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Juízes e servidores da Infância são capacitados sobre Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento

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Cerca de 80 participantes, entre juízes e servidores que atuam nas Varas da Infância e Juventude em 23 Comarcas de Mato Grosso concluíram nesta quarta-feira (17) a capacitação de 12 horas sobre o Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento (SNA), do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O treinamento foi ofertado pela Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso, por meio da Comissão Estadual Judiciária de Adoção (CEJA), em parceria com a Escola dos Servidores e Escola Superior da Magistratura (Esmagis) do Poder Judiciário de Mato Grosso.
 
“Essa iniciativa representa um compromisso contínuo do Poder Judiciário de Mato Grosso em promover a capacitação e aprimoramento dos nossos magistrados e servidores, visando a garantia dos direitos e o bem-estar das crianças e adolescentes sob nossa tutela”, informou o corregedor-geral da Justiça, desembargador Juvenal Pereira da Silva.
 
O treinamento é ministrado pelo instrutor Diógenes Augusto Ferracini Silveira Duarte, e busca aprimorar o conhecimento e as habilidades dos profissionais que lidam diariamente com questões relacionadas à infância e juventude. A programação abrange diversos aspectos do Sistema como: apresentação geral do SNA; acesso externo por pretendentes; menu e funcionalidades; serviços de acolhimento; cadastro de crianças e adolescentes; cadastro de pretendentes; ecControle de alertas, entre outros.
 
A gestora da Quinta Vara Cível de Sorriso – Especializada da Infância, Juventude, Família e Sucessões, Cleide Ferreira, foi uma das participantes do curso e aproveitou. “Eu assumi a secretaria da Vara em novembro de 2023. A colega anterior me passou tudo que sabia, mas sempre tem algumas dúvidas e com instrutor Diógenes, que é excelente profissional ficou tudo muito claro. Ele fala com propriedade”.
 
O objetivo principal do treinamento é fornecer uma compreensão abrangente do funcionamento do SNA, implementado pela Resolução n. 289/2019/CNJ, capacitando os usuários a lidar de forma eficaz com as complexidades envolvidas no processo de adoção e acolhimento de crianças e adolescentes.
 
Ao todo, foram disponibilizadas 400 vagas e 4 turmas para a capacitação que ocorre por meio da plataforma virtual Microsoft Teams, sempre das 8h às 11h. As próximas turmas foram organizadas de acordo com as comarcas em ordem alfabética. Os inscritos receberam o link da plataforma: os próximos encontros virtuais serão: turma 2 – 22 a 24 de abril de 2024; turma 3 – 12 a 14 de junho de 2024; turma 4 – 18 a 20 de junho de 2024.
 
 
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição de imagens: 1 – Print da tela, o palestrante Diógenes Augusto aparece na terceira janela da primeira linha. Ele conversa com os participantes que surgem em outras janelas.
 
 
Alcione dos Anjos
Assessoria de Comunicação da CGJ
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

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Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

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Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

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Autor: Nadja Vasques

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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