Cuiabá

Sindicalista pede aprovação da alteração na lei da gestão democrática nas escolas

Publicado em

06/06/2024
Sindicalista pede aprovação da alteração na lei da gestão democrática nas escolas

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Público (Sintep) subsede de Cuiabá, João Custódio, usou a tribuna da Câmara de Cuiabá na sessão de terça-feira (04.06) para pedir agilidade na votação do projeto da gestão democrática nas unidades da rede municipal. Ele foi convidado pelo vereador Mário Nadaf (PV).

“Peço a cada um de vocês a sensibilidade na aprovação da lei da gestão democrática. Em janeiro começa o novo governo e é interessante que a coisa já esteja funcionando. O projeto foi elaborado pelos trabalhadores da educação e pela Secretaria Municipal de Educação, não houve confronto e foi bem discutido. Fizemos todas as adequações solicitadas pelo Ministério Público”.

João Custódio disse que a gestão democrática, ou seja, a escolha dos diretores e coordenadores das unidades escolares pela comunidade escolar (pais e professores) iniciou nos anos 90 e a legislação foi passando por alterações ao longo dos anos.

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Ele explicou que em 2014 foi feito um novo documento e houve eleição até 2017. Contudo, houve um impedimento pelo Ministério Público de Mato Grosso e foi suspensa as eleições para diretores e coordenadores em 2019.

“É um equívoco, pois a escolha de diretores é uma prerrogativa dos governadores e prefeitos e também a escolha pelas eleições. Pedimos a aprovação do projeto de lei da gestão democrática para que os gestores sejam novamente escolhidos pelos pares, que conheçam a realidade da comunidade escolar e dos problemas existentes”.

O vereador Mário Nadaf, que também é professor, destacou que a educação é um excelente modelo de ensinar que a democracia é o melhor regime ao nosso país.

SECOM – Câmara Municipal de Cuiabá

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Parlamentar defende desenvolvimento da capital com inclusão e dignidade

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Ana Conrado | Assessoria da vereadora Baixinha Giraldelli 

A vereadora Baixinha Giraldelli (Solidariedade) voltou a se manifestar sobre  as diretrizes estabelecidas no Plano Diretor de Cuiabá durante a sessão de terça-feira (14), reforçando a necessidade de que o crescimento da cidade esteja alinhado à garantia de dignidade e inclusão social para a população.
Diferente de manifestações anteriores, a parlamentar direcionou sua fala ao impacto real do planejamento urbano na vida de quem já vive em regiões consolidadas, mas ainda invisíveis do ponto de vista legal. “Não é só sobre crescer, é sobre garantir que as pessoas tenham direito à cidade”, destacou.
Durante o discurso, Baixinha criticou a ideia de que bairros como Pedra 90, Coxipó e Parque Cuiabá devam esperar por uma valorização a longo prazo. Segundo ela, essa lógica ignora a urgência de milhares de famílias que convivem há décadas com a falta de regularização fundiária e infraestrutura básica.
A vereadora enfatizou que a ausência de regularização vai além da questão documental e impacta diretamente na qualidade de vida da população. “São bairros que existem de fato, mas não de direito. Isso gera insegurança, exclusão e abandono”, afirmou.
Baixinha também pontuou que a falta de regularização dificulta ou impede a chegada de serviços essenciais, comprometendo o desenvolvimento dessas regiões. Entre os principais problemas enfrentados, ela citou:
Falta de saneamento básico;
Ausência de pavimentação;
Problemas de drenagem;
Iluminação pública insuficiente.
Outro ponto abordado foi a ocupação de áreas inadequadas, como margens de rios e regiões de risco, o que agrava questões ambientais e aumenta a vulnerabilidade dessas famílias.
A vereadora defendeu que é preciso transformar o debate em ações concretas. “Todo mundo já sabe o que precisa ser feito. O que falta é vontade política, planejamento e prioridade real para que isso saia do papel”, declarou.
Ao encerrar, Baixinha reforçou que não é contra o crescimento urbano, mas defende que ele aconteça de forma responsável. “O Plano Diretor tem que permitir o crescimento, sim, mas não podemos esquecer do que já existe. Não podemos deixar essas comunidades para trás”, concluiu.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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