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Organização da Abertura da Colheita da Noz-Pecã detalha programação e perspectivas de safra

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A 6ª Abertura Oficial da Colheita da Noz-Pecã foi apresentada em coletiva de imprensa nesta terça-feira, 9 de abril, na Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação, em Porto Alegre (RS). O evento acontece no dia 25 de abril, em Anta Gorda (RS), e terá um momento técnico, com o 6º Seminário Técnico da Cultura da Noz-Pecã, no parque onde também ocorre a 8ª FestLeite, e o festivo, no pomar da família Pitol.

O coordenador de Novos Mercados do Instituto Brasileiro de Pecanicultura (IBPecan), Daniel Basso, que representou a diretoria do instituto, ressaltou que a noz-pecã é um produto muito saudável, saboroso e versátil. “Teremos um evento que vai divulgar este produto. Vamos também celebrar a nossa produção e o nosso produtor que trabalha no dia a dia em busca de renda para suas famílias”, afirmou. Basso também destacou a importância do simpósio técnico que será realizado na mesma data e que levará aos produtores “informações para engrandecer a cadeia”.

O secretário da Agricultura, Giovani Feltes, destacou a excelência da produção de noz-pecã hoje no Rio Grande do Sul, que possui cerca de 5 mil hectares ativos, com produção frutífera, no Estado. “Com a criação do Programa Estadual de Desenvolvimento da Pecanicultura (Pró-Pecã), em 2017, se criou um ambiente de debate permanente e importante sobre essa cultura. Com isso, se revelou que o Estado é altamente propício para a produção de noz-pecã”, afirmou.

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O desenvolvimento da cultura em diversas regiões do Estado também foi ressaltada. “No Rio Grande do Sul são cerca de 1,6 mil produtores, com geração de aproximadamente 2 mil empregos diretos gerados. E, segundo projeções da Secretaria, nos últimos anos o volume de investimentos na cultura da noz-pecã chegou na ordem de R$ 100 milhões”, disse o secretário. Feltes também falou sobre a possibilidade de abertura de novos mercados ao produto, principalmente o internacional. O secretário citou as recentes missões dos governos Federal e Estadual à China, onde um dos assuntos foi a produção de noz-pecã gaúcha.

O prefeito de Anta Gorda, Francisco David Frighetto, disse que a cidade tem cerca de 300 famílias trabalhando na cultura e a noz-pecã é a quarta produção no município. “Estamos muito felizes enquanto administração pública de estar participando desta 6ª Abertura Oficial da Colheita da Noz-Pecã. Estivemos na Expointer, conversando com o IBPecan, nos oferecendo para sediar a Abertura da Colheita e fomos muito bem recebidos”, afirmou. Frighetto contou, também, que a primeira e única festa da noz-pecã realizada na cidade ocorreu na década de 1970.

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Também esteviveram presentes à coletiva, o coordenador do Pró-Pecã, Paulo LIpp, a coordenadora de Turismo do IBPecan, Maria Tereza de Carli, o presidente da 8ª FestLeite, que se realiza entre os dias 25 e 28 de abril, Evandro Culal, além do anfitrião da Abertura da Colheita, Leandro Pitol, e o engenheiro agrônomo Julio Medeiros, coordenador do Seminário Técnico do evento. As três representantes da corte da Festleite, a rainha Ariane Cerutti e as princesas Ketlin Eduarda de Oliveira e Gabriele Maso, também participaram do encontro.

Fonte: Assessoria de Comunicação do Instituto Brasileiro de Pecanicultura (IBPecan)

Fonte: Portal do Agronegócio

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Vinícolas italianas trazem 300 rótulos ao Brasil na Wine South America 2026 e ampliam aposta no mercado nacional

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O mercado brasileiro de vinhos segue no radar de expansão internacional e volta a atrair a atenção de produtores europeus. Na Wine South America 2026, mais de 30 vinícolas italianas irão apresentar cerca de 300 rótulos em um pavilhão exclusivo dedicado ao país, reforçando a estratégia de internacionalização do setor vitivinícola italiano.

O evento será realizado entre os dias 12 e 14 de maio, em Bento Gonçalves (RS), uma das principais regiões do enoturismo e da produção de vinhos no Brasil.

Pavilhão italiano reúne produtores e amplia presença no mercado brasileiro

A participação italiana é organizada pela ICE – Agência para a Promoção no Exterior e a Internacionalização das Empresas Italianas no Brasil, vinculada à Embaixada da Itália.

A iniciativa busca fortalecer a presença de vinhos italianos no Brasil, conectando produtores a importadores, distribuidores e profissionais do setor que atuam no mercado nacional.

Segundo a organização, a feira é uma oportunidade estratégica para ampliar negócios e consolidar marcas italianas em um dos mercados mais promissores da América Latina.

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Diversidade de regiões e estilos marca os vinhos italianos

Os rótulos apresentados na Wine South America 2026 representam algumas das principais regiões vitivinícolas da Itália, conhecidas pela diversidade de terroirs e estilos de produção.

Entre as origens confirmadas estão:

  • Piemonte
  • Vêneto
  • Toscana
  • Sicília
  • Campânia
  • Friuli-Venezia Giulia
  • Trentino-Alto Ádige
  • Emilia-Romagna
  • Abruzzo
  • Úmbria
  • Marche

O portfólio inclui desde vinhos de denominação de origem até espumantes, brancos de altitude e vinhos produzidos em solos vulcânicos, ampliando a variedade de perfis disponíveis ao público brasileiro.

Novos produtores buscam espaço e canais de distribuição no Brasil

Um dos destaques da participação italiana é a presença de vinícolas emergentes, que enxergam no Brasil uma oportunidade de crescimento comercial.

Esses produtores chegam ao evento com foco na prospecção de importadores e na construção de redes de distribuição qualificadas, buscando inserção mais estruturada no mercado latino-americano.

Wine South America reforça papel estratégico no setor vitivinícola

A Wine South America é considerada uma das principais feiras do setor vitivinícola da América Latina, reunindo produtores, compradores e especialistas da cadeia do vinho.

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A edição de 2026 reforça o papel do evento como plataforma de negócios, impulsionando o intercâmbio comercial entre países produtores e o mercado brasileiro, que segue em expansão tanto no consumo quanto na importação de vinhos premium.

Com uma seleção ampla de rótulos e forte presença institucional, a participação italiana na Wine South America 2026 reforça o movimento de internacionalização do vinho europeu no Brasil. A iniciativa também evidencia o crescente interesse de produtores estrangeiros pelo mercado nacional, considerado estratégico para o setor vitivinícola global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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