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Judiciário e Assembleia Legislativa lançam vídeo de alerta sobre sinais de violência doméstica

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso lançou um vídeo de conscientização sobre os tipos de violência contra a mulher, alertando para os sinais e a importância de denunciar a qualquer tempo.
 
No vídeo, que já está sendo veiculado em canais de TV aberta em Mato Grosso, os telespectadores e as telespectadoras são orientados a identificar todas as formas de violência contra a mulher.
 
As imagens mostram mulheres vivenciando diversas situações de violência praticadas por seus parceiros, enquanto o texto verbal, com legenda e tradução em libras para garantir acessibilidade, faz uma reflexão sobre o tempo e as mudanças que nós esperamos que ele traga.
 
Mas o vídeo faz o alerta de que o tempo não espera e, muitas vezes, não há outro momento para mudança que não seja o agora.
 
“Salvar sua vida não deve ser uma questão de tempo. Denuncie enquanto é tempo, a qualquer tempo. Ligue 190”, diz trecho do vídeo.
 
Veja exemplos de violência abordados:
 
Violência psicológica: ameaças, constrangimento, humilhação, isolamento.
 
Violência sexual: estupro, forçar atos sexuais, prostituição, casamento, gravidez ou abordo.
 
Violência patrimonial: controle do dinheiro, extorsão, furto, não pagamento de pensão.
 
Violência física: espancamentos, lesões, estrangulamento, tortura.
 
Violência moral: difamação, acusações, críticas mentirosas, desvalorização, exposição íntima.
 
O produto audiovisual é um trabalho realizado em parceria entre o Tribunal de Justiça de Mato Grosso, Corregedoria-Geral da Justiça, Assembleia Legislativa de Mato Grosso e Coordenadoria da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar no âmbito do Poder Judiciário (Cemulher).
 
 
#Paratodosverem
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição de imagem: arte digital colorida na cor roxa. Ao centro a imagem de um relógio e ao fundo as cenas de mulheres sofrendo violência. À esquerda o texto “salvar sua vida não deve ser uma questão de tempo” e à direita um pequeno quadrante “denuncie 190”. Assinam a peça os logos do Poder Judiciário, da Corregedoria, da Cemulher e da Assembleia Legislativa.
 
Mylena Petrucelli
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Justiça e Exército se unem em Rondonópolis para defender cultura da paz e acesso aos direitos

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Entre fardas, livros e reflexões sobre cidadania, o auditório do 18º Grupo de Artilharia de Campanha, em Rondonópolis, se transformou nesta segunda-feira (18) em um espaço de diálogo sobre pacificação social, direitos fundamentais e Justiça. A convite do comandante da unidade, tenente-coronel Joel Reis Alves Neto, o coordenador do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), juiz Wanderlei José dos Reis, ministrou palestra aos militares sobre acesso à Justiça, autocomposição e Justiça Restaurativa.

Logo no início da fala, o magistrado destacou sua ligação com o Exército Brasileiro e a importância da parceria institucional entre as duas instituições. “O militar não é melhor nem pior que ninguém, ele é diferente. O militar tem senso de responsabilidade, disciplina e proatividade. É uma honra estar aqui falando em nome do Poder Judiciário de Mato Grosso e trazendo uma mensagem institucional de pacificação social”, afirmou o juiz.

O comandante do 18º GAC, tenente-coronel Joel, ressaltou que o encontro fortalece o intercâmbio de conhecimentos entre as instituições e contribui para a formação humana dos militares. “A presença do Poder Judiciário dentro do quartel amplia horizontes e reforça valores importantes para a sociedade e para o próprio Exército, como diálogo, equilíbrio e responsabilidade social”, destacou.

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Direitos fundamentais e cidadania

Durante a primeira parte da palestra, o juiz Wanderlei abordou temas ligados ao projeto “Diálogos com as Juventudes”, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), explicando conceitos relacionados à Constituição Federal, direitos humanos e acesso à Justiça.

O magistrado explicou aos militares que o acesso à Justiça é um direito fundamental garantido pela Constituição e destacou a importância do conhecimento como instrumento de transformação social. “O acesso à Justiça começa pelo conhecimento. Conhecer a Constituição, conhecer as leis e compreender os próprios direitos é fundamental para o exercício da cidadania”, disse.

Ao falar sobre direitos fundamentais, o juiz Wanderlei também fez um paralelo histórico sobre a evolução do Estado Democrático de Direito e ressaltou o papel do Judiciário como garantidor da paz social e da proteção dos direitos individuais.

Exército e Judiciário pela pacificação social

O magistrado também relacionou a atuação do Judiciário à missão histórica de figuras importantes do Exército Brasileiro, como Duque de Caxias e Marechal Rondon. “Nós estamos aqui trazendo uma mensagem institucional de pacificação. Duque de Caxias foi conhecido como o pacificador e Marechal Rondon carregava um lema profundamente humano: ‘Morrer, se necessário for; matar, nunca’. Isso dialoga diretamente com aquilo que o Judiciário busca hoje”, afirmou.

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Ao encerrar a primeira palestra, o juiz reforçou que educação, leitura e conhecimento são ferramentas essenciais para transformação pessoal e social. “O conhecimento transforma. O homem é a medida do seu conhecimento. Quanto mais conhecimento, maior a capacidade de compreender seus direitos e contribuir para uma sociedade mais justa”, concluiu.

Autor: Roberta Penha

Fotografo: Josi Dias

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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