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Novo estudo aponta caminhos para a abertura do mercado de gás natural no Brasil

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Um relatório inédito divulgado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), em parceria com o Movimento Brasil Competitivo (MBC) e a Fundação Getúlio Vargas (FGV), traz um diagnóstico detalhado sobre a abertura do mercado de gás natural no Brasil. O documento apresenta um panorama do setor, destacando áreas de potencial e indicando os principais desafios a serem enfrentados para tornar a indústria do gás mais competitiva e eficiente.

A abertura do mercado de gás natural tem sido objeto de discussões há mais de uma década, mas o cenário ainda apresenta desafios significativos. O novo relatório, com o apoio do Ministério de Minas e Energia, busca trazer insights sobre o segmento e propor caminhos para avançar na agenda. O vice-presidente e ministro do MDIC, Geraldo Alckmin, enfatiza que o objetivo é criar um ambiente favorável para consumidores e para o setor industrial. Ele espera que a melhoria do ambiente de negócios leve a mais investimentos e preços mais baixos.

Rogério Caiuby, conselheiro executivo do Movimento Brasil Competitivo, acredita que o relatório contribuirá para impulsionar a competitividade do mercado de gás. “Com este diagnóstico, temos uma visão mais clara da cadeia de valor do gás, permitindo compreender as complexidades envolvidas. Isso deve ajudar a formular estratégias de longo prazo para tornar o mercado mais competitivo e dinâmico”, disse Caiuby.

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A secretária de Competitividade e Política Regulatória do MDIC, Andrea Macera, destaca que o setor de gás natural enfrenta desafios em toda a cadeia produtiva. O diagnóstico visa identificar esses pontos críticos e oferecer soluções estratégicas para superá-los, criando condições para aumentar a oferta de gás natural a preços competitivos.

Principais Recomendações e Caminhos para o Futuro

O estudo destaca a importância de monitorar o processo de abertura do mercado de gás, promovendo transparência e padronização. Recomenda-se facilitar o acesso de terceiros às infraestruturas essenciais e aumentar a comercialização entre áreas de mercado ainda não integradas. Para alcançar maior competitividade, o documento sugere harmonizar as regulações estaduais, uma área-chave para reduzir barreiras e custos de transação.

Joísa Dutra, diretora do Centro de Estudos de Regulação e Infraestrutura da FGV (FGV CERI), reforça a necessidade de aprofundar as regulamentações trazidas pela nova lei do gás, visando destravar investimentos e promover o desenvolvimento do setor. Ela destaca que o projeto é um importante passo para melhorar a competitividade do gás no Brasil e promover a harmonização entre as esferas federais e estaduais.

O relatório foi apresentado em 22 de abril e está alinhado com as ações do Grupo de Trabalho (GT) do Programa Gás para Empregar, do Ministério de Minas e Energia, que também busca promover o melhor aproveitamento do gás natural produzido no Brasil.

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Iniciativas para Capacitação e Transparência

O relatório não apenas diagnostica o setor, mas também propõe ações para capacitar reguladores federais e estaduais. O MDIC lançou um curso de capacitação para promover a reestruturação da indústria do gás no Brasil, abordando a nova lei do gás e suas regulamentações. Além disso, está sendo construído o “Observatório SCPR/MDIC do Mercado de Gás Natural”, que deve oferecer mais transparência e previsibilidade para o setor, com lançamento previsto para junho deste ano.

O Crescimento do Setor de Gás Natural

O setor de gás natural no Brasil tem apresentado crescimento significativo nos últimos anos. Em 2023, o país atingiu um recorde na produção de gás natural, com 150 milhões de metros cúbicos por dia, um aumento de 9% em relação a 2022, e uma redução de 20% nas importações do produto. Esse crescimento reforça a importância de uma abordagem coordenada e estratégica para manter o setor em expansão, garantindo competitividade e sustentabilidade a longo prazo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Limpeza de praças e parques integra rotina de manutenção urbana em Cuiabá

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A limpeza e a conservação de praças e parques de Cuiabá seguem um cronograma permanente executado pela Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb). Na região central, onde há maior circulação de pessoas, os serviços são realizados de forma mais frequente, mas as ações também se estendem a bairros e espaços públicos de diferentes regiões da capital.

De acordo com o diretor técnico de Resíduos Sólidos da Limpurb, Guilherme Henrique Vinhal Caldas, a manutenção das praças da área central é realizada por meio de um plano de trabalho que contempla serviços como capina, roçagem e varrição. Segundo ele, todas as praças localizadas dentro do perímetro da Avenida Miguel Sutil integram esse planejamento operacional. No entanto, a execução dos serviços ocorre conforme cronograma estabelecido para cada local, enquanto a manutenção diária é concentrada na região central, especialmente no Centro Histórico e áreas circunvizinhas.

“Dentro do plano de trabalho, estão todas as praças do perímetro da Miguel Sutil. Só que essas praças não são feitas diariamente. As que são feitas diariamente são as da região central: Centro Histórico e regiões circunvizinhas. O trabalho nessa área acaba sendo um pouco mais intenso devido ao fluxo de pessoas, que é muito maior”, explicou.

Nas demais regiões da cidade, a Limpurb mantém equipes fixas em pontos considerados estratégicos e também desenvolve cronogramas por grandes áreas. Nas últimas semanas, os serviços contemplaram bairros como Boa Esperança, Santa Rosa e Despraiado, entre outros.

Na prática, as equipes realizam atividades como roçagem, capina, varrição, pintura de meio-fio e recolhimento de resíduos. A encarregada Edinalva Souza Ferreira informou que uma das equipes responsáveis pela manutenção das praças conta com 16 trabalhadores e atuou recentemente em espaços públicos como as praças Alencastro, Clóvis Cardoso, Rachid Jaudy e Santos Dumont, na região central.

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Segundo ela, além da rotina diária de manutenção, mutirões são realizados nos fins de semana para reforçar os serviços em áreas que apresentam maior demanda.

Conservação também alcança parques

Durante a apuração, equipes da reportagem encontraram trabalhadores da Limpurb atuando no Parque das Águas, um dos espaços de lazer mais frequentados da cidade. No local, a manutenção é realizada por uma equipe fixa de 15 pessoas, responsável pela limpeza das vias, banheiros, lixeiras, poda de vegetação e acompanhamento das condições da iluminação.

O encarregado do parque, Jailson César da Silva, destaca que um dos principais desafios enfrentados pelas equipes é o descarte inadequado de resíduos, especialmente copos e garrafas deixados próximos ou dentro do lago.

“Pedimos a colaboração da população para que utilize as lixeiras e ajude a manter o parque limpo”, afirmou.

Frequentadores percebem melhorias

Entre comerciantes, trabalhadores e usuários dos espaços públicos, a avaliação predominante é de que a conservação das áreas públicas tem apresentado avanços nos últimos anos.

A comerciante Estela Neves de Arruda, que possui um estabelecimento próximo à Praça Clóvis Cardoso, afirma que a limpeza influencia diretamente a movimentação de pessoas e a imagem da região.

“A higiene é importante para qualquer segmento. No nosso caso, que trabalhamos com alimentação, faz diferença”, disse. Para ela, a ampliação da segurança pública complementaria as melhorias observadas.

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O entregador Querubim Salomão, que trabalha na região da Praça Popular, relata que percebe manutenção frequente nos espaços públicos. Segundo ele, a situação atual difere da realidade observada anos atrás, quando algumas áreas apresentavam sinais de abandono.

Já a vendedora Victória Gabrieli avalia que a conservação contribui para aumentar a sensação de segurança. “Quando o espaço está limpo e movimentado, a sensação é de que não está abandonado”, comentou.

Na Praça Clóvis Cardoso, o vigilante Francisco Figueiredo também destaca a importância da manutenção para receber estudantes e frequentadores da biblioteca comunitária instalada no local. “O fluxo de pessoas é grande. É importante que a praça esteja em condições de receber o público”, observou.

Espaços limpos incentivam o uso pela população

A percepção positiva também foi registrada entre frequentadores do Parque das Águas. O estudante Pedro Henrique Silva de Anunciação afirma que encontra o local limpo sempre que o visita e considera a conservação um fator importante para atividades de lazer, exercícios físicos e convivência social.

“O ambiente limpo dá mais conforto para quem vem passear, andar de bicicleta ou praticar atividade física”, disse.

A manutenção contínua das praças e parques faz parte da estratégia de conservação dos espaços públicos da capital. Enquanto as equipes seguem o cronograma de limpeza em diferentes regiões da cidade, gestores e trabalhadores reforçam a necessidade da participação da população para preservar os locais e reduzir o descarte inadequado de resíduos.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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