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Controle de vermes na pecuária: garantindo a saúde do seu rebanho e a lucratividade

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O controle de vermes em uma criação de animais é essencial para garantir a saúde do rebanho, seu bem-estar e a lucratividade da fazenda. As doenças parasitárias causadas por vermes podem levar a vários problemas, como perda de peso, diarreia, anemia, queda na produção de leite ou carne e até mesmo a morte do animal.

Entretanto, existem formas eficazes de prevenir esse tipo de transtorno através de várias técnicas e dicas que podem ser bastante úteis na prevenção contra esse tipo de doença.

O clima seco pode ajudar

Apesar de o clima seco não eliminar completamente os vermes, ele pode ser um aliado no controle das populações parasitárias. Segundo o médico veterinário do Clarion Biociências, laboratório da Agroquima, Ricardo Takafashi, em entrevista ao Canal Rural, em tempos de seca, os vermes não se proliferam, porém eles ainda permanecem dentro do animal.

“No período da seca, não temos ambiente propício para eles se desenvolverem fora do animal, e os vermes permanecem no mesmo”, afirma o médico. Isso porque a baixa umidade do ar torna mais difícil a sobrevivência de ovos e larvas dos vermes e diminui a chance da infestação do rebanho, o que não elimina o problema, mas ajuda a combatê-lo.

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Controle de vermes

Existem algumas medidas que podem ser tomadas para prevenir e controlar que as doenças parasitárias acabem se tornando um grande problema. Entre essas possíveis soluções, estão:

  • Exames parasitológicos periódicos: Através do exame das fezes em intervalos regulares, é possível identificar a presença de vermes e determinar qual tratamento é o mais adequado. A frequência dos exames pode variar de acordo com a idade dos animais, o manejo da pastagem e o histórico da propriedade com relação aos parasitas.
  • Tratamento estratégico: Tendo como base os resultados dos exames parasitológicos, o tratamento deve ser direcionado para os animais que apresentaram os parasitas através de um anti-helmíntico adequado à espécie de verme e à dosagem correta.
  • Manuseamento correto das pastagens: A rotação de pastagens, o controle de ervas daninhas e a adubação correta podem reduzir a presença de larvas dos vermes no ambiente e diminuir o risco de infestação no rebanho.
  • Controle de hospedeiros intermediários: Alguns tipos de vermes, como o fasciola hepática, que causa a fasciolose, precisam de hospedeiros intermediários, como caracóis, para completar o seu ciclo de vida. Esse controle também é crucial para prevenir a infestação.
  • Higiene básica: Limpar regularmente os currais, piquetes e outros locais onde os animais ficam confinados pode ajudar na redução da quantidade de ovos e larvas dos vermes nesses ambientes.
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Medicamentos podem ser boas saídas

Existem medicamentos que podem proteger bovinos, suínos, ovinos e caprinos contra vários tipos de vermes gastrintestinais e pulmonares.

Além dos bovinos, alguns medicamentos, como o Endogard 30kg, também pode ser usado em cães da fazenda para o controle de vermes intestinais. Porém, é essencial consultar um veterinário para determinar a dosagem correta e o intervalo adequado para as aplicações.

Benefícios do controle eficaz de vermes
Melhoria da saúde do rebanho

Com os animais livres de vermes, é possível notar um melhor desenvolvimento, aliado a um aumento de produtividade, e um risco pequeno de doenças. Sem contar a melhora significativa do bem-estar do animal, que passa a ter uma melhor qualidade de vida.

Aumento da lucratividade

Sem as doenças parasitárias, a redução causada pelas perdas de animais é diminuída drasticamente, o que resulta em um melhor retorno financeiro para o pecuarista e sua fazenda.

Fonte: Conversion + Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fenasucro & Agrocana 2026 reforça agenda ESG com rastreabilidade de emissões e gestão completa de resíduos

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A Fenasucro & Agrocana 2026, considerada o maior evento global voltado ao setor de bioenergia, intensifica sua estratégia de sustentabilidade ao incorporar novas práticas de mensuração de emissões de gases de efeito estufa (GEE) e gestão integrada de resíduos.

A 32ª edição da feira, realizada entre os dias 11 e 14 de agosto no Centro de Eventos Zanini, em Sertãozinho (SP), passa a adotar soluções mais robustas para monitoramento ambiental, com foco em transparência, rastreabilidade e redução de impactos ao longo de todas as etapas do evento.

Feira amplia controle de emissões com base no GHG Protocol

Uma das principais novidades desta edição é o aprimoramento do sistema de rastreamento das emissões de GEE, especialmente nas fases de montagem e desmontagem dos estandes.

A metodologia utilizada é baseada no GHG Protocol, padrão internacional mais utilizado para contabilização e reporte de emissões de carbono, o que garante maior confiabilidade e comparabilidade dos dados ambientais gerados pelo evento.

O programa integra o Canaoeste Green, desenvolvido em parceria com a Associação dos Plantadores de Cana do Oeste do Estado de São Paulo (Canaoeste), reforçando o compromisso do setor sucroenergético com práticas sustentáveis e mensuráveis.

Compensação de carbono é feita em áreas preservadas

A compensação das emissões de carbono ocorre em áreas de vegetação nativa preservadas por produtores associados à Canaoeste. Esses produtores possuem certificação internacional Bonsucro, que reconhece boas práticas ambientais na cadeia da cana-de-açúcar.

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Segundo o gestor de Sustentabilidade da Canaoeste, Fábio de Camargo Soldera, o programa fortalece um modelo baseado em resultados verificáveis.

“Além de contribuir para a mitigação das mudanças climáticas, o programa consolida um sistema de reconhecimento que valoriza produtores com desempenho ambiental mensurável”, afirma o executivo.

Gestão de resíduos integra todas as etapas da feira

Outra frente de destaque é a implementação de um sistema completo de gestão de resíduos, realizado em parceria com a Copercana BioCoop.

O modelo inclui pontos de coleta seletiva distribuídos pelo evento, sinalização específica para separação correta de materiais e uma área dedicada à triagem e destinação adequada dos resíduos gerados durante a feira.

A iniciativa busca ampliar o reaproveitamento de materiais e reduzir o impacto ambiental de um evento que reúne milhares de visitantes e centenas de expositores de todo o mundo.

Sustentabilidade como diretriz estratégica do setor

As ações fazem parte da estratégia da RX, organizadora da Fenasucro & Agrocana, que estabeleceu a meta de zerar suas emissões de carbono até 2040.

De acordo com Ana Paula Dias, gerente operacional de eventos da RX, a sustentabilidade precisa ser integrada ao planejamento sem comprometer a experiência dos participantes.

“Incorporar práticas sustentáveis em eventos de grande porte exige o engajamento de toda a cadeia envolvida, mantendo a eficiência operacional e a qualidade da experiência do público”, destaca.

Feira reforça papel do setor na transição energética

Para o diretor da Fenasucro & Agrocana, Paulo Montabone, as novas iniciativas refletem uma mudança estrutural na forma como o evento trata e comunica suas práticas ambientais.

“A sustentabilidade já faz parte da essência da feira, considerando que representamos um setor diretamente ligado à transição energética. O avanço atual torna esse compromisso ainda mais concreto e mensurável”, afirma.

Canaoeste recebe reconhecimento internacional em sustentabilidade

Parceira da Fenasucro & Agrocana em ações ambientais, a Canaoeste também foi destaque internacional recentemente ao receber o Prêmio RELX SDG Customer.

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A premiação reconhece iniciativas alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU).

O reconhecimento foi concedido com base nos resultados do Programa SEMEIA, que promove a disseminação de boas práticas ambientais e o fortalecimento da sustentabilidade na cadeia produtiva da cana-de-açúcar.

Com isso, a Fenasucro & Agrocana reforça sua posição não apenas como vitrine tecnológica do setor de bioenergia, mas também como referência em práticas sustentáveis aplicadas a grandes eventos globais.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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