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Ronda da Moda GPS: principais novidades para começar a semana

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Ronda da Moda GPS: principais novidades para começar a semana
Redação GPS

Ronda da Moda GPS: principais novidades para começar a semana

Como já é tradicional, aproveitamos o domingo para trazer as principais novidades que movimentaram o mundo da moda nos últimos dias. A Ronda da Moda GPS destaca os lançamentos mais recentes e as tendências que prometem agitar o cenário fashion.

Confira nossas dicas, e fique por dentro das novidades que promete agitar a próxima estação.

HUGO lança Jaqueta Jeans exclusiva e personalizável

A HUGO segue sua parceria com a Imaginary Ones, empresa da Web3, e revelou uma jaqueta jeans personalizável de edição especial. Parte da nova linha HUGO BLUE, a peça é inovadora ao integrar uma etiqueta NFC que desbloqueia uma experiência acionada por WebAR. Além de toda essa tecnologia, a jaqueta pode ser usada como uma skin de avatar na plataforma de jogos online Roblox, conectando moda e tecnologia de maneira inédita.

NIINI e Jack Vartanian se unem em Collab inédita

A identidade única da NIINI, marca de Carol Celico, une forças com o renomado designer de joias Jack Vartanian em uma colaboração exclusiva. A coleção Zebra celebra os dois anos da NIINI com acessórios que combinam o clássico e o moderno através do icônico animal print.

“A coleção Zebra é sobre levar a experiência da NIINI com o animal print, que marca a celebração dos dois anos da nossa trajetória, no formato de joias.”, explica Carol Celico, CEO e fundadora da NIINI.

HUGO BOSS assina parceria com David Beckham

A HUGO BOSS anunciou uma colaboração global com ex-jogador David Beckham para desenvolver as coleções de roupas masculinas da marca nos próximos anos. Esta parceria, a primeira desse tipo para a BOSS Menswear, promete oferecer designs inovadores que refletem o estilo e os valores estéticos de David Beckham, atraindo um público global.

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Loungerie expande portfólio de seu marketplace digital

A Loungerie, referência em lingeries no Brasil, amplia seu marketplace digital, The Lounge, ao adicionar novas marcas de beleza à plataforma. Com foco na experiência feminina, o hub oferece categorias que exploram a intimidade feminina em diversos âmbitos, consolidando-se como um espaço completo para a mulher moderna.

Calvin Klein anuncia campanha Monochromatic Summer

A Calvin Klein lança sua nova campanha Monochromatic Summer, estrelada pelo ator Micheal Ward e pela modelo Vittoria Ceretti. Fotografada por Josh Olins, a campanha captura a essência do verão em Nova York com imagens que expressam simplicidade, energia e sensualidade, refletindo a revitalização da temporada.

Carol Bassi apresenta novidades para o inverno

Antecipando-se ao inverno, a Carol Bassi anuncia o último drop de sua colaboração com Maria Rudge e novas peças de sua coleção Winter 24. Inspiradas na efervescência londrina dos anos 60, as novidades destacam a essência versátil e atemporal da marca, preparando-se para as baixas temperaturas com estilo e elegância.

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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