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Sorriso regulamenta a atividade de protetor independente de animais

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Agora a atividade de protetor independente de animais está regulamentada no Município. A Prefeitura de Sorriso publicou na sexta-feira, dia 12 de abril, no Jornal Oficial Eletrônico dos Municípios de Mato Grosso, o Decreto n.º 1.073 que regulamente a ação. Pelo decreto será considerado “Protetor de Animais Independente”, a pessoa física que voluntariamente desempenha atividades que incluem proteger, resgatar, cuidar e castrar animais em situação de vulnerabilidade, bem como atuar na conscientização da necessidade de proteção e cuidados aos animais.

Conforme o secretário de Administração, Bruno Delgado, o decreto visa valorizar o trabalho voluntário de proteção aos animais. “Também é uma forma de incentivar a adesão, que mais pessoas que tem essa vontade e ligação com os animais possam fazê-lo”, explica.

Já a responsabilidade do cadastro do protetor independente está à cargo da equipe da Secretaria de Agricultura, Meio Ambiente, Ciência e Tecnologia (Samatec); poderão realizar o cadastro pessoas físicas que não tenham ligações com entidades de proteção animal. Os interessados podem e deve procurar o espaço do Castrapet Sorriso, instalado no Parque Ecológico Claudino Francio aos fundos do prédio da própria Samatec.

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Além de não integrar Organizações não Governamentais (ONGs) voltadas à proteção ambiental, os interessados precisam atender vários outros requisitos, dentre eles estão alguns como residir em Sorriso, ter mais de 18 anos e não estar respondendo a nenhum processo relativo a maus-tratos ou abandono de animais. “O espaço também passará por vistoria da equipe, pois não poderá haver um acúmulo de animais na residência”, frisa o gestor da pasta, Nerci Adriano Denardi.

Para auxiliar a atividade, o protetor independente terá acesso garantido a todos os serviços e programas de proteção animal hoje ofertados pela Samatec. “Porém, é preciso ficar claro que o protetor poderá fazer uso desses serviços somente para animais resgatados em Sorriso e não em outros municípios”, reforça o secretário.

“Essa é mais uma ação para que possamos auxiliar animais em situação de rua, que estão vulneráveis, até que esses animais possam ser abrigados em um lar permanente”, completa o prefeito Ari Lafin.

Para os interessados o Decreto n.º 1.073 de 12 de abril de 2024 está à disposição na íntegra no Jornal Oficial Eletrônico dos Municípios de Mato Grosso. Confira nesse link, publicação de 15 de abril, página 617.

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Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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Servidores da Secretaria de Fazenda iniciam formação online sobre a Reforma Tributária

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Curso é composto por 15 encontros, divididos em seis blocos temáticos

Cursos, seminários, imersões e muito, muito estudo. Para que o Município de Sorriso esteja preparado para a Reforma Tributária (RT), a equipe da Secretaria de Fazenda (Semfaz) segue se preparando. Nesta quinta-feira ( 2 de julho), a deu início hoje a uma rodada de 15 encontros semanais, que foram divididos em seis blocos temáticos.

Conduzida por Gelson Severo, um dos consultores da ROIT, empresa que presta consultoria à Prefeitura, a primeira “aula de revisão” versou sobre os fundamentos constitucionais e legais da Reforma Tributária.

“Com certeza, serão mais oportunidades para podermos nivelar as informações sobre a Reforma Tributária, compreendermos melhor seus mecanismos e, assim, fazer uma transição segura”, destaca o titular da pasta, Tedy Puva, acrescentando que a expectativa com a RT é que Mato Grosso deve perder muitos recursos com a mudança no sistema de arrecadação, e Sorriso também está inserido neste cenário, dada a natureza do agronegócio.

Os encontros, online, serão realizados sempre às quintas-feiras e terão duração de meia hora, de forma a não impactar a rotina de trabalho dos servidores. “Entendemos que a partilha de informações é fundamental neste processo e não estamos medindo esforços para tirar todas as dúvidas da nossa equipe”, complementa o secretário.

Saiba Mais sobre a Reforma Tributária:

“A Reforma Tributária exige uma mudança de postura: não basta arrecadar, é preciso arrecadar com inteligência. O coeficiente que definirá os repasses ao Município nas próximas décadas é construído agora, com base nos dados entre 2019 e 2026. Isso transforma a gestão fiscal em uma estratégia de longo prazo”, destacou Gelson, quando realizou uma formação in company na Prefeitura.

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Tecnologia aplicada à gestão fiscal

A Prefeitura vem adotando ferramentas tecnológicas e cruzamento de dados para ampliar a eficiência da arrecadação e identificar inconsistências fiscais.

Entre as iniciativas, destacam-se:

Uso de inteligência de dados para identificar divergências entre declarações e operações reais;

Atualização cadastral com apoio de imagens de drone, proporcionando uma visão ampla do inventário imobiliário municipal;

Revisão de exercícios anteriores com foco em recuperação de receitas não arrecadadas

Estruturação de processos de fiscalização mais orientativos e preventivos.

ISS hoje, equilíbrio fiscal amanhã

Com a Reforma Tributária instituída pela Emenda Constitucional nº 132/2023 e suas leis complementares regulamentadoras, o modelo atual será gradualmente substituído por um sistema baseado no consumo no destino. Essa nova dinâmica impões desafios extras ao Centro-Oeste, em especial aos municípios do Mato Grosso.

Nesse contexto:

O ISS e o ICMS serão substituídos pelo IBS

A arrecadação e a distribuição serão centralizadas pelo Comitê Gestor do IBS (CG-IBS)

Parte relevante dos repasses aos municípios dependerá da chamada receita de referência

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Essa receita será calculada com base na arrecadação de ISS e na cota-parte do ICMS entre 2019 e 2026 — período que se tornou decisivo para o futuro financeiro dos municípios.

“Cada inconsistência não corrigida, cada valor não arrecadado dentro desse intervalo, impacta diretamente a capacidade de investimento do Município por décadas. Estamos falando de um efeito que se estende até 2077”, reforça Gelson.

Sustentabilidade fiscal como política pública

A estratégia adotada por Sorriso vai além da arrecadação imediata. Trata-se da construção de uma política de sustentabilidade fiscal, baseada em três pilares:

Qualidade dos dados fiscais

Uso intensivo de tecnologia

Conformidade e regularização dos contribuintes

“Garantir arrecadação eficiente hoje é garantir serviços públicos amanhã. A sustentabilidade fiscal começa com organização, tecnologia e responsabilidade compartilhada”, destacou, à época, o secretário Tedy.

Transição da Reforma Tributária: o que muda

2026: fase de adaptação operacional

2027: início da cobrança da CBS em substituição so PIS/Cofins

2029 a 2032: transição do IBS, com substituição progressiva do ICMS e ISS

2033: IBS plenamente implementado

2029 a 2077: período de transição federativa, com distribuição híbrida (coeficiente + destino)

Ao longo dessa transição, o peso da arrecadação histórica será gradualmente reduzido, mas continuará relevante por décadas.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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