Várzea Grande

Cuidado com o Meio Ambiente, dever do Estado? Engano seu!

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*Por Jean Lucas Teixeira de Carvalho

Dois fenômenos ambientais recentes clamam por nossa atenção neste momento que se comemora o dia Mundial do Meio Ambiente, onde eu diria mais de reflexão do que de comemoração.

O primeiro diz a respeito à tragédia ocorrida (e que ainda ocorre) no Estado do Rio Grande do Sul que vitimou incontáveis vidas (entre humanos e não humanos).

O outro fenômeno, digno de reflexão é o longo período de estiagem que se avizinha na maior planície alagada do mundo, que é o Pantanal Mato-grossense. Este assunto é tão delicado que levou a ANA (Agência Nacional de Água) a decretar situação crítica de escassez quantitativa dos recursos hídricos na região Hidrográfica do Paraguai (Resolução ANA n. 195, de 13 de maio de 2.024).

Essa agência, após seus estudos, entendeu que a nossa região, sofrerá severa estiagem desde o mês de maio ao mês de novembro próximo. Além disso a citada resolução, entre outras coisas, visa dar ao gestor público a previsibilidade do que pode vir, se nada mudar até novembro. Existe, inclusive, a possibilidade de ampliação do regime de escassez. Portanto, economizar água na nossa região é necessário, pois os maiores impactados será a atividade humana e animal. É bom que se destaque que a água que hoje castiga o Rio Grande do Sul, fará falta aqui.

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Mas o que pode ser feito para que no futuro isso não volte a ocorrer? Há quem possa afirmar que esses fenômenos climáticos não sofrem interferência humana, porém, outros dizem que sim. De fatores exógenos (como a atividade solar), a justificar a primeira teoria ao produto do rúmen bovino (flatulência) a justificar a segunda, como fator preponderante ao aquecimento global e suas consequências ao globo terrestre. Passando ao largo das discussões teóricas à míngua de estudos científicos a concluir o meu raciocínio (não é este o objetivo deste artigo), é certo que devemos nos ater à participação da sociedade no resultado das catástrofes ambientais.

Ainda que a precipitação exagerada do Rio Grande do Sul pudesse ser um ciclo natural da terra (para aqueles que defendem a primeira teoria), os resultados (as consequências) do fenômeno climático para a sociedade local poderia ser evitada, como por exemplo, se a conduta humana fosse diferente. Como o cuidado de seus quintais, o direcionamento correto de seus resíduos, as edificações em áreas proibidas, e assim por diante. Vejamos os episódios que ocorrem todos os anos no Estado do Rio de Janeiro. Ali, rotineiramente, perde-se vidas, histórias que se repete de forma irracional.

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No município de Várzea Grande, diariamente se recolhe algo em torno de 200 toneladas de lixo urbano, que traduz em um investimento municipal de 1,5 milhão mês. Não raro o dobro deste volume se vê depositado de forma clandestina em espaços públicos. Além dessa conduta equivocada, percebemos diariamente, a degradação de áreas verdes e de preservação permanentes do município.

Assim, urge a necessidade de mudança social. Equivoca-se quem pensa que somente aos Estados, a União e aos Municípios cabem o dever de zelar pelo meio ambiente. Não, não é isso que reza a Constituição Federal, em seu artigo 225. Aos entes federados, cabe, sob a ótica da teoria do mínimo existencial, prover minimamente as condições para que se obtenha um ambiente ecologicamente equilibrado. Todavia, cabe a nós, a população, como destinatário final do esforço público, fazer a sua parte, sob pena de sofrerem, a exemplo do que hoje ocorre no Rio Grande do Sul, as consequências de suas ações ou omissões.

*Jean Lucas Teixeira de Carvalho, secretário Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável de Várzea Grande

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Várzea Grande

Prefeitura avança nas obras preparatórias para construção da nova Maternidade de Várzea Grande

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A Prefeitura de Várzea Grande segue avançando nos procedimentos necessários para viabilizar a construção do novo Hospital e Maternidade do município. Entre as medidas previstas está a realização das adequações no terreno onde a unidade será construída. A terraplanagem da área já está em andamento, etapa considerada fundamental para o cumprimento das exigências técnicas estabelecidas no convênio firmado entre a Caixa Econômica Federal e o Ministério da Saúde.

Na semana passada, foi aprovado pela Câmara Municipal o Projeto de Lei nº 125/2026, que autoriza a inclusão de R$ 5,8 milhões no orçamento municipal destinados à área da saúde.

De acordo com o superintendente de Obras da Saúde, Michael Alves, os recursos necessários para a execução dessas intervenções já estão garantidos pela prefeita Flávia Moretti e integram a contrapartida municipal exigida para a implantação do projeto.

“Trata-se de uma contrapartida do Município para a execução da obra da maternidade. O convênio firmado entre a Caixa e o Ministério da Saúde prevê, como pré-requisito, que a Prefeitura disponibilize o terreno e realize as adequações necessárias para garantir as condições adequadas à continuidade da obra da unidade”, explicou.

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A secretária municipal de Saúde, Valéria Nogueira, destacou que a gestão está empenhada em cumprir todas as etapas exigidas para assegurar o andamento do projeto e a concretização de um investimento considerado estratégico para a saúde pública de Várzea Grande.

“A construção da nova maternidade é uma das prioridades da gestão. Estamos trabalhando de forma integrada para atender a todas as exigências técnicas e legais, garantindo que o projeto avance com segurança e responsabilidade. Essa unidade representará um importante reforço na assistência materno-infantil, ampliando a capacidade de atendimento e oferecendo mais qualidade e dignidade às mães várzea-grandenses”, afirmou a secretária.

A futura maternidade é considerada uma obra estruturante para a rede municipal de saúde e deverá fortalecer o atendimento especializado às gestantes, puérperas e recém-nascidos, contribuindo para a ampliação e qualificação dos serviços ofertados à população.

Com a execução das adequações previstas e a garantia da contrapartida municipal, a Prefeitura avança no cumprimento das exigências do convênio, consolidando mais uma etapa para a concretização de um dos mais importantes investimentos da área da saúde em Várzea Grande.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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