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Abiarroz intensifica ações para abertura do mercado chinês ao arroz brasileiro

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A Associação Brasileira da Indústria do Arroz (Abiarroz) participou de uma missão à China, entre os dias 15 e 19 de abril, para tratar de questões sanitárias e fitossanitárias relativas às negociações comerciais entre os dois países. A missão foi liderada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), com o objetivo de avançar no diálogo para a abertura do mercado chinês ao arroz brasileiro.

A delegação brasileira participou de reuniões no contexto da Subcomissão de Temas Sanitários e Fitossanitários, parte das preparações para a agenda da Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível de Concertação e Cooperação (Cosban), que é o principal mecanismo de diálogo entre Brasil e China.

A Abiarroz foi representada por Andressa Silva, diretora executiva, e Beatriz Sartori, gerente de exportação. Durante as reuniões, a associação destacou a alta qualidade do arroz brasileiro e ressaltou as práticas sustentáveis adotadas pelo setor. Além disso, a Abiarroz enfatizou o potencial do Brasil para suprir o mercado chinês, contribuindo para a segurança alimentar do país asiático.

A China possui uma cota de 2,66 milhões de toneladas para importação de arroz de grão longo fino. Como maior produtor mundial de arroz fora da Ásia, o Brasil tem capacidade para atender a essa demanda, tanto por ter condições de expandir a área plantada quanto por contar com capacidade ociosa na indústria orizícola.

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A expectativa da Abiarroz é que as negociações avancem a tempo de um acordo fitossanitário ser assinado até o final deste ano, possivelmente durante a visita do presidente da China, Xi Jinping, ao Brasil, ou na reunião da Cosban em 2025. No entanto, o ritmo das negociações dependerá da análise técnica dos requerimentos enviados pelas autoridades chinesas no início de 2024, bem como do interesse da China no arroz brasileiro.

Com essa missão, a Abiarroz busca abrir um importante mercado para o arroz brasileiro, reforçando as relações comerciais entre Brasil e China e criando oportunidades para a indústria orizícola nacional. O desenvolvimento dessas negociações é crucial para a diversificação do mercado de exportação e para fortalecer a posição do Brasil como grande fornecedor de arroz para o mundo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Feijão sobe no Brasil com oferta limitada e atraso na colheita no Paraná

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Os preços do feijão seguem firmes no mercado brasileiro neste início de maio, impulsionados pela menor oferta do grão e pelo atraso na colheita da segunda safra no Paraná, principal estado produtor do país. Segundo levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, as cotações do feijão carioca e do feijão preto avançaram nas principais regiões acompanhadas pelo centro de pesquisas.

De acordo com os pesquisadores, o desenvolvimento mais tardio das lavouras paranaenses e as chuvas irregulares registradas nas últimas semanas reduziram o ritmo das colheitas, mantendo limitada a disponibilidade de produto no mercado. Esse cenário tem reforçado a sustentação dos preços, especialmente diante da demanda ativa por lotes de melhor qualidade.

Além da oferta enxuta, novas revisões para baixo nas projeções da safra 2025/26 do Paraná aumentaram a atenção dos agentes do setor. O mercado também monitora as condições climáticas na região Sul, principalmente com a aproximação de uma frente fria, fator que pode impactar ainda mais o andamento das atividades no campo.

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No caso do feijão carioca, os preços permanecem em trajetória de alta, embora o volume de negociações siga moderado. Segundo o Cepea, compradores e vendedores adotaram postura cautelosa diante das cotações mais elevadas e da incerteza sobre a entrada mais consistente da nova oferta.

Já o feijão preto ganhou maior destaque no mercado interno, com aumento do interesse comprador e maior procura por grãos da segunda safra. A demanda aquecida e a oferta restrita contribuíram para a valorização do produto nas últimas semanas.

O cenário reforça a expectativa de manutenção da firmeza dos preços no curto prazo, especialmente enquanto a colheita no Paraná continuar avançando lentamente e a disponibilidade permanecer limitada nas regiões produtoras.

Fonte: Portal do Agronegócio

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