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Concluída a safra 23/24 de cana-de-açúcar em Alagoas

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Com o encerramento da moagem nas usinas Sumaúma e Porto Rico, a safra 23/24 de cana-de-açúcar foi finalizada em Alagoas. Segundo dados preliminares coletados pelo departamento Técnico do Sindicato da Indústria do Açúcar e do Álcool de Alagoas (Sindaçúcar-AL), a moagem totalizou mais de 19,1 milhões de toneladas de cana beneficiadas, sem contabilizar ainda os números finais das duas unidades industriais.

Cândido Carnaúba, coordenador Técnico do Sindaçúcar-AL, informou que, embora ainda não haja números percentuais precisos, houve uma diminuição de aproximadamente 1,3 milhão de toneladas em relação à safra anterior. No entanto, a quantidade de produtos finais aumentou, com um acréscimo tanto na produção de etanol quanto de açúcar. Destacou-se um aumento de cerca de seis quilos de açúcar por tonelada de cana em comparação com a safra anterior.

Carnaúba explicou que a safra anterior sofreu com a colheita tardia de cana, o que impactou negativamente a produtividade. Porém, na safra 23/24, a cana foi colhida nos meses de fevereiro e março, resultando em uma qualidade melhor e uma produção mais satisfatória de etanol e açúcar.

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Apesar da queda nos preços dos produtos durante a safra, houve sinais de recuperação ao final do ciclo, conforme observado por Carnaúba. Ele também mencionou que, durante a safra, foram registradas quedas no Índice de Açúcar Total Recuperável (ATR).

Olhando para o futuro, Carnaúba prevê que o próximo ciclo de cana em Alagoas poderá ser semelhante ao da safra 23/24 ou até repetir os resultados da safra 22/23. Ele enfatizou a importância de voltar a atenção para os cuidados com o canavial e aguardar a próxima safra com expectativa. A safra 23/24 teve início na segunda quinzena de agosto do ano anterior, contando com 15 unidades industriais em operação e se estendendo por mais de sete meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Safra de café em Minas Gerais avança com expectativa de recuperação produtiva e pressão nos preços

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A safra de café 2026 em Minas Gerais avança com perspectiva de recuperação produtiva e melhora na qualidade dos grãos, segundo novo levantamento divulgado pelo Sistema Faemg Senar. Apesar do cenário mais positivo no campo, produtores seguem cautelosos diante da volatilidade do mercado internacional, da pressão sazonal da colheita e das incertezas climáticas para os próximos meses.

De acordo com o informativo de mercado do café referente a maio de 2026, a safra mineira está na fase preparatória para a colheita, embora algumas regiões já apresentem trabalhos bastante avançados.

Colheita de café avança no Cerrado Mineiro e Matas de Minas

Segundo os relatos de campo apresentados no levantamento, regiões como Matas de Minas e Cerrado Mineiro já registram avanço significativo da colheita devido à altitude, utilização de variedades mais precoces e aplicação de maturadores.

A expectativa do setor é de uma safra maior em relação ao ciclo anterior, com recuperação da produtividade e melhora na qualidade física dos grãos.

Os técnicos apontam que os cafés apresentam peneira maior e melhor formação, cenário que pode favorecer o rendimento industrial e ampliar o potencial para produção de cafés especiais em Minas Gerais.

Mercado futuro do café oscila com expectativa de maior oferta brasileira

No mercado internacional, os contratos futuros do café arábica negociados na ICE Futures US registraram forte volatilidade durante abril.

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Segundo o relatório, o movimento refletiu ajustes técnicos provocados pela expectativa de avanço da colheita brasileira — fator considerado baixista — ao mesmo tempo em que preocupações climáticas e estoques globais ainda apertados ofereceram sustentação às cotações.

A média mensal do contrato maio/2026 ficou em US$ 3,00 por libra-peso, equivalente a aproximadamente R$ 1.996,70 por saca, retração de 3% frente ao mês anterior.

Mesmo com expectativa de safra maior no Brasil, o mercado ainda não trabalha com cenário confortável de oferta global, o que mantém a volatilidade elevada nas negociações internacionais.

Mercado físico do café em Minas Gerais registra queda nos preços

No mercado físico brasileiro, os preços também recuaram em abril, embora as negociações tenham permanecido relativamente sustentadas pela postura cautelosa dos produtores.

Segundo o levantamento, muitos cafeicultores seguem segurando parte das vendas à espera de preços mais atrativos.

O indicador do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada para café arábica tipo 6 bebida dura registrou média mensal de R$ 1.811,90 por saca, queda de 6,3% no período.

Entre as regiões produtoras de Minas Gerais, todas encerraram abril em baixa:

  • Montanhas de Minas: queda de 7,2%, com média de R$ 1.685,50/sc;
  • Chapada de Minas: retração de 2,8%, média de R$ 1.735,00/sc;
  • Cerrado Mineiro: média de R$ 1.871,40/sc, queda de 4,5%;
  • Sul de Minas: média de R$ 1.861,60/sc, baixa de 5,6%.
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Clima e risco de geadas seguem no radar do setor cafeeiro

As condições climáticas continuam sendo um dos principais fatores de atenção para os produtores de café em Minas Gerais.

O relatório aponta que maio marca a transição entre o período úmido e o seco nas regiões cafeeiras do estado, com redução gradual das chuvas e temperaturas ainda acima da média.

No entanto, a entrada de frentes frias aumenta o risco de ocorrência de geadas, especialmente nas áreas produtoras de café arábica.

O setor acompanha de perto a evolução do clima, já que eventuais episódios de frio intenso podem afetar a produtividade e a qualidade das lavouras durante a fase de colheita e desenvolvimento final da safra.

Especialistas recomendam que os produtores monitorem simultaneamente o mercado físico, os contratos futuros e as previsões meteorológicas para melhorar a gestão comercial e reduzir riscos diante da volatilidade atual do setor cafeeiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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