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MPMT lamenta falecimento de corregedor-geral do MP da Paraíba

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O Ministério Público de Mato Grosso lamenta, com profundo pesar, o falecimento do corregedor-geral do Ministério Público da Paraíba, procurador de Justiça José Roseno Neto, ocorrido nesta segunda-feira (13), em João Pessoa. Reconhecido nacionalmente pelos serviços prestados ao Ministério Público paraibano, o procurador de Justiça deixa um legado construído em 40 anos de dedicação à instituição.

“É uma grande perda para o Ministério Público da Paraíba e para todos os colegas e amigos que acompanharam a sua trajetória de comprometimento e dedicação na defesa de suas atribuições institucionais. O MPMT expressa o seu sentimento de pesar a todos os amigos e familiares”, destacou o corregedor-geral do MPMT, procurador de Justiça João Augusto Veras Gadelha.

Trajetória – natural do município de Aguiar-PB, José Roseno Neto ingressou no MPPB em 3 de outubro de 1983. Tornou-se p-rocurador de Justiça em 19 de janeiro de 2006, pelo critério de merecimento. Na função, presidiu as comissões dos XII e XV concursos de membros da instituição. Foi subprocurador-geral de Justiça por três vezes, sendo a última vez na gestão do atual procurador-geral. Foi eleito Corregedor-Geral em dezembro de 2022 e estava licenciado do cargo para tratamento de saúde quando faleceu. (Com informações da Assessoria de Comunicação do MPPB)

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Réu é condenado a 26 anos no primeiro julgamento de feminicídio em Vera

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O primeiro caso de feminicídio reconhecido como crime autônomo na cidade de Vera (458 km de Cuiabá) foi julgado nesta sexta-feira (24) pelo Tribunal do Júri da comarca. Francisco Edivan de Araújo da Silva foi condenado a 26 anos e oito meses de reclusão, em regime inicial fechado, pelo assassinato da ex-companheira, Paulina Santana, cometido em razão da condição do sexo feminino e no contexto de violência doméstica.
O Conselho de Sentença reconheceu que o crime foi praticado com o uso de recurso que dificultou ou impossibilitou a defesa da vítima. Atuou em plenário o promotor de Justiça Daniel Luiz dos Santos.
Conforme a denúncia do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), réu e vítima mantinham um relacionamento amoroso conturbado, com idas e vindas, e, mesmo após o término, o acusado continuava frequentando a residência de Paulina. No dia do crime, ocorrido em junho de 2025, Francisco Edivan foi novamente até a casa da ex-companheira e a encontrou conversando com outro homem, situação que o desagradou. Ele ordenou que o rapaz deixasse o local, o que deu início a uma discussão com a vítima.
Em seguida, de forma súbita e inesperada, o acusado desferiu um golpe de arma branca na vítima, utilizando uma faca com lâmina de aproximadamente 30 centímetros, causando lesão gravíssima na região abdominal. Paulina chegou a ser socorrida por um vizinho e levada ao pronto-socorro do município, sendo posteriormente transferida para o Hospital Regional de Sinop. Apesar do atendimento médico, ela não resistiu à gravidade dos ferimentos e morreu quatro dias após o ataque.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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