, azeite de oliva, peixes e prática regular de atividades físicas.

Os compostos presentes na bebida podem contribuir para a proteção dos vasos sanguíneos, auxiliar na redução da oxidação do colesterol LDL e favorecer a saúde cardiovascular quando inseridos em um contexto de hábitos saudáveis.

Consumo deve ser feito com moderação

Apesar dos potenciais benefícios observados em estudos científicos, especialistas reforçam que o vinho não deve ser encarado como tratamento médico ou estratégia isolada de prevenção de doenças.

A recomendação para adultos saudáveis que optam pelo consumo da bebida é que ela seja ingerida com moderação e, preferencialmente, durante as refeições.

Além disso, o consumo de bebidas alcoólicas não é indicado para gestantes, lactantes, crianças, adolescentes, pessoas com doenças hepáticas, histórico de dependência alcoólica ou que utilizem medicamentos com potencial de interação com o álcool.

Setor vê oportunidades para os próximos anos

Com recorde de consumo, expansão dos vinhedos e fortalecimento da produção nacional, a cadeia vitivinícola brasileira entra em uma nova fase de crescimento.

A combinação entre aumento da demanda, valorização dos produtos nacionais e investimentos em tecnologia e qualidade cria perspectivas favoráveis para produtores rurais, cooperativas e vinícolas, consolidando o vinho como uma das cadeias agroindustriais de maior potencial de agregação de valor dentro do agronegócio brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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