AGRONEGÓCIO

Cercas de qualidade: Um aliado no cultivo de algodão

Publicado em

O algodão é uma das culturas mais antigas da humanidade e continua desempenhando um papel vital na agricultura moderna. O Brasil, um dos maiores produtores globais, espera colher mais de 3 milhões de toneladas neste ano. Guilherme Vianna, gerente de negócios da Belgo Arames, empresa especializada em produtos de aço, destaca a importância do algodão para a economia e a sociedade. “Esta é uma atividade que oferece benefícios econômicos significativos. O compromisso e a competência dos agricultores têm impulsionado o crescimento constante tanto em volume quanto em qualidade”, observa Vianna.

Além do seu valor econômico, o algodão é uma cultura resiliente, especialmente adequada para regiões semiáridas, onde outras plantações lutam para sobreviver. “O algodão é crucial para a fixação do homem no campo, gerando empregos e renda em áreas rurais. Sua cadeia produtiva complexa e de alto valor agregado estimula o desenvolvimento nessas regiões”, acrescenta Vianna.

O uso de tecnologias avançadas tem sido um fator essencial para o crescimento do setor algodoeiro. Um dos aspectos menos destacados, mas de grande importância, é o investimento em cercas de qualidade para proteger e organizar as plantações. “Cercas bem construídas ajudam a delimitar e organizar os talhões, além de evitar a entrada de animais silvestres ou de pastoreio, que podem prejudicar as colheitas”, explica Vianna.

Leia Também:  Exportações de algodão da Índia em fevereiro devem atingir o maior nível em 2 anos

A Belgo Arames, referência no setor brasileiro de aço, oferece uma variedade de produtos para atender às necessidades dos agricultores de algodão. A linha Belgo Strada®, por exemplo, é uma cerca pronta com alta durabilidade, graças à camada pesada de zinco, que a torna resistente ao impacto de animais de médio e grande porte. Essa linha é ideal para demarcar áreas de passagem e proteger as plantações.

Outra opção é o arame liso ovalado Belgo Z-700®, recomendado para cercas rurais em terrenos planos ou regulares. Este produto oferece alta resistência ao impacto, suportando até 700 kgf, tornando-o uma escolha confiável para proteger as plantações de algodão. “Investir em cercas de qualidade é um passo importante para manter o crescimento do setor algodoeiro e garantir a segurança das colheitas”, conclui Guilherme Vianna.

À medida que o Brasil solidifica sua posição como um dos líderes mundiais na produção de algodão, os agricultores precisam de soluções inovadoras para superar os desafios do setor. A proteção das plantações por meio de cercas de alta qualidade é uma estratégia fundamental para garantir a sustentabilidade e o sucesso do cultivo de algodão no país.

Leia Também:  Programa avalia qualidade de mais de 100 adjuvantes agrícolas nas lavouras brasileiras

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Produção recorde de leite impulsiona digitalização e novas estratégias no setor de laticínios

Published

on

O setor de laticínios brasileiro atravessa um novo ciclo de expansão, impulsionado pelo avanço da produção de leite e pela crescente demanda por alimentos frescos. Dados do IBGE apontam que a aquisição de leite cru alcançou 27,51 bilhões de litros em 2025, volume recorde da série histórica e 8,5% superior ao registrado no ano anterior. Apenas no quarto trimestre, foram captados 7,36 bilhões de litros, alta anual de 8,6%.

O crescimento reforça o potencial competitivo da cadeia leiteira nacional, mas também amplia os desafios logísticos e operacionais do setor. Com um produto altamente perecível, a eficiência na distribuição se torna fator decisivo para evitar perdas, garantir qualidade e equilibrar produção e consumo.

Cadeia do leite enfrenta desafios com aumento da oferta

Ao contrário de outras categorias alimentícias, o leite exige uma operação logística extremamente sincronizada. Oscilações entre oferta e demanda podem gerar desperdícios significativos, seja pela falta de produtos em períodos de maior consumo ou pelo descarte causado pelo excesso de produção.

Além disso, o comportamento do consumidor brasileiro também vem mudando. A busca por produtos mais naturais, frescos e com origem conhecida impulsiona modelos de comercialização mais diretos.

Pesquisa “Do prato ao copo”, realizada pela MindMiners, mostra que 33% dos brasileiros afirmam consumir mais alimentos naturais ou in natura, enquanto 53% alternam entre produtos naturais e industrializados. Entre as bebidas não alcoólicas, 38% priorizam opções consideradas mais naturais.

Nesse cenário, a tradicional entrega de leite em domicílio volta a ganhar espaço, agora impulsionada pela tecnologia.

Leia Também:  Análises de algodão na Bahia crescem em 25,75% para o mercado consumidor
Modelo de entrega domiciliar ganha nova força com digitalização

Durante décadas, o sistema de entrega de leite na porta de casa operou com base em rotas fixas, pedidos recorrentes e relacionamento direto entre distribuidores e consumidores. Embora eficiente, o modelo tinha limitações operacionais e baixa integração de dados.

Com a digitalização da cadeia, empresas do setor começam a transformar essa dinâmica, integrando pedidos, pagamentos, logística e gestão em plataformas unificadas.

Segundo a CEO da Food2C, Einat Eisler Carasso, o avanço tecnológico permite modernizar um formato tradicional sem alterar sua essência.

“A digitalização traz previsibilidade, organização e controle para uma operação que historicamente dependia de processos manuais. Em uma cadeia como a de lácteos, na qual perecibilidade e margem caminham juntas, reduzir ineficiências é fundamental”, afirma.

Compra recorrente melhora previsibilidade e reduz desperdícios

Entre os principais avanços proporcionados pela digitalização está a adoção de modelos de compra recorrente e assinaturas. Com entregas programadas, as empresas conseguem prever melhor a demanda e ajustar a produção com mais precisão.

A estratégia reduz desperdícios, melhora o abastecimento e fortalece a fidelização dos consumidores.

“A recorrência muda completamente a operação. Quando existe previsibilidade de consumo, toda a cadeia consegue atuar com mais eficiência, desde a produção até a entrega final. Isso também melhora a experiência do consumidor, que recebe produtos mais frescos e com regularidade”, destaca Einat.

Além da previsibilidade, o modelo aumenta a segurança de abastecimento para o consumidor, reduzindo o risco de falta de produtos no dia a dia.

Digitalização transforma operação de empresas tradicionais

O movimento já começa a ganhar força entre empresas consolidadas do setor. A Fazenda Bela Vista, que atua há mais de 30 anos com entrega domiciliar de leite e produtos frescos, modernizou recentemente sua operação ao substituir processos descentralizados por uma plataforma integrada.

Leia Também:  Oferta limitada impulsiona preços do feijão em janeiro; carioca lidera as valorizações, aponta Cepea

Com a mudança, pedidos, pagamentos e informações passaram a ser gerenciados em um único ambiente digital, conectando distribuidores, consumidores e indústria.

Segundo o diretor comercial da empresa, Paulo Passarini, a digitalização elevou o nível de eficiência operacional sem comprometer a proximidade com o cliente.

“A entrega domiciliar sempre fez parte da nossa história, mas a tecnologia trouxe mais organização, controle e capacidade de planejamento. Hoje conseguimos operar com mais eficiência e oferecer uma experiência mais consistente ao consumidor”, explica.

Dados e tecnologia fortalecem eficiência na cadeia de lácteos

Outro benefício da transformação digital está no acesso a informações mais precisas sobre hábitos de consumo, comportamento dos clientes e demanda regionalizada.

Com dados centralizados, as empresas conseguem ajustar ofertas, otimizar estoques e estruturar rotas de entrega de forma mais inteligente, reduzindo custos logísticos e desperdícios ao longo da cadeia.

Para especialistas do setor, a tecnologia tende a se consolidar como um dos principais vetores de competitividade da cadeia leiteira brasileira nos próximos anos.

Com a produção em crescimento e o consumo cada vez mais conectado à conveniência e à qualidade, modelos digitais devem ganhar relevância tanto na indústria quanto na distribuição.

“Existe uma grande oportunidade de modernizar a distribuição de alimentos no Brasil sem romper com modelos já consolidados. A tecnologia atua justamente como ponte entre produção, logística e consumidor final”, conclui Einat.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA