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Evonik Explora Potencial dos Probióticos na Avicultura: Saúde Intestinal e Rentabilidade em Foco

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Os probióticos há muito tempo são peças-chave na avicultura, sendo considerados ferramentas estratégicas para promover a saúde intestinal e, por conseguinte, melhorar o desempenho e a rentabilidade da produção avícola. No entanto, a escolha adequada do probiótico é essencial para garantir resultados consistentes, destacou Anita Menconi, médica veterinária e diretora de Negócios da Linha de Especialidades de Monogástricos da Evonik nas Américas.

Desafios na Escolha dos Probióticos

Menconi ressalta que, devido à vasta gama de opções disponíveis no mercado, selecionar o probiótico mais adequado torna-se um desafio significativo. A escolha envolve considerações como a cepa específica do probiótico, sua viabilidade durante o processo de produção da ração e sua eficácia em atingir os objetivos de produção. Além disso, a aplicação correta do probiótico na dieta das aves é fundamental para garantir sua eficácia.

Variação e Complexidade

A complexidade dos probióticos reside na sua natureza variável e nos resultados nem sempre previsíveis. Cada cepa possui características genéticas únicas, e a maneira como é incorporada à dieta das aves influencia diretamente sua eficácia. Menconi destaca a importância de compreender essas nuances para maximizar os benefícios dos probióticos na avicultura.

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Benefícios e Aplicações

O uso de probióticos visa equilibrar a saúde intestinal das aves, promovendo um ambiente favorável para o crescimento e desenvolvimento saudável. Esses microrganismos benéficos ajudam a modular a microbiota intestinal, contribuindo para o controle de patógenos e melhorando o desempenho das aves.

Pesquisa e Segurança

A pesquisa desempenha um papel crucial na avaliação e seleção dos probióticos mais adequados. A Evonik, por exemplo, realiza estudos abrangentes para entender a genética e a segurança das cepas utilizadas, garantindo sua eficácia e compatibilidade com as práticas de produção avícola.

Conclusão

A utilização eficaz dos probióticos na avicultura requer uma abordagem cuidadosa e baseada em evidências. Compreender as especificidades de cada cepa e sua aplicação prática é fundamental para otimizar os benefícios desses microrganismos na saúde e no desempenho das aves.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de proteínas animais disparam em maio e carne de frango lidera avanço brasileiro

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As exportações brasileiras de proteínas animais seguem aquecidas em maio de 2026, reforçando o protagonismo do agronegócio nacional no comércio global de alimentos. Dados divulgados pela Secex apontam avanço consistente nos embarques de carne de frango e carne suína, com destaque para o desempenho do setor avícola, que lidera em volume e faturamento.

O cenário positivo reflete a forte demanda internacional pelas proteínas brasileiras, favorecida pela competitividade dos produtos nacionais e pela ampliação das compras em mercados estratégicos.

Carne de frango lidera exportações brasileiras de proteínas

A carne de frango manteve a liderança entre as proteínas animais exportadas pelo Brasil neste mês. Segundo os dados da Secex, os embarques de carnes de aves e miudezas comestíveis frescas, refrigeradas ou congeladas somaram 238,3 mil toneladas até a segunda semana de maio.

A receita acumulada alcançou US$ 450,4 milhões no período, com média diária de US$ 45 milhões. O volume médio exportado ficou em 23,8 mil toneladas por dia útil.

Além do elevado ritmo de embarques, o setor avícola brasileiro manteve forte competitividade internacional. O preço médio da proteína exportada foi de US$ 1.889,9 por tonelada, consolidando o Brasil entre os principais fornecedores globais de carne de frango.

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O desempenho positivo ocorre em meio ao aumento da demanda internacional por proteínas de menor custo e ao fortalecimento das exportações brasileiras para mercados da Ásia, Oriente Médio e América Latina.

Carne suína mantém crescimento nas vendas externas

A carne suína também apresentou resultado expressivo nas exportações brasileiras ao longo da primeira metade de maio. De acordo com a Secex, os embarques de carne suína fresca, refrigerada ou congelada totalizaram 55,5 mil toneladas no período.

A receita gerada pelas vendas externas chegou a US$ 138,4 milhões, com média diária de faturamento de US$ 13,8 milhões.

O volume médio exportado ficou em 5,5 mil toneladas por dia útil, enquanto o preço médio negociado atingiu US$ 2.491,6 por tonelada.

Mesmo com volume inferior ao registrado pela carne de frango, o setor suinícola brasileiro segue sustentado pela ampliação da demanda internacional e pela consolidação da proteína nacional em importantes mercados importadores.

A valorização dos preços médios também reforça a competitividade da carne suína brasileira no mercado externo.

Exportações de pescado têm menor participação em maio

Entre os segmentos analisados pela Secex, o pescado inteiro vivo, morto ou refrigerado apresentou participação mais modesta nas exportações brasileiras em maio.

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Até a segunda semana do mês, o setor embarcou 419,7 toneladas, gerando receita de US$ 2,15 milhões.

A média diária de faturamento ficou em US$ 215 mil, enquanto o volume médio exportado atingiu 42 toneladas por dia útil.

Apesar da menor representatividade em relação às carnes de aves e suína, o pescado registrou o maior valor médio por tonelada entre as proteínas analisadas. O preço médio negociado alcançou US$ 5.122,9 por tonelada exportada.

Agronegócio brasileiro mantém força no mercado global

O avanço das exportações de proteínas animais reforça a posição estratégica do Brasil como um dos maiores fornecedores mundiais de alimentos.

O desempenho positivo de frango, carne suína e pescado em maio mostra a força do setor exportador brasileiro, que segue beneficiado pela demanda internacional aquecida, pelo câmbio favorável e pela competitividade da produção nacional.

A expectativa do mercado é de continuidade no ritmo elevado de embarques ao longo do segundo trimestre, especialmente para os segmentos de aves e suínos, que seguem ampliando presença nos principais destinos globais.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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