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Preços dos combustíveis seguem em alta pelo país em maio, indica levantamento da Edenred Ticket Log

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No fechamento da primeira quinzena de maio, de acordo com o Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), que analisa os valores praticados nos postos de combustível em todo o Brasil, os preços da gasolina e do etanol continuam sua trajetória de aumento. Enquanto a gasolina atingiu uma média de R$ 6,02 por litro, representando um aumento de 1,01% em relação a abril, o etanol alcançou o valor médio de R$ 4 por litro, refletindo um aumento de 1,78%.

Cenário Regional: Variações e Tendências

Os postos nordestinos destacaram-se com o maior aumento no preço do etanol, registrando um acréscimo de 2,89%, enquanto a gasolina apresentou sua maior alta na mesma região, atingindo um aumento de 1,81%. No entanto, a média mais elevada para a gasolina foi observada na Região Norte, atingindo R$ 6,39 por litro. Por outro lado, o Sudeste foi a região com o valor mais baixo para a gasolina, sendo comercializada a R$ 5,87, enquanto o Centro-Oeste registrou o menor preço médio para o etanol, a R$ 3,90 por litro.

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Diferenças Estaduais: Aumentos e Quedas

Em relação aos estados, a Bahia destacou-se com o maior aumento no preço da gasolina, atingindo 4,26%, enquanto Sergipe liderou o aumento no preço do etanol, registrando um aumento de 6,11%. Por outro lado, o Distrito Federal foi o único a apresentar uma queda significativa no preço da gasolina, chegando a 1,51%, enquanto Goiás registrou a maior baixa no preço do etanol, com 1,28%.

Perspectivas e Reflexões

Douglas Pina, Diretor-Geral de Mobilidade da Edenred Brasil, destaca que, apesar do aumento observado em diversos estados, o etanol ainda se destaca como uma opção mais ecológica, emitindo menos poluentes na atmosfera e contribuindo para uma mobilidade de baixo carbono. Ele ressalta que, embora a gasolina tenha se mostrado mais vantajosa em mais estados neste início de maio, o etanol continua sendo uma alternativa a ser considerada.

Metodologia e Confiabilidade do IPTL

O IPTL é um índice de preços de combustíveis baseado nos abastecimentos realizados nos 21 mil postos credenciados da Edenred Ticket Log, utilizando uma estrutura robusta de data science para consolidar os preços das transações nos postos, fornecendo uma média precisa e confiável. Com mais de 30 anos de experiência, a Edenred Ticket Log adapta-se às necessidades dos clientes, oferecendo soluções modernas e inovadoras para simplificar os processos diários.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Produção de suínos cresce 50% e abre espaço para novos investimentos

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A suinocultura de Mato Grosso do Sul cresceu aproximadamente 50% nos últimos três anos e já alcança cerca de 3,6 milhões de animais abatidos por ano. A expansão, que coloca o Estado entre os principais polos emergentes da atividade no País, estará no centro das discussões do VIII Fórum de Desenvolvimento da Suinocultura de Mato Grosso do Sul, marcado para 17 de setembro, em Dourados (a cerca de 240km da capital, Campo Grande).

O avanço ocorre em uma região que até poucos anos atrás tinha participação bem menor na produção nacional de carne suína. Mato Grosso do Sul passou a ocupar a quinta posição no ranking brasileiro de abates, atrás de Estados com tradição muito mais antiga na atividade, como Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul e Minas Gerais.

Parte dessa expansão está associada à disponibilidade de milho e soja, principais componentes da alimentação dos animais e responsáveis pela maior parcela do custo de produção. A proximidade entre as granjas e as regiões produtoras de grãos reduz distâncias no abastecimento de ração e cria condições para a instalação de novas unidades produtivas e industriais.

Outro fator é o crescimento do número de matrizes. Em 2026, mais de 111,5 mil matrizes já estavam cadastradas no Programa Leitão Vida, política estadual de incentivo à produção. Até o início de junho, 272 estabelecimentos participavam do programa.

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No mesmo período, 1,63 milhão de suínos haviam sido abatidos dentro do programa e os incentivos concedidos aos produtores superavam R$ 45 milhões. A atividade também acumulou aproximadamente R$ 1,7 bilhão em cartas-consulta aprovadas pelo Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) nos últimos sete anos.

A política de incentivo passou ainda por mudanças. O novo protocolo do Leitão Vida ampliou as exigências relacionadas à biossegurança, bem-estar animal, rastreabilidade, sustentabilidade e utilização de tecnologias nas propriedades.

Dos 272 estabelecimentos participantes neste ano, 239 já haviam migrado para o novo sistema de conformidade. A intenção é atrelar parte dos incentivos não apenas ao volume produzido, mas também ao cumprimento de padrões técnicos, sanitários e ambientais.

Para o produtor, essa mudança ganha importância porque a expansão da atividade depende cada vez mais do acesso a mercados exigentes. Sanidade, rastreabilidade e biossegurança deixaram de ser apenas questões internas das granjas e passaram a influenciar diretamente a capacidade de frigoríficos e produtores alcançarem novos compradores.

Mato Grosso do Sul também ampliou sua estrutura industrial. Unidades instaladas no Estado vêm aumentando a capacidade de abate, movimento necessário para acompanhar o crescimento das granjas e evitar um desequilíbrio entre a oferta de animais e a capacidade de processamento.

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A expansão da suinocultura cria ainda uma demanda adicional para a agricultura estadual. Cada aumento no alojamento de animais significa maior consumo de milho e farelo de soja, estabelecendo uma relação direta entre o crescimento das granjas e o mercado regional de grãos.

Esse movimento pode ser especialmente importante para regiões com grande produção de milho segunda safra. A instalação de unidades de produção animal permite transformar parte do grão dentro do próprio Estado em proteína de maior valor agregado, reduzindo a necessidade de transportar toda a produção agrícola por longas distâncias até outros centros consumidores.

O crescimento, entretanto, exige investimentos elevados. Construção e modernização de granjas, climatização, tratamento de dejetos, biossegurança, armazenagem de ração e adequações ambientais aumentam a necessidade de capital e tornam a expansão dependente de planejamento financeiro e acesso ao crédito.

Consolidado como um dos principais encontros da suinocultura no Centro-Oeste, o Fórum ocorre justamente quando Mato Grosso do Sul tenta transformar o forte crescimento dos últimos anos em uma cadeia maior, mais tecnificada e com maior participação nos mercados nacional e internacional.

Serviço

VIII Fórum de Desenvolvimento da Suinocultura de Mato Grosso do Sul
Data: 17 de setembro de 2026
Horário: 7h às 18h
Local: Unigran – Dourados (MS)

Fonte: Pensar Agro

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