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Fogo de Chão abre nova unidade no Lago Paranoá, em Brasília

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Fogo de Chão abre nova unidade no Lago Paranoá, em Brasília
Redação GPS

Fogo de Chão abre nova unidade no Lago Paranoá, em Brasília

O Fogo de Chão Brasília está repleto de novidades e em novo endereço. Localizado no Complexo Empresarial Beira Lago, área do Clube Esportivo Sul, um dos principais destinos de entretenimento, comércio e compras de Brasília e próximo à Esplanada, o restaurante agora oferece inclusive um convidativo deck com uma belíssima vista para o Lago Paranoá.

“Estamos muito entusiasmados em continuar o nosso compromisso de proporcionar experiências gastronômicas memoráveis durante a semana e finais de semana e ansiosos para receber os clientes e parceiros em Beira Lago para lhes proporcionar descobertas culinárias exclusivas” , afirma Paulo Antunes, Country Manager Brasil.

Projetado em parceria com a agência de arquitetura e design Farné, o restaurante mostrará a recente transformação da marca Fogo com plataformas de design e inovação aprimoradas em um ambiente acolhedor, atemporal e acessível . As inovações incluem uma Mesa de Saladas projetada em mármore branco de Carrara, onde o cliente encontra uma vasta oferta de receitas com ingredientes frescos, queijos importados, antepastos, entre outros destaques.

O Fogo de Chão Beira Lago também contará com uma churrasqueira estilo península, batizada como Penísula Grill. Situada no centro do restaurante, apresenta, de forma proeminente, uma visão de 360°, proporcionando aos clientes um lugar na primeira fila para conferir de perto a preparação das carnes assadas pelos gaúchos.

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Na nova unidade, o Bar Fogo e os salões terão espaços de convívio envolventes para melhorar ainda mais a experiência dos clientes, proporcionando áreas convidativas para degustação dos petiscos durante o Happy Hour , drinks autorais, vinhos e cachaças premiadas e, claro, do rodízio completo.

As áreas para eventos, que recebem grupos sociais ou corporativos por meio de pacotes customizados, também foram revitalizadas. Com estrutura completa, as salas, totalmente privativas, são climatizadas e possuem isolamento acústico e equipamentos multimídia de última geração.

Outro destaque da unidade é o Dry Aged Cabinet que exibirá os deliciosos cortes indulgentes maturados a seco como o Tomahawk. Estas opções do menu, servidas à la carte são verdadeiras iguarias pois ganham um adicional de sabor e suculência, além de textura amanteigada, um verdadeiro convite aos clientes da Fogo de Chão. Além disso, a unidade trará ainda os cortes mais desejados pelos amantes da carne: NY Strip e Fraldinha da raça Wagyu.

Para saber mais sobre como vivenciar a experiência Fogo de Chão, visite www.fogodechao.com.br ou acesse @fogodechaobr.

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Confira como foi o jantar de abertura pelas lentes de Fernando Pires:

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Sobre o Fogo de Chão

O Fogo de Chão é um restaurante de renome internacional que permite que seus clientes descubram uma novidade a cada instante. Fundada no sul do Brasil em 1979, transformou a tradicional arte secular de preparo do churrasco em um descobrimento de experiência gastronômica cultural. As unidades oferecem cardápios diferenciados para todas as horas do dia, incluindo almoço, jantar e eventos para grupos sociais ou corporativos, além do serviço completo de catering e opções para levar e entregar. Atualmente a rede de restaurantes possui mais de 70 lojas em todo o mundo, incluindo países como o Brasil, Estados Unidos, México e Oriente Médio.

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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