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Produção de Açúcar em Cuba em Queda: Impacto na Indústria do Rum

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Relatórios oficiais e fontes da indústria de rum alertam para a iminente necessidade de Cuba importar açúcar, à medida que a produção nacional enfrenta uma queda histórica, atingindo o menor nível de toneladas desde 1900. Esse declínio coloca pressão adicional sobre as indústrias domésticas, incluindo a de rum, refrigerantes e produtos farmacêuticos.

Segundo o presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, a indústria estatal alcançou apenas 71% da meta de produção de 412.000 toneladas, totalizando pouco menos de 300.000 toneladas. Com o início do clima quente e úmido e as chuvas de verão em maio, prevê-se que a produção de açúcar diminua ainda mais, mesmo com alguns moinhos permanecendo em operação.

O economista cubano Omar Everleny enfatiza que essa redução na produção significa a necessidade iminente de importação de açúcar. Além disso, a escassez de açúcar terá um impacto direto na disponibilidade de xarope e álcool para várias indústrias, incluindo a produção de rum.

Cuba, que já foi a maior exportadora mundial de açúcar, enfrenta agora desafios significativos em sua produção agrícola e industrial. Dados recentes do governo indicam uma queda de mais de 50% na produção de álcool à base de cana-de-açúcar desde 2019, afetando setores que vão desde a produção de rum até a fabricação de medicamentos.

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Essa situação é atribuída, em parte, às sanções rigorosas impostas pelos EUA e aos efeitos econômicos da pandemia de Covid-19, que impactaram severamente a capacidade de Cuba de gerar receitas em moeda estrangeira. Diante desse cenário, a ilha caribenha se vê diante de uma crise econômica prolongada, com implicações sérias para suas indústrias e população.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de carne suína do Brasil crescem 8,3% em abril e faturamento supera US$ 328 milhões

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As exportações brasileiras de carne suína seguiram em forte ritmo de crescimento em abril de 2026, impulsionadas principalmente pela demanda dos mercados asiáticos. Dados divulgados pela Associação Brasileira de Proteína Animal mostram que o Brasil embarcou 140 mil toneladas de carne suína no período, considerando produtos in natura e processados.

O volume representa alta de 8,3% em relação ao mesmo mês do ano anterior, quando foram exportadas 129,2 mil toneladas.

A receita obtida com os embarques também apresentou crescimento expressivo. Em abril, o setor faturou US$ 328,2 milhões, avanço de 8,8% frente aos US$ 301,5 milhões registrados no mesmo período de 2025.

Exportações acumuladas mantêm crescimento acima de 14%

No acumulado do primeiro quadrimestre de 2026, as exportações brasileiras de carne suína alcançaram 532,2 mil toneladas, volume 14,2% superior ao registrado entre janeiro e abril do ano passado, quando os embarques totalizaram 466 mil toneladas.

Em receita, o avanço acumulado também foi significativo. O setor somou US$ 1,244 bilhão nos quatro primeiros meses do ano, crescimento de 14,1% na comparação com igual intervalo de 2025, que havia registrado US$ 1,090 bilhão.

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O desempenho reforça o momento positivo das proteínas animais brasileiras no mercado internacional, especialmente diante da ampliação da demanda em países asiáticos.

Filipinas lideram compras de carne suína brasileira

As Filipinas mantiveram a liderança entre os principais destinos da carne suína brasileira em abril. O país importou 35,9 mil toneladas, crescimento de 20,6% em relação ao mesmo mês do ano passado.

Na sequência aparecem:

  • Japão: 16,6 mil toneladas (+131,9%)
  • China: 11,8 mil toneladas (-21,6%)
  • Chile: 11,1 mil toneladas (+22,8%)
  • Hong Kong: 8 mil toneladas (-34,3%)
  • Vietnã: 5,5 mil toneladas (+44,6%)
  • Argentina: 5,3 mil toneladas (-8,7%)
  • Singapura: 5,1 mil toneladas (-24,3%)
  • Uruguai: 4,6 mil toneladas (+12,7%)
  • México: 4,4 mil toneladas (-40,3%)

O forte crescimento das exportações para mercados de maior valor agregado, como o Japão, vem sendo observado com atenção pelo setor.

Ásia segue como principal motor das exportações

Segundo o presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal, Ricardo Santin, o fluxo internacional da carne suína brasileira continua bastante positivo em 2026, especialmente nos países asiáticos.

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De acordo com o dirigente, além da consolidação das Filipinas como principal destino das exportações brasileiras, mercados estratégicos vêm ampliando a demanda pela proteína animal produzida no Brasil.

O avanço consistente dos embarques reforça as perspectivas otimistas do setor para o restante do ano, sustentadas pela competitividade da produção brasileira e pela forte procura internacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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