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Corpo de Bombeiros de Mato Grosso participa de evento global da ONU sobre desastres e ajuda humanitária

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) participou de um evento global da ONU sobre desastres e ajuda humanitária, realizado em Minas Gerais. O encontro, promovido pelo Grupo Consultivo Internacional de Busca e Resgate (INSARAG) e pelo Escritório de Coordenação de Assuntos Humanitários das Nações Unidas, ocorreu entre os dias 15 e 17 de abril. Essa foi a primeira vez que o evento foi realizado no Brasil.

Durante o evento, equipes de busca e resgate do CBMMT estiveram presentes, juntamente com representantes de diversos países, incluindo Canadá, Chile e Austrália. Essa oportunidade permitiu que os participantes debatessem e discutissem melhorias nos procedimentos de busca e resgate em casos de desastres, fortalecendo a cooperação internacional para uma atuação conjunta nessa área. 

De acordo com o comandante-geral do CBMMT, coronel Alessandro Borges Ferreira, esse evento é uma oportunidade valiosa para as equipes de busca e resgate das corporações dos bombeiros militares do Brasil e agentes de outros países se reunirem e discutirem questões relacionadas à padronização e coordenação da resposta humanitária a diversos desastres.

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“Ao debater e discutir a padronização, as equipes podem trabalhar para desenvolver protocolos e procedimentos comuns que possam ser seguidos em diferentes contextos e países. Isso pode facilitar a colaboração e a cooperação entre as equipes durante operações conjuntas que envolvam mais de uma nação”, destacou o comandante-geral.

Participaram do evento o tenente-coronel Faro, especialistas em Salvamento Terrestre/Salvamento em Desastres do Corpo de Bombeiros, como o capitão BM Rivaldo Miranda de Andrade, a soldado BM Camila Trevisol e o soldado BM Pedro Henrique Santana dos Santos.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

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Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

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Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

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Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

Fonte: Governo MT – MT

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