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Elanco na Expoingá 2024: Melhorador de desempenho é parte do circuito de avaliação de bovinos de corte

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A Expoingá 2024, uma das principais feiras agropecuárias do Brasil, sediada em Maringá (PR), contará com uma prova especial para avaliar o desempenho e a conversão alimentar de bovinos de corte. O evento, que acontece de 9 a 19 de maio, inclui a última etapa da Prova de Ganho de Peso (PGP), na qual 40 bovinos da raça Nelore, de 10 criadores diferentes, passam por uma dieta especialmente formulada para medir seu potencial genético e seu ganho de peso.

Desde a primeira edição da prova, a dieta dos animais é suplementada com RumensinTM, um melhorador de desempenho da Elanco. “O princípio ativo do RumensinTM é a Monensina, que ajuda a melhorar o metabolismo ruminal, resultando em ganhos significativos de peso e eficiência alimentar para os animais de corte”, explica Nuno Rodrigues, gerente de Marketing Premix da divisão Ruminantes da Elanco Brasil. A Prova de Ganho de Peso tem como objetivo não apenas avaliar o desempenho dos animais, mas também promover práticas que tragam mais eficiência e rentabilidade para os criadores.

A Expoingá 2024, organizada pela Sociedade Rural de Maringá (SRM), está em sua 50ª edição e oferece uma plataforma para que criadores e empresas do setor agropecuário apresentem suas novidades. A primeira etapa da Prova de Ganho de Peso terminou em 9 de abril, após 30 dias de confinamento com dieta específica. A última pesagem do circuito acontece na abertura do evento, em 9 de maio, com um leilão agendado para o dia 14.

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Os resultados do ano passado mostraram um ganho de peso médio de 1,712 kg por animal, com variação entre 9 e 40 kg no período de avaliação. O ganho médio diário geral do circuito foi de 1,867 kg, superando as expectativas dos organizadores, que previam entre 1,500 e 1,600 kg. “Essa prova mobiliza o setor da pecuária e reforça a importância do investimento em genética de qualidade”, destaca Maria Iraclézia de Araújo, presidente da SRM.

Para Nuno Rodrigues, da Elanco, a parceria com a Cocamar Cooperativa Agroindustrial, que contribuiu para a formulação da dieta da prova, é um exemplo prático de como a empresa trabalha para melhorar a rentabilidade dos produtores. “Trabalhamos em conjunto com agentes da cadeia de produção para oferecer soluções que tragam mais eficiência e bem-estar animal”, afirma.

O RumensinTM, um aditivo que compõe o balanço nutricional da Prova de Ganho de Peso, é um ionóforo de uso exclusivo para animais, com uma longa história de uso no Brasil e no mundo. Desenvolvido pela Elanco na década de 1970, o produto está no mercado brasileiro desde os anos 90 e é amplamente estudado, com mais de 6.000 publicações. “Ele promove mais carcaça com maior eficiência e economia de até 11,8 kg de matéria seca por arroba produzida”, afirma Murilo Chuba, gerente técnico da Elanco Saúde Animal.

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Além da melhoria na conversão alimentar e ganho de peso, uma estratégia nutricional eficiente pode também reduzir o tempo de abate do animal, contribuindo para uma menor emissão de metano, um gás de efeito estufa. “Essa é uma parte importante da meta global da Elanco de melhorar a produtividade e a sustentabilidade no setor agropecuário, beneficiando produtores e o meio ambiente”, conclui Murilo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Produtor tem até 30 de setembro para entregar a DITR

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O produtor rural tem até 30 de setembro para entregar a Declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (DITR) de 2026 e não precisa adotar automaticamente o valor da terra divulgado pelo município ou por órgãos estaduais. As tabelas servem como referência, mas o valor informado deve refletir as características e o preço de mercado de cada imóvel.

O esclarecimento foi feito pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab). Segundo o órgão, os preços publicados representam médias regionais e não substituem uma avaliação individual da propriedade.

O Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR) é autodeclaratório. Isso permite que o contribuinte utilize um valor diferente da tabela, desde que consiga demonstrar como chegou ao resultado. Diferenças sem justificativa podem levar a Receita Federal ou o município conveniado a revisar a declaração e cobrar imposto adicional, juros e multa.

O Valor da Terra Nua (VTN) deve corresponder ao preço de mercado do imóvel em 1º de janeiro de 2026. O cálculo precisa considerar fatores como localização, acesso, logística, relevo, qualidade do solo e aptidão agrícola.

Propriedades formadas por áreas com características diferentes não devem ter todos os hectares avaliados pelo mesmo preço. A orientação é separar os talhões entre lavoura de aptidão boa, regular ou restrita, pastagem, silvicultura e áreas de preservação. Depois, a área de cada parcela é multiplicada pelo valor correspondente à sua capacidade de uso.

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Uma área próxima de rodovias, com solo fértil e condições adequadas para mecanização, por exemplo, tende a valer mais do que um talhão com acesso difícil, relevo acidentado ou limitações produtivas. Essas particularidades podem justificar um VTN diferente da média municipal.

Quando houver diferença relevante, especialmente se o valor declarado estiver abaixo da referência pública, o produtor deve manter um laudo de avaliação elaborado por profissional habilitado. O documento precisa identificar o imóvel, explicar a metodologia adotada e apresentar os elementos utilizados para determinar o preço.

Também é necessário separar o valor da terra nua dos investimentos existentes na propriedade. Construções, instalações e benfeitorias, como casas, galpões, currais, cercas e sistemas de irrigação, não entram no VTN. O mesmo vale para culturas, pastagens cultivadas ou melhoradas e florestas plantadas.

Matas nativas e pastagens naturais, entretanto, compõem o valor da terra nua. Áreas de preservação permanente, reserva legal e outras áreas ambientalmente protegidas podem ser excluídas da área tributável quando atendidos os requisitos legais, mas isso não significa que desapareçam do cálculo do valor total da terra.

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A declaração pode ser entregue pelo serviço Minhas Declarações do ITR, disponível no Portal de Serviços da Receita Federal. O acesso exige conta gov.br Prata ou Ouro. Pessoas físicas com imóveis de até 100 hectares também podem utilizar o Programa ITR 2026.

A entrega fora do prazo gera multa de 1% ao mês ou fração sobre o imposto devido, respeitado o valor mínimo de R$ 50. A quota única ou a primeira parcela do imposto também vence em 30 de setembro.

A tabela pública oferece uma referência para o preenchimento, mas não substitui a avaliação da propriedade. O produtor que declarar um valor diferente deve estar preparado para demonstrar que o cálculo representa as condições reais do imóvel.

Fonte: Pensar Agro

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