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FMC recebe autorização para dois novos herbicidas no Brasil, impulsionando inovação agrícola

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A FMC, renomada empresa global dedicada às ciências agrícolas, conquistou recentemente o registro no Brasil para os herbicidas Azugro® e Ezanya®. Esses produtos, destinados às culturas de algodão, tabaco e trigo, apresentam em sua composição o ativo Isoflex®, marca comercial do bixlozone. Reconhecido pelo Comitê de Ação a Resistência aos Herbicidas (HRAC) como pertencente ao Grupo 13, o Isoflex® representa uma novidade valiosa quando aplicado em cereais.

Foco na Inovação Agrícola

“A FMC está empenhada em proporcionar aos agricultores soluções inovadoras, elevando a produtividade, sustentabilidade e eficiência das lavouras”, destaca Fábio Lemos, gerente de portfólio e culturas da FMC. “Acreditamos firmemente que os herbicidas Azugro® e Ezanya® representam ferramentas cruciais para o controle eficaz de plantas daninhas resistentes a outros produtos.”

Controle Eficiente de Plantas Daninhas

Os herbicidas Azugro® e Ezanya® demonstram eficácia no combate às principais plantas daninhas anuais, incluindo capim-pé-de-galinha (Eleusine indica), azevém (Lolium multiflorum) e algumas espécies de folhas largas. O Azugro® estará disponível para uso no algodão durante a safra de 2024 e no trigo a partir de 2025, enquanto o Ezanya® estará disponível para cultivo de tabaco já na safra de 2024. Além disso, pesquisas visando expandir a aplicação de produtos com o ativo Isoflex® em outras culturas e segmentos estão em andamento no Brasil.

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Impacto Global e Regulamentação

Esses registros no Brasil representam uma etapa regulatória significativa para a FMC, que já possui o registro do Isoflex® em países como Argentina, Austrália e China. Os produtos que contêm o Isoflex® têm demonstrado seletividade na pré-emergência em diversas culturas ao redor do mundo, incluindo canola, cereais, colza e leguminosas, reforçando sua importância e eficácia no manejo agrícola moderno.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de açúcar recuam quase 25% em receita no primeiro semestre de 2026 com queda nos preços internacionais

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As exportações brasileiras de açúcar registraram queda significativa no primeiro semestre de 2026, tanto em volume quanto em receita. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), mostram que o país embarcou 12,29 milhões de toneladas de açúcares e melaços entre janeiro e junho, retração de 4,39% em relação ao mesmo período de 2025.

O impacto mais expressivo, no entanto, ocorreu sobre o faturamento. A receita das exportações somou US$ 4,43 bilhões, valor 24,98% inferior aos US$ 5,90 bilhões registrados no primeiro semestre do ano passado. O resultado reflete, principalmente, a forte desvalorização do açúcar no mercado internacional.

Exportações de açúcar caem em junho

Somente em junho, o Brasil exportou 3,13 milhões de toneladas de açúcares e melaços, volume 7,16% menor que o registrado no mesmo mês de 2025, quando os embarques alcançaram 3,37 milhões de toneladas.

A receita obtida com as vendas externas caiu de US$ 1,44 bilhão para US$ 1,09 bilhão, representando retração de 24,26% na comparação anual.

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Preço médio do açúcar despenca no mercado externo

O principal fator responsável pela redução do faturamento foi a queda no preço médio das exportações.

Em junho, a cotação média do açúcar exportado pelo Brasil ficou em US$ 349,59 por tonelada, uma redução de 18,42% frente aos US$ 428,54 por tonelada registrados em junho de 2025.

No acumulado do primeiro semestre, o preço médio também apresentou forte retração, passando de US$ 458,79 para US$ 360,01 por tonelada, o que evidencia a pressão exercida pelas cotações internacionais sobre a rentabilidade das exportações brasileiras.

Mercado acompanha oferta global e comportamento dos preços

Apesar de o Brasil manter a liderança mundial nas exportações de açúcar, o desempenho em 2026 demonstra um cenário mais desafiador para o setor. A combinação entre menor volume embarcado e preços internacionais mais baixos reduziu significativamente a receita cambial do segmento.

Os números divulgados pela Secex consideram 21 dias úteis em junho de 2026, ante 20 dias úteis em junho de 2025, e reforçam a influência do mercado global sobre o desempenho das exportações brasileiras de açúcar ao longo do ano.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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