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Mercados chineses sofrem pressão; Hong Kong fecha em alta

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Os mercados acionários da China fecharam em queda nesta terça-feira, em grande parte pressionados por ações cíclicas, especialmente as de metais, enquanto o mercado de Hong Kong encerrou em alta graças ao bom desempenho das empresas de tecnologia.

Os setores de metais não ferrosos registraram uma queda significativa de 4,5%, liderando as perdas no mercado chinês. Além disso, as ações relacionadas ao carvão recuaram 2,4%, indicando uma tendência de baixa nesses segmentos industriais.

Por outro lado, as ações de tecnologia impulsionaram o índice Hang Seng, de Hong Kong. Destaque para a Meituan, uma das maiores empresas de entregas da China, que registrou um crescimento de 8,0%, e para a JD.com, gigante do comércio eletrônico, que subiu 6,1%. Essas altas ajudaram a compensar as quedas vistas nos mercados chineses.

No fechamento, o índice de Xangai apresentou uma queda de 0,74%, enquanto o índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, caiu 0,7%. Em contraste, o índice Hang Seng, de Hong Kong, subiu 1,92%.

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O mercado asiático também registrou diferentes desempenhos. Em Tóquio, o índice Nikkei subiu 0,30%, atingindo 37.552 pontos, enquanto em Seul, o índice KOSPI caiu 0,24%, fechando em 2.623 pontos. Em Taiwan, o índice TAIEX teve alta de 0,97%, alcançando 19.599 pontos, e em Cingapura, o índice STRAITS TIMES valorizou-se em 1,47%, chegando a 3.272 pontos.

Já em Sydney, na Austrália, o índice S&P/ASX 200 encerrou o dia com um avanço de 0,45%, atingindo 7.683 pontos, indicando uma tendência positiva em algumas partes do mercado asiático, apesar da pressão vivenciada na China.

Fonte: Portal do Agronegócio

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CerradinhoBio supera R$ 1,5 bilhão de EBITDA e amplia lucro em 90% na Safra 2025/2026

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Resultados reforçam eficiência operacional e estratégia de diversificação

A CerradinhoBio, empresa do setor de bioenergia que atua na produção de etanol, açúcar, energia e nutrição animal a partir de matérias-primas renováveis como cana-de-açúcar e milho, divulgou os resultados consolidados da Safra 2025/2026 com desempenho recorde.

O EBITDA da companhia atingiu R$ 1,536 bilhão, crescimento de 35% em relação ao ciclo anterior. O EBIT ajustado somou R$ 1,026 bilhão, alta de 42%. Já o lucro líquido chegou a R$ 372,7 milhões, avanço expressivo de 90% na comparação anual.

A receita líquida consolidada foi de R$ 4,288 bilhões, enquanto a alavancagem financeira recuou de 2,00x para 1,40x (dívida líquida/EBITDA), uma redução de 30% em relação a março de 2025.

Mix produtivo mais diversificado sustenta crescimento

O desempenho da companhia reflete a consolidação da estratégia de diversificação do portfólio, com maior participação do açúcar e do etanol de milho na composição das receitas.

Segundo a empresa, a safra foi marcada por resultados operacionais consistentes e recordes históricos em diferentes frentes de produção, reforçando a eficiência do modelo integrado de negócios.

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Moagem de cana e milho cresce e impulsiona produção

A moagem de cana-de-açúcar totalizou 5,181 milhões de toneladas, alta de 8% em relação à safra anterior. No segmento de milho, a moagem alcançou 1,514 milhão de toneladas, crescimento de 4%.

A produção de açúcar VHP somou 415 mil toneladas, salto de 195% na comparação anual. O resultado reflete a conclusão da segunda fase da fábrica de açúcar dentro do prazo previsto, permitindo que 62% do mix da cana fosse direcionado à produção do adoçante.

Etanol de milho ganha protagonismo no portfólio

A produção total de etanol atingiu 865 mil metros cúbicos na safra. Desse volume, 687 mil m³ foram provenientes das unidades de etanol de milho.

O segmento também registrou crescimento na coprodução de derivados, com 362 mil toneladas de DDGs (+3%) e 28,6 mil toneladas de óleo (+9%), reforçando o aproveitamento industrial da cadeia do milho.

Gestão financeira e execução de projetos são destaques

Para o CEO da CerradinhoBio, Renato Pretti, a safra marcou um avanço relevante na qualidade operacional e na execução de projetos estratégicos.

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Segundo ele, a companhia fortaleceu sua estrutura de capital ao reduzir a alavancagem e, ao mesmo tempo, direcionou investimentos para iniciativas com retorno mais rápido e sinergias operacionais.

“Os resultados demonstram a capacidade da companhia de gerar valor, mesmo em um ambiente setorial desafiador”, destacou o executivo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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