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Corteva Agriscience abre inscrições para Programa de Estágio com 65 vagas disponíveis

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A Corteva Agriscience, multinacional líder no setor de sementes, defensivos agrícolas e biológicos, anuncia a abertura das inscrições para seu novo Programa de Estágio. Nesta edição, o programa foi ampliado para incluir também a Stoller, marca de soluções biológicas adquirida pela Corteva em 2023. Estão disponíveis 65 vagas em diversas áreas de atuação e cursos de graduação, com ênfase na inclusão de mulheres, negros, LGBTQI+ e pessoas com deficiência.

As inscrições podem ser feitas no site da Companhia de Estágios, com início previsto para agosto de 2024. Segundo Claudia Pohlmann, diretora de Recursos Humanos para América Latina da Corteva, o programa visa criar um ambiente de trabalho inclusivo e respeitoso, alinhado com os valores da empresa. “Nos últimos três anos, mais de 400 estagiários passaram pela Corteva, e 20% foram efetivados, o que reflete nosso compromisso com o desenvolvimento profissional e a valorização dos talentos”, afirma Claudia.

Quem Pode Participar

Estudantes dos cursos de Agronomia, Engenharia Química, Engenharia de Produção, Marketing, Comunicação, Administração, Economia, Ciências Contábeis, Ciência da Computação, Análise de Sistemas, Tecnologia da Informação, entre outros, podem se candidatar. O processo seletivo inclui inscrição online, apresentações, painéis, estudos de casos e entrevistas.

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Os estagiários de Agronomia e cursos correlatos poderão atuar em áreas como Comercial, Pesquisa & Desenvolvimento de Sementes e Proteção de Cultivos, entre outras, com carga horária de 40 horas semanais. Estudantes de outros cursos podem se inscrever para vagas em áreas corporativas como Marketing, Comunicação, Engenharia, Finanças e Inteligência de Mercado, com estágio de 30 horas semanais.

Programa de Desenvolvimento

A Corteva oferece uma série de benefícios para apoiar o desenvolvimento dos estagiários. A bolsa-auxílio é de R$ 2.200,00 para estágios de 6 horas diárias e de R$ 2.920,00 para estágios de 8 horas diárias. Os estagiários também recebem assistência médica e odontológica, subsídio farmácia, auxílio transporte, auxílio refeição, auxílio internet, seguro de vida, Gympass e apoio assistencial psicológico, jurídico e financeiro.

O programa de desenvolvimento da Corteva é robusto, com foco em experiências, exposições e capacitação. Ele inclui feedbacks formais conduzidos por gestores e mentores, além de oportunidades para melhorar habilidades de comunicação em inglês e acesso a plataformas de treinamento virtual, como o LinkedIn Learning.

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“O Programa de Desenvolvimento é um diferencial do nosso estágio. O apoio ao desenvolvimento de competências técnicas e comportamentais é essencial para a evolução profissional dos jovens, que, ao aplicar as ferramentas aprendidas, contribuem para os objetivos da Corteva alinhados aos nossos valores”, conclui Claudia.

As inscrições podem ser feitas no site da Companhia de Estágios.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Milho ganha força com demanda aquecida e exportações, mas clima segue no radar para a safra 2026/27

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O mercado brasileiro de milho vive um momento de sustentação dos preços, impulsionado pela demanda doméstica aquecida, pelo ritmo das exportações e pelas incertezas climáticas que cercam a próxima safra. A avaliação faz parte do relatório Agro Mensal, divulgado pela Consultoria Agro do Itaú BBA, que destaca um ambiente de maior atenção dos agentes do mercado diante dos desafios para o ciclo 2026/27.

Mesmo com o avanço da colheita da segunda safra, considerada uma das mais importantes para o abastecimento nacional, os preços seguem encontrando suporte na forte demanda dos setores de proteína animal, etanol de milho e exportação.

Segundo os analistas, a dinâmica do mercado indica que a disponibilidade do cereal deve aumentar nos próximos meses, mas fatores climáticos e logísticos continuarão influenciando a formação dos preços.

Demanda doméstica continua sendo principal sustentação

A indústria de carnes, especialmente os segmentos de aves e suínos, mantém elevado consumo de milho para ração. Além disso, o crescimento da produção de etanol de milho segue ampliando a participação do cereal na matriz energética brasileira.

Esse cenário contribui para absorver parte importante da oferta gerada pela safrinha, reduzindo a pressão de baixa sobre os preços mesmo em um período de maior entrada do produto no mercado.

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As exportações também permanecem como um componente relevante para o equilíbrio entre oferta e demanda, favorecidas pela competitividade do milho brasileiro no mercado internacional.

El Niño aumenta preocupação com a próxima temporada

Embora o cenário atual seja relativamente confortável para o abastecimento, o mercado já começa a monitorar os impactos do fenômeno El Niño sobre a safra 2026/27.

De acordo com o Itaú BBA, a confirmação do fenômeno climático eleva os riscos para o calendário agrícola brasileiro, especialmente em regiões do Centro-Oeste, Norte e Nordeste.

A preocupação está relacionada principalmente à possibilidade de irregularidade das chuvas e ao encurtamento da janela ideal de plantio da próxima safra, fatores que podem comprometer o potencial produtivo do cereal.

Além dos desafios climáticos, os produtores também enfrentam um ambiente de custos ainda elevados, exigindo maior planejamento e gestão de risco para a próxima temporada.

Oferta da safrinha deve ampliar disponibilidade do cereal

Com o avanço da colheita da segunda safra, a tendência é de aumento gradual da oferta física de milho no mercado interno durante os próximos meses.

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Apesar desse movimento, a expectativa é de que a demanda consistente limite quedas mais acentuadas nas cotações, especialmente em regiões com forte presença da indústria de proteína animal e das usinas de etanol de milho.

Outro fator que segue no radar é o comportamento do dólar, que influencia diretamente a competitividade das exportações brasileiras e a formação dos preços domésticos.

Mercado deve seguir atento ao clima e ao cenário global

Além das condições climáticas no Brasil, os agentes acompanham o desenvolvimento das lavouras nos Estados Unidos, principal produtor mundial do cereal. Alterações no potencial produtivo norte-americano podem gerar reflexos diretos nos preços internacionais e, consequentemente, no mercado brasileiro.

Para o Itaú BBA, o milho entra no segundo semestre com fundamentos relativamente positivos, mas em um ambiente que exige atenção redobrada ao clima, à evolução da demanda e ao comportamento das exportações.

Diante desse cenário, a gestão comercial e o monitoramento dos riscos climáticos serão determinantes para produtores e investidores do setor ao longo dos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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