AGRONEGÓCIO

Trator com 105 cavalos de potência e condições especiais para aquisição de equipamentos são os destaque da YANMAR para a Agrishow 2024

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A YANMAR, multinacional japonesa fabricante de maquinário compacto, desembarca na 29ª edição da Agrishow com um portfólio completo de soluções para o agronegócio brasileiro, destinados a atender, principalmente, às necessidades dos pequenos e médios agricultores. Dentre os principais destaques da marca, estão o lançamento do trator YANMAR Solis 105, que marca a entrada da empresa na comercialização de tratores acima de 100 cavalos de potência e as condições especiais de financiamento na aquisição das máquinas YANMAR.

“Nossa missão é garantir que todos os produtores, independentemente do porte da propriedade, tenham acesso a equipamentos de alta performance”, afirma Fernando Figueiredo, gerente Comercial Agrícola da YANMAR South America. “O YANMAR Solis 105 se apresenta como uma alternativa mais acessível e eficiente se comparado com os tratores de grande porte, que muitas vezes são incompatíveis com as demandas e orçamentos dos agricultores familiares”.

Democratizando o acesso à mecanização, a YANMAR também passa a oferecer a oportunidade de adquirir alguns modelos de tratores por meio do programa Mais Alimentos. Com taxas de juros atrativas e prazos flexíveis, o programa impulsiona a produtividade no campo e facilita a vida dos pequenos e médios produtores.

“A agricultura familiar é a alma do agronegócio brasileiro. Por isso, vamos além de soluções inovadoras, oferecendo condições de pagamento especiais que tornam a aquisição de nossos equipamentos viável”, destaca Figueiredo. “Além do Mais Alimentos, contamos com financiamentos competitivos por meio do DLL, banco de fábrica YANMAR.”

Soluções completas para todas as necessidades também estarão no estande da YANMAR. Além do novo trator, a marca coloca em exposição a colheitadeira YANMAR YH 880, única classe 2 do mercado brasileiro. Compacta, a máquina se destaca pela versatilidade, uma vez que consegue alcançar áreas de difícil acesso, como recortes, que os produtores aproveitam para o plantio, e também locais úmidos, as quais as colheitadeiras de grande porte não conseguem trabalhar. A colheitadeira da YANMAR também é a única do mercado a ser projetada sob esteira de borracha, tendo todo o seu peso distribuído, diminuindo consideravelmente a compactação de solo. Para garantir esse alto nível de rendimento ao produtor, a máquina é equipada com motor 4TNV98T que conta com quatro válvulas por cilindro e injeção direta de combustível, entregando uma operação mais econômica e segura. Outro destaque da máquina é o rotor duplo, que garante a qualidade da limpeza dos grãos, atingindo até 1% de impureza e sem significativas perdas, mesmo durante uma colheita de alta velocidade.

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A transplantadeira de mudas PH1 é outra solução da marca desenvolvida para atender as reais necessidades da agricultura familiar, já que sua principal funcionalidade é a substituição da mão-de-obra manual. Ela proporciona mais velocidade, além de uniformidade e menos perdas durante o plantio de hortaliças. Equipada com motor 4 tempos, à gasolina, da Mitsubishi, com 3 cv de potência, possui sensores e atuadores gerenciados por uma bomba elétrica, que são capazes de manter a profundidade e acompanhar a inclinação do terreno durante o plantio.

Com o tanque de combustível de 2,4 litros, o produtor tem autonomia para até 7 horas de trabalho ininterrupto. Outra vantagem da máquina é a alta produtividade, já que com ela, o produtor consegue plantar até 20 mil mudas por dia, considerando um trabalho de 8 horas, o que significa dobrar o plantio no comparativo com o trabalho manual, que soma, em média, cerca de 10 mil mudas/dia.

Outro diferencial competitivo da máquina é a qualidade, uma vez que o equipamento é capaz de preservar as principais características das mudas. Ao considerar também o índice de perda, a transplantadeira PH1 YANMAR atinge entre 6% a 8%, dependendo das condições do plantio, registrando uma diferença de quase metade da média do manual, que atinge entre 10% a 15%.

Portfólio de tratores

Outras soluções apresentadas pela marca para os produtores são os tratores YANMAR YM 347, e tratores YANMAR Solis de 26 a 90 cv de potência.

Trator YM 347. Fabricado 100% pela YANMAR, o modelo é a solução ideal para trabalhar em culturas que demandam um equipamento estreito, como café, hortaliças e fruticultura. Econômico e eficiente, além de confortável para o operador, conta com 47.6 cv de potência e motor YANMAR 4TNV88, um dos mais eficientes do mercado e uma transmissão também exclusiva com tecnologia YANMAR. O modelo também se evidencia pela baixa compactação no solo.

Tratores Solis: Eleito o trator do ano de 2019/2020, o Trator Solis 26 possui 24 cv de potência e sua versatilidade permite atuar nas mais distintas aplicações, onde se faz necessário um trator estreito e baixo. Na agricultura, pode ser utilizado, por exemplo, em operações de manutenção, como pulverização de culturas adensadas anuais, como as de tomate e vagem, e também perenes, como café, uva, pêssego e caqui; bem como operação em estufas, onde o espaço é reduzido; instalações agropecuárias, como aviários e currais, também podem se beneficiar do equipamento.

O modelo também está disponível na versão com transmissão 9×9. Com reversor sincronizado; gama de velocidades alta, média e baixa; transmissão constant Mesh; embreagem simples e embreagem de segurança interna à transmissão, o modelo é ideal para utilização de implementos de alta inércia. Além disso, possui uma plataforma de operação diferente, que é mais plana e proporciona mais comodidade ao operador. Desenvolvido para operação com pá frontal, o equipamento permite atuar nas mais distintas aplicações.

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As alavancas para trocas de marchas e de gama de velocidades do modelo, também é diferente neste modelo. Elas foram reposicionadas para facilitar a direção e proporcionar mais conforto.

O modelo Solis 60, por sua vez, possui 60 cv de potência e forte desempenho na preparação de solo, devido principalmente, à grande distância entre eixos, que aumenta a tração e diminui a possibilidade de empinamento, favorecendo operações como aração e subsolagem. O equipamento conta ainda com embreagem dupla de dois estágios, que favorece o trabalho com roçadeiras e ensiladeiras, onde é possível parar o movimento do trator sem interromper o movimento da tomada de potência.

Destinados à fruticultura e à cafeicultura, os modelos Solis 75 e Solis 90, que vão de 75 a 90 cv, respectivamente, atendem especialmente culturas perenes e adensadas que necessitam de máquinas compactas e versáteis. Apesar do pequeno porte, os tratores possuem um motor turbo de grande desempenho com alto torque mesmo em baixas rotações, que garantem uma operação mais eficiente, principalmente em implementos que necessitam de alta potência na TDP, como o triturador e o turbo atomizador. O modelo ainda se destaca pela opção de segunda velocidade – TDP Econômica, que proporciona maior rendimento e economia de combustível. Os equipamentos também estão disponíveis na TDP Proporcional, sendo possível realizar a inversão da rotação do eixo TDP em marcha ré. Ambos possuem sistema hidráulico com capacidade para 2.500 Kg, além de duas válvulas de controle remoto de linha.

Já o Trator Solis 80 se destaca pelo alto desempenho na preparação de solo, diretamente relacionado à disposição dos eixos, que aumenta a aderência dos pneus e diminui a possibilidade de empinamento, também favorecendo operações como aração e subsolagem. Outro diferencial competitivo do modelo está no motor quatro cilindros turbo com intercooler, que possibilita maior desempenho e menor emissão de fumaça; direção hidrostática, que assegura uma operação mais rápida e confortável, e o sistema autolift, que funciona como uma memória de posicionamento da altura do implemento.

Fonte: YANMAR

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Milho avança no Paraná: primeira safra cresce 31% e segunda safra alcança maior área da história

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O cultivo de milho ganhou força no Paraná na safra 2025/26 e deve resultar em uma das maiores produções já registradas no estado. Dados do relatório mensal do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), mostram que a área destinada ao cereal cresceu significativamente tanto na primeira quanto na segunda safra.

O principal fator para a expansão foi a maior estabilidade dos preços do milho em comparação à soja, levando produtores a ampliarem os investimentos na cultura.

Primeira safra de milho cresce 31% no Paraná

A área cultivada com milho na primeira safra alcançou 364,9 mil hectares, avanço de 31% em relação aos 278,3 mil hectares registrados no ciclo anterior.

Segundo o agrônomo Edmar Gervásio, do Deral, a mudança no cenário de mercado foi determinante para a decisão dos produtores.

“O milho apresentou uma perspectiva de comercialização mais favorável do que a soja, que vem enfrentando preços menos atrativos. Além disso, a cultura possui elevado potencial produtivo, o que estimulou a ampliação da área plantada”, destacou.

Com o aumento da área e boas condições climáticas ao longo do ciclo, a produção da primeira safra ultrapassou 4 milhões de toneladas.

Segunda safra bate recorde histórico de área

Na segunda safra, o milho avançou sobre áreas tradicionalmente ocupadas pelo trigo e atingiu um novo recorde estadual.

A cultura ocupa atualmente 2,9 milhões de hectares, crescimento de 7% em comparação à safra passada e a maior área já registrada para o cereal no Paraná.

Caso as condições climáticas permaneçam favoráveis, especialmente sem ocorrência de geadas severas nas próximas semanas, a expectativa é de uma colheita superior a 17,5 milhões de toneladas.

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As geadas recentes causaram impactos pontuais em algumas regiões do Sul do estado, mas sem prejuízos significativos para o potencial produtivo da safra.

Com isso, a soma das duas safras pode levar a produção estadual de milho a superar 21 milhões de toneladas em 2026.

Soja mantém uma das maiores colheitas da história

Apesar da migração de parte das áreas para o milho, a soja também registrou um desempenho expressivo no Paraná.

A produção estadual foi estimada em 21,7 milhões de toneladas, consolidando-se entre as três maiores safras já obtidas pelo estado.

O resultado reforça a importância do Paraná como um dos principais polos produtores de grãos do Brasil.

Trigo avança e clima pode favorecer lavouras

O plantio do trigo segue em ritmo acelerado. Mais de 61% da área prevista já foi semeada, e a expectativa é que a cultura ocupe cerca de 722 mil hectares nesta temporada.

A produção está estimada em 2,4 milhões de toneladas.

De acordo com técnicos do Deral, a possibilidade de um evento climático associado ao El Niño no segundo semestre pode trazer um inverno mais ameno e com maior volume de chuvas, cenário considerado positivo para o desenvolvimento do trigo e para a implantação da próxima safra de verão.

Batata e cebola enfrentam desafios no campo

Entre as hortaliças, a primeira safra de batata foi concluída com redução de área e produção em comparação ao ciclo anterior.

As chuvas também prejudicaram a colheita da segunda safra, resultando em queda estimada de 2% na produção e redução de 6% na produtividade.

No caso da cebola, a área cultivada continua em trajetória de retração tanto no Paraná quanto em outras regiões produtoras do país.

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Os primeiros levantamentos da safra 2026/27 indicam que já foram plantados 212 hectares, o equivalente a 9% da área projetada de 2,4 mil hectares. A expectativa é colher aproximadamente 93,3 mil toneladas.

Segundo o Deral, a redução da área ocorre em função dos baixos preços recebidos pelos produtores nos últimos anos, consequência da elevada oferta do produto no mercado.

Por outro lado, os avanços tecnológicos vêm impulsionando a produtividade. O uso de híbridos, semeadura direta e sistemas de irrigação elevou o rendimento médio das lavouras de 26 mil kg por hectare em 2018 para mais de 39 mil kg por hectare na safra atual.

Leite e frango sustentam bom momento do agronegócio paranaense

O boletim semanal do Deral também aponta valorização em toda a cadeia leiteira. A menor captação pelas indústrias elevou o preço do leite cru pago ao produtor, que registrou alta de 13% em relação à média de abril.

Na avicultura, o Paraná segue liderando as exportações brasileiras de carne de frango. Entre janeiro e abril, o estado embarcou 791,1 mil toneladas do produto, gerando receita de US$ 1,43 bilhão.

O volume exportado cresceu 6,2%, enquanto o faturamento avançou 4,1%, impulsionado pela demanda consistente de mercados estratégicos como China e Japão.

Paraná reforça liderança na produção de grãos e proteínas

Os números divulgados pelo Deral confirmam a força do agronegócio paranaense em 2026. O avanço recorde da área de milho, aliado ao elevado desempenho da soja, do trigo, da pecuária leiteira e da avicultura, consolida o estado como um dos principais motores da produção agropecuária brasileira.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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