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Produção de açúcar na Índia registra queda e usinas antecipam encerramento das atividades

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Segundo informações divulgadas nesta terça-feira por um importante órgão do setor, as usinas de açúcar na Índia produziram 31,09 milhões de toneladas de açúcar entre 1º de outubro e 15 de abril, registrando uma queda de 0,5% em comparação ao ano anterior. Essa diminuição na produção é atribuída principalmente à redução na produção do estado de Karnataka, localizado no sul do país, uma das regiões de destaque na produção de açúcar.

Devido a esse cenário, as usinas de açúcar estão encerrando suas operações em um ritmo mais acelerado do que no ano anterior. Até o momento, 448 usinas foram fechadas, em comparação com 401 no ano anterior, de acordo com dados da Associação Indiana de Fabricantes de Açúcar e Bioenergia (ISMA).

Os estados de Maharashtra, no oeste do país, e Uttar Pradesh, no norte, se destacam como os principais produtores de açúcar até o momento nesta temporada, com produções de 10,9 milhões de toneladas e 10,1 milhões de toneladas, respectivamente, conforme relatado pela ISMA.

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É importante destacar que a Índia, o segundo maior produtor de açúcar do mundo, não autorizou exportações na atual temporada, buscando manter o controle sobre os preços locais, especialmente antes das eleições parlamentares que se estenderão por quase sete semanas a partir de 19 de abril.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações do agro brasileiro avançam em abril e soja lidera embarques, aponta ANEC

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O Brasil segue com ritmo acelerado nas exportações do agronegócio em 2026, com destaque para a soja e o milho, segundo dados da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (ANEC). O relatório da Semana 16 mostra avanço consistente nos embarques e reforça o protagonismo do país no comércio global de grãos.

Embarques semanais superam 3,4 milhões de toneladas de soja

Na semana de 19 a 25 de abril, os embarques brasileiros de soja somaram cerca de 3,48 milhões de toneladas. Para o período seguinte, entre 26 de abril e 2 de maio, a projeção indica aumento para aproximadamente 4,46 milhões de toneladas.

Os dados refletem a intensificação da logística portuária, com destaque para:

  • Porto de Santos: maior volume embarcado, superando 1,4 milhão de toneladas de soja
  • Paranaguá: mais de 400 mil toneladas
  • Barcarena e São Luís/Itaqui: forte participação no escoamento pelo Arco Norte

Além da soja, o farelo e o milho também apresentaram movimentação relevante nos principais portos do país.

Exportações crescem em abril e reforçam tendência positiva em 2026

No acumulado mensal, abril deve registrar entre 18,0 milhões e 20 milhões de toneladas exportadas, considerando todos os produtos analisados.

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Entre os destaques:

  • Soja: cerca de 14,9 milhões de toneladas embarcadas
  • Milho: 2,75 milhões de toneladas
  • Farelo de soja: volumes mais modestos, mas com recuperação frente a meses anteriores

No acumulado do ano, o Brasil já soma mais de 41 milhões de toneladas exportadas de soja, mantendo desempenho robusto no mercado internacional.

Comparativo com 2025 mostra avanço nas exportações

Os dados da ANEC indicam crescimento relevante frente ao ano anterior, especialmente no primeiro quadrimestre:

  • Janeiro: alta expressiva nos embarques
  • Março e abril: consolidação do crescimento
  • Fevereiro: leve recuo pontual

Em abril, o volume exportado supera em mais de 2,3 milhões de toneladas o registrado no mesmo período de 2025.

China segue como principal destino da soja brasileira

A demanda internacional permanece aquecida, com forte concentração nas compras chinesas. Entre janeiro e março de 2026:

  • China: responsável por 75% das importações de soja brasileira
  • Espanha e Turquia: aparecem na sequência, com participações menores
  • Países asiáticos e do Oriente Médio ampliam presença
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No caso do milho, os principais destinos incluem Egito, Vietnã e Irã, reforçando a diversificação dos mercados compradores.

Logística e demanda sustentam desempenho do agro

O avanço das exportações brasileiras está diretamente ligado à combinação de fatores como:

  • Safra robusta
  • Demanda internacional aquecida
  • Eficiência logística, com maior uso de portos do Norte

A tendência é de manutenção do ritmo positivo ao longo dos próximos meses, especialmente com o avanço da comercialização da safra e a continuidade da demanda global por grãos brasileiros.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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