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Café cai em Nova York com ajustes técnicos e aumento nos estoques certificados

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O mercado de café arábica em Nova York fechou em baixa nesta terça-feira, com ajustes técnicos e pressão dos estoques certificados. A Bolsa de Mercadorias e Futuros de Nova York (ICE Futures US) viu os preços caírem pelo segundo dia consecutivo, refletindo a volatilidade do mercado e a realização de lucros por parte dos investidores.

A recente alta nas cotações do café, que alcançaram os níveis mais elevados em mais de dois anos, indicou um mercado sobrecomprado, o que levou a ajustes e correções. Esse movimento, aliado ao aumento nos estoques certificados da bolsa, trouxe uma pressão adicional para os preços a curto prazo.

Os estoques certificados de café nos armazéns credenciados da ICE Futures US registraram, em 23 de abril de 2024, um total de 647.530 sacas de 60 quilos, um acréscimo de 7.860 sacas em relação ao dia anterior. Essa elevação na oferta é um dos fatores que contribuem para a tendência de baixa nas cotações.

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Os contratos para entrega em julho de 2024 fecharam a 221,85 centavos de dólar por libra-peso, uma queda de 5,80 centavos, ou 2,5%. Já os contratos para setembro fecharam a 220,10 centavos, com baixa de 5,65 centavos, também 2,5%.

Além dos ajustes técnicos, o mercado também acompanha a volatilidade no café robusta em Londres, reforçando a tendência de incerteza. Com as indicações de aumento na oferta e a realização de lucros após um período de alta, a pressão sobre os preços do café arábica pode continuar no curto prazo.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de carne suína do Brasil crescem 8,3% em abril e faturamento supera US$ 328 milhões

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As exportações brasileiras de carne suína seguiram em forte ritmo de crescimento em abril de 2026, impulsionadas principalmente pela demanda dos mercados asiáticos. Dados divulgados pela Associação Brasileira de Proteína Animal mostram que o Brasil embarcou 140 mil toneladas de carne suína no período, considerando produtos in natura e processados.

O volume representa alta de 8,3% em relação ao mesmo mês do ano anterior, quando foram exportadas 129,2 mil toneladas.

A receita obtida com os embarques também apresentou crescimento expressivo. Em abril, o setor faturou US$ 328,2 milhões, avanço de 8,8% frente aos US$ 301,5 milhões registrados no mesmo período de 2025.

Exportações acumuladas mantêm crescimento acima de 14%

No acumulado do primeiro quadrimestre de 2026, as exportações brasileiras de carne suína alcançaram 532,2 mil toneladas, volume 14,2% superior ao registrado entre janeiro e abril do ano passado, quando os embarques totalizaram 466 mil toneladas.

Em receita, o avanço acumulado também foi significativo. O setor somou US$ 1,244 bilhão nos quatro primeiros meses do ano, crescimento de 14,1% na comparação com igual intervalo de 2025, que havia registrado US$ 1,090 bilhão.

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O desempenho reforça o momento positivo das proteínas animais brasileiras no mercado internacional, especialmente diante da ampliação da demanda em países asiáticos.

Filipinas lideram compras de carne suína brasileira

As Filipinas mantiveram a liderança entre os principais destinos da carne suína brasileira em abril. O país importou 35,9 mil toneladas, crescimento de 20,6% em relação ao mesmo mês do ano passado.

Na sequência aparecem:

  • Japão: 16,6 mil toneladas (+131,9%)
  • China: 11,8 mil toneladas (-21,6%)
  • Chile: 11,1 mil toneladas (+22,8%)
  • Hong Kong: 8 mil toneladas (-34,3%)
  • Vietnã: 5,5 mil toneladas (+44,6%)
  • Argentina: 5,3 mil toneladas (-8,7%)
  • Singapura: 5,1 mil toneladas (-24,3%)
  • Uruguai: 4,6 mil toneladas (+12,7%)
  • México: 4,4 mil toneladas (-40,3%)

O forte crescimento das exportações para mercados de maior valor agregado, como o Japão, vem sendo observado com atenção pelo setor.

Ásia segue como principal motor das exportações

Segundo o presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal, Ricardo Santin, o fluxo internacional da carne suína brasileira continua bastante positivo em 2026, especialmente nos países asiáticos.

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De acordo com o dirigente, além da consolidação das Filipinas como principal destino das exportações brasileiras, mercados estratégicos vêm ampliando a demanda pela proteína animal produzida no Brasil.

O avanço consistente dos embarques reforça as perspectivas otimistas do setor para o restante do ano, sustentadas pela competitividade da produção brasileira e pela forte procura internacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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