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Stoller lança inovação para impulsionar o crescimento da cultura do amendoim no Brasil

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A cultura do amendoim está conquistando mercados globais e impulsionando o crescimento econômico do Brasil, afinal é um dos poucos produtos com amplo espaço para expandir a área de cultivo. Com clima favorável, avanços tecnológicos e aprimoramento na qualidade do grão, o país testemunhou um notável aumento na produção, conforme dados da Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Amendoim e Balas (Abicab). Entre 2019 e 2022, a produção nacional de amendoim cresceu surpreendentes 60%, atingindo quase 900 mil toneladas. As exportações em 2022 somaram 285,6 mil toneladas, gerando uma receita de US$ 333,4 milhões, posicionando o Brasil como o 6º maior exportador mundial, destacando-se, principalmente, pelo protagonismo do estado de São Paulo, sendo também o maior produtor da oleaginosa, com estimativa de 190 mil hectares cultivados.

Diante deste cenário promissor, os agricultores enfrentam vários desafios no cultivo da cultura do amendoim, tais como plantio em solos arenosos (de baixa fertilidade), deficiência hídrica, temperaturas altas, doenças, entre outros. A Stoller do Brasil, uma empresa Corteva Agriscience, líder em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), apresenta uma inovação significativa para a cultura: o conceito Amendoim 360°, que reforça a importância da combinação entre conhecimento técnico e a experiência prática dos produtores no campo, oferecendo soluções personalizadas para os diferentes cenários da produção do amendoim.

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Programas de manejo do conceito amendoim 360º

Composto por três programas de manejo, o Amendoim 360° visa aprimorar o atendimento aos agricultores. O primeiro, “Comece bem”, foca na fase inicial da cultura, otimizando o estabelecimento do amendoim por meio do maior crescimento do sistema radicular, aumento da eficiência do uso da água e maior aporte de nitrogênio. O segundo, “Amendoim forte”, são soluções fisiológicas que visam maximizar os componentes de produtividade (vagens/m² e peso de vagens) e tornar as plantas mais tolerantes a estresses. Por fim, o conceito “Nutra&Defenda” que tem como objetivo promover uma nutrição equilibrada ao longo do ciclo, visando tornar as plantas mais resistentes a doenças tais como mancha castanha e pinta preta, comuns na cultura do amendoim, que mesmo com até oito aplicações de fungicidas, não se consegue controlar 100%.

João Vitor G. Pasquetto, engenheiro agrônomo de Desenvolvimento de Mercado da Stoller, reforça: “O Amendoim 360° tem como objetivo ter um olhar crítico e diferenciado para a lavoura, desde a implantação até a colheita, olhando para todos os ângulos (desafios e características) da cultura do amendoim”.

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Pasquetto destaca também a importância do manejo de micronutrientes, muitas vezes negligenciados. No caso do amendoim, a produção de mais vagem por metro quadrado é crucial para aumentar a produtividade. Neste cenário, o manejo com micronutrientes e hormônios promotores de crescimento têm grande importância no aumento do número de vagens por planta.

“Pesquisas indicam que temperaturas acima de 33°C e alta severidade de doenças afetam negativamente o número de peso de vagens. O Amendoim 360° visa tornar as plantas mais tolerantes a estresses abióticos (inclusive temperatura) e doenças, contribuindo para o aumento da produtividade”, finaliza.

A Stoller busca fortalecer sua relação com os produtores de amendoim, fornecendo conhecimento, serviços e tecnologias inovadoras para a cultura. O conceito Amendoim 360° não é um manejo engessado, permitindo, com o uso do conhecimento assertivo e gestão do investimento, aumentar a produtividade, gerando maior lucro líquido e reduzindo o custo por saco de amendoim produzido.

Fonte: Stoller do Brasil

Fonte: Portal do Agronegócio

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Raízen reduz moagem de cana em quase 10% na safra 2025/26, mas amplia produção de açúcar e etanol de segunda geração

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A Raízen, uma das maiores produtoras de açúcar, etanol e bioenergia do mundo, encerrou a safra 2025/26 (abril de 2025 a março de 2026) com uma moagem de 70,5 milhões de toneladas de cana-de-açúcar, volume 9,8% inferior ao registrado no ciclo anterior, quando foram processadas 78,2 milhões de toneladas.

Segundo a companhia, o desempenho foi impactado principalmente pelas condições climáticas adversas ao longo da safra, que reduziram a disponibilidade de matéria-prima e afetaram a produtividade agrícola dos canaviais. Além dos efeitos do clima, decisões estratégicas relacionadas à otimização dos ativos industriais também contribuíram para a retração do volume processado.

Clima reduziu oferta de cana

Em comunicado ao mercado, a Raízen informou que a principal razão para a queda da moagem foi o impacto das condições climáticas registradas durante o ano-safra.

A empresa estima que a menor produtividade agrícola provocou uma redução de aproximadamente 900 mil toneladas de cana disponível para processamento, refletindo os desafios enfrentados pelos canaviais em diferentes regiões produtoras.

A menor oferta de matéria-prima confirma os efeitos das adversidades climáticas sobre o setor sucroenergético brasileiro, que também atingiram outros produtores ao longo da temporada.

Estratégia operacional também reduziu o volume processado

Além do clima, a Raízen destacou que parte da redução da moagem decorreu de decisões estratégicas voltadas à otimização do portfólio de ativos.

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Entre as medidas adotadas estão:

  • venda de aproximadamente 2 milhões de toneladas de cana-de-açúcar;
  • hibernação da usina MB, paralisada desde novembro de 2024 e sem operação durante a safra 2025/26;
  • hibernação da usina Santa Elisa, que interrompeu as atividades em julho de 2025.

De acordo com a companhia, desconsiderando esses efeitos extraordinários, a moagem teria alcançado 69,2 milhões de toneladas, o que representaria uma retração mais moderada, de 3,9% em relação à safra anterior.

Mix priorizou açúcar para aumentar rentabilidade

Mesmo diante da menor moagem, a Raízen manteve sua estratégia de direcionar uma parcela maior da cana para a fabricação de açúcar, aproveitando as condições mais favoráveis do mercado internacional.

Na safra 2025/26, o mix de produção ficou em:

  • 53% destinado ao açúcar
  • 47% destinado ao etanol

No ciclo anterior, a divisão havia sido equilibrada, com 50% para açúcar e 50% para etanol.

Segundo a companhia, a alteração do mix acompanhou sua estratégia de maximização de rentabilidade, sustentada pelos preços previamente fixados para o açúcar e pela qualidade da matéria-prima disponível durante a safra.

Produção de etanol de segunda geração avança

Outro destaque apresentado pela empresa foi a evolução da produção de etanol de segunda geração (E2G).

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A Raízen informou que os volumes produzidos cresceram na comparação anual, impulsionados pela estabilização operacional das unidades de:

  • Bonfim;
  • Univalem;
  • Barra.

O desempenho dessas plantas reforça a estratégia da companhia de ampliar a produção de biocombustíveis de maior valor agregado, utilizando resíduos da cana-de-açúcar como matéria-prima e contribuindo para a expansão da oferta de combustíveis renováveis de baixa emissão de carbono.

Perspectivas para o setor sucroenergético

O resultado da safra 2025/26 evidencia os desafios enfrentados pelo setor sucroenergético brasileiro diante das oscilações climáticas, que vêm afetando a produtividade dos canaviais em diversas regiões do país.

Ao mesmo tempo, a decisão da Raízen de ampliar a participação do açúcar no mix de produção demonstra a busca por maior rentabilidade em um cenário de preços internacionais mais atrativos, enquanto os investimentos em etanol de segunda geração reforçam a estratégia de diversificação e fortalecimento da matriz de biocombustíveis.

Mesmo com a redução na moagem, a companhia mantém o foco na eficiência operacional, na otimização de ativos industriais e na expansão de tecnologias voltadas à produção de energia renovável, consolidando sua posição entre as principais empresas do agronegócio e do setor sucroenergético brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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