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Produção de feijão-preto teria sido mais lucrativa na primeira safra, afirma Ibrafe

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O Instituto Brasileiro do Feijão e Pulses (IBRAFE) tem defendido há quatro anos a ideia de que o Brasil não precisa importar feijão-preto, mas pode, inclusive, exportar. Este ano, essa previsão se concretizou, embora o instituto destaque que a margem média de lucro na produção de feijões ainda precisa ser suficiente para incentivar os produtores a continuarem plantando no próximo período.

Segundo o IBRAFE, se os produtores do Paraná tivessem colhido feijão-preto na primeira safra, teriam obtido um ganho adicional de pelo menos R$ 30 a R$ 50 por saca. Além disso, a janela para exportações poderia ter sido muito maior. Com a colheita na segunda safra, a janela sem concorrências ficou reduzida a apenas um mês antes do início da safra argentina, restringindo oportunidades de negociação.

De acordo com dados do Departamento de Economia Rural (DERAL) do Paraná, o custo de produção do feijão-preto para um produtor que obteve 34 sacas foi de R$ 182 por saca nesta segunda safra. Se a produção tivesse ocorrido na primeira safra, as margens poderiam ter sido maiores, beneficiando os agricultores e ampliando as chances de exportação.

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O IBRAFE segue empenhado em propor alternativas para maximizar o lucro dos produtores de feijões, acreditando que a lucratividade é essencial para que os agricultores continuem investindo na cultura e contribuam para tornar o Brasil autossuficiente em feijão-preto, além de aumentar a participação no mercado internacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Prefeitura de Cuiabá inicia atendimentos para cirurgia bariátrica na rede municipal

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), através da Secretaria Adjunta de Atenção Hospitalar e Complexo Regulador, inicia nesta sexta-feira (8) os primeiros atendimentos ambulatoriais voltados à cirurgia bariátrica na rede municipal de saúde.

Os atendimentos começam às 13h, no ambulatório do Hospital Santa Helena, unidade credenciada ao município. Nesta primeira etapa, dez pacientes serão atendidos. A previsão é que sejam realizadas cerca de 40 consultas por mês, com média de dez pacientes por semana.

A iniciativa marca o início da linha de cuidado municipal para pacientes com obesidade grave, garantindo acompanhamento integral pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Até então, os moradores de Cuiabá dependiam exclusivamente da fila estadual para acesso ao procedimento.

O acesso ao atendimento será feito exclusivamente por meio das Unidades Básicas de Saúde (UBSs). O paciente deverá procurar a unidade de referência, onde passará por avaliação médica. Após análise dos critérios clínicos, incluindo Índice de Massa Corporal (IMC) e demais condições de saúde, o profissional poderá encaminhar o paciente para a regulação via SISREG.

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Além da consulta especializada, toda a linha de cuidado será ofertada pela rede pública municipal, incluindo exames laboratoriais, endoscopia, colonoscopia, ultrassonografia de abdômen completo e acompanhamento multiprofissional com endocrinologista, psiquiatra e psicólogo.

A Secretaria Municipal de Saúde ressalta que a entrada na fila não garante automaticamente a realização da cirurgia. Todos os pacientes serão avaliados pela equipe médica especializada, que poderá indicar ou contraindicar o procedimento conforme as condições clínicas apresentadas.

Atualmente, 54 pacientes de Cuiabá aguardam atendimento para cirurgia bariátrica. Com a implantação dos atendimentos ambulatoriais na rede municipal, o município amplia o acesso ao tratamento especializado e fortalece a assistência aos pacientes com obesidade.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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