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Instituições financeiras oferecem condições especiais aos visitantes da Tecnoshow COMIGO e esperam quase R$4 bilhões em propostas

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Visando fomentar o fechamento de negócios durante a 21ª edição da Tecnoshow COMIGO, feira que ocorre até sexta-feira, dia 12, em Rio Verde (GO), instituições financeiras, públicas e privadas prepararam condições especiais de crédito para os visitantes do evento.

Ao todo, seis bancos participam com estande próprio, Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Bradesco, Santander, Sicredi e Sicoob Credi-Rural, em que os agricultores e pecuaristas podem conferir as linhas de crédito disponíveis, com taxas exclusivas para a compra de insumos, automóveis e maquinários durante a feira. “É de extrema importância contar com a presença das principais instituições financeiras do país no nosso evento, pois reforça a importância da Tecnoshow como feira de negócios, onde, além de conhecer as novidades do campo, os visitantes podem efetivamente adquirir a tecnologia com melhores preços e condições”, afirma o presidente do Conselho de Administração, Antônio Chavaglia.

O Banco do Brasil estima acolher R$ 1,6 bilhão em propostas durante a Tecnoshow. Um dos destaques da instituição será a Plataforma Broto (plataforma digital agro do Banco do Brasil), destacando as vantagens e comodidades oferecidas tanto aos produtores rurais quanto às empresas participantes, com o objetivo de impulsionar transações comerciais. Além disso, eles também apoiam o Pavilhão da Agricultura Familiar, um espaço para pequenos produtores rurais da região exporem e comercializarem seus produtos.

Para o Bradesco, a feira é uma oportunidade para capturar as intenções de compra dos clientes e levar as propostas das empresas expositoras para uma aprovação de crédito. Nesse contexto, o banco tem como expectativa de intenções de negócios em torno de 1 bilhão de reais, que serão trabalhados ao longo dos próximos meses e, até o final do ano, espera converter até 40% das propostas de aquisições oriundas da Tecnoshow.

A Caixa Econômica espera realizar, ao longo do evento, no mínimo 500 cadastros. Na feira, o banco oferece taxas especiais aos clientes, a partir de 3% ao ano para a agricultura familiar e 6% ao ano, também para o segmento, mas direcionado à correção de solo. Por meio do PRONAMP (Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural) estão oferecendo taxa de custeio a partir de 8% ao ano.

Já o Santander, traz para a feira o consórcio com desconto de 20% na taxa de administração para todo o período do contrato, assim como o Seguro para Máquinas e Equipamentos, com 20% de desconto no pagamento à vista para apólices fechadas durante o evento. A instituição espera um total de cerca de R$ 500 milhões em volumes negociados na feira.

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No caso do Sicoob Credi-Rural, a expectativa é comercializar aproximadamente R$ 200 milhões entre produtos de serviço e operações de crédito. O banco oferece aos visitantes da feira um financiamento de máquinas, equipamentos, veículos pesados com taxas a partir de 0,21% mais CDI ao mês ou 2,5% ao ano mais CDI, com prazo de até 60 meses e com recurso próprio da cooperativa.

O Sicredi espera acolher, durante os cinco dias da feira, no mínimo 80 milhões de reais em negócios. Em seu estande os visitantes conferem as linhas de CPR, uma taxa de recurso da cooperativa. Além disso, o Sicredi também traz linhas de FCO, abaixo de R$ 500 mil, para ter uma maior agilidade e recursos de BNDES, os quais aguardam a abertura dos protocolos.

Informação técnica ao produtor

A programação técnica da feira seguiu ao longo do segundo dia do evento, com a realização de palestras nos três auditórios dedicados à conteúdo. Na parte da manhã, o engenheiro agrônomo e consultor Técnico Brasil e Paraguai, Eduardo Salgado, ministrou a palestra “Boas práticas para altas produtividades de soja e milho”, promovido no auditório 01.

Segundo o profissional, é essencial que o produtor desses cultivos esteja alinhado a ações como análise de solo e de nutrientes, descompactação física, uso de matérias orgânicas e contagem populacional das plantas. “São plantas totalmente distintas, com comportamentos e formas de absorção diferentes que, no entanto, o que se faz na primeira influencia na segunda”, explicou. Confira a cobertura completa da palestra no site da Tecnoshow COMIGO.

Na parte da tarde, o doutor em comunicação pela PUC do Rio Grande do Sul, Dado Schneider, ministrou a palestra “O poder do cooperativismo”, também no Auditório 01, que reforçou a importância de explicar a importância das cooperativas para as novas gerações, pois em sua visão são os jovens quem vão levar a mensagem da importância desse modelo de negócio para a sociedade.

“Quem está dentro do cooperativismo sabe o que é uma cooperativa, os valores, as vantagens e os diferenciais, mas o resto da sociedade não sabe. Eu acredito que se o cooperativismo se vender, no melhor sentido da palavra, para a juventude, eles vão explicar o cooperativismo para o resto da população”, afirma Schneider. A cobertura dessa palestra está disponível aqui.

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Ao analisar os desafios do agronegócio brasileiro frente à regularização ambiental e as atualizações da legislação europeia para a compra de alimentos produzidos em áreas sem desmatamento florestal, a advogada de Direito Socioambiental e professora Samanta Pineda participou da Tecnoshow COMIGO, nesta terça-feira (09).

Como explicou a profissional, o Regulamento (EU) 2023/1115 foi aprovado pelo Parlamento Europeu e entrará em vigor no dia 1º de janeiro de 2025, por isso, 2024 é o ano do produtor brasileiro se ajustar. “Enviamos muitos produtos para a Europa, como café e soja e seus derivados e teremos muitos problemas se não conseguirmos provar que eles não resultam de áreas desmatadas”, ressaltou Pineda. Os detalhes da palestras podem ser conhecidos no site.

Lançamento de publicações na Tecnoshow

Vinte e uma mulheres aceitaram o desafio da consultora e mentora em negócios turísticos e agronegócio, Vanice Marques, para escrever sobre suas histórias para a segunda edição do livro “Elas e o Agro”. O lançamento da iniciativa ocorreu na manhã de hoje, 09/04, no estande do SENAR/GO, durante a 21ª Tecnoshow COMIGO.

A obra conta histórias de mulheres desbravadoras, cujas trajetórias tornaram-se lições e inspiração para todos. O leitor vai encontrar relatos de famílias e de mulheres aguerridas, desde os povos originários e a preservação da floresta amazônica, até a construção de uma das maiores empresas do agronegócio do mundo, perfazendo os pilares da sustentabilidade ambiental, social e de governança corporativa. Mais informações sobre o lançamento podem ser lidas aqui.

A manhã desta terça-feira, também foi marcada pelo lançamento do “Manual de Análises de Bioinsumos para Uso Agrícola: Inoculantes”, pela Embrapa Soja de Londrina (PR), que foi marcada pela palestra ministrada pela pesquisadora, Mariangela Hungria.

O Manual traz resultados que abrangem principalmente as culturas de milho e soja e apresentam melhorias em rendimento, nutrição e absorção de água. “Este lançamento é um orgulho muito grande para nós. Atualmente, cerca de 35% de toda área cultivada com soja no Brasil utiliza a coinoculação da soja. Com Bradyrhizobium, por exemplo, são mais de 12 milhões de hectares”, diz a pesquisadora. A cobertura completa está no site.

Fonte: Assessoria de imprensa da TECNOSHOW COMIGO

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Queijo de cabra de Barbacena (MG) conquista Super Ouro no Festival do Queijo Artesanal de Minas 2026

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Barbacena (MG) celebra destaque nacional na produção de queijos artesanais

O queijo maturado de leite de cabra meia cura com sabor defumado, produzido pelo laticínio Caprikil, de Barbacena (MG), foi um dos grandes vencedores do Festival do Queijo Artesanal de Minas 2026 ao receber a distinção Super Ouro.

Entre os 22 queijos que alcançaram nota máxima (100 pontos) e foram considerados sem defeitos pelos jurados, apenas dez conquistaram o título especial. A produção mineira estreou no concurso já entre os destaques, consolidando reconhecimento imediato no cenário da queijaria artesanal.

Da criação de cabras à produção premiada

A história da Caprikil começou de forma inesperada em 2022, quando a produtora Ádila Gomes iniciou a criação de cabras com o objetivo inicial de comercializar leite como alternativa de renda rural.

O plano mudou quando o transporte do leite deixou de atender a propriedade, dificultando o escoamento da produção. Foi nesse contexto que surgiu a oportunidade de transformar o leite em queijo.

Uma mensagem recebida por uma rede social de um restaurante de Barbacena acabou sendo o ponto de virada. Sem experiência prévia na área, Ádila decidiu apostar na produção artesanal, buscou capacitação e realizou cursos especializados em queijos de leite de cabra, iniciando uma nova fase do negócio.

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Assistência técnica fortalece gestão e produção rural

Desde setembro de 2025, a queijaria passou a integrar o programa de Assistência Técnica e Gerencial (ATeG), executado pelo Sistema Faemg Senar em parceria com o Sindicato Rural de Barbacena.

A técnica de campo Letícia Campos acompanha a propriedade e atua em áreas como manejo do rebanho, higiene, processos produtivos e gestão empresarial.

Segundo ela, um dos principais desafios iniciais foi a ausência de controle gerencial e produtivo estruturado. Com o acompanhamento técnico, a propriedade avançou na organização interna e ampliou o número de produtos registrados no Serviço de Inspeção Municipal (SIM): de um para quatro itens certificados, com mais um em fase de regularização.

Produção cresce com foco em qualidade e gestão profissional

Atualmente, a Caprikil processa cerca de 600 litros de leite de cabra por mês, resultando em aproximadamente 70 quilos de queijos artesanais mensais.

O destaque da produção é o queijo tipo boursin, de origem francesa, reconhecido pela textura cremosa e sabor suave. Já o queijo meia cura defumado foi o produto premiado com o Super Ouro no festival.

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Para a equipe técnica, o diferencial da propriedade está na combinação entre técnica e gestão. A produção de queijos de cabra ainda enfrenta resistência no mercado, mas o trabalho de qualificação tem elevado o padrão dos produtos e ampliado a aceitação do consumidor.

Gestão profissional e expansão do laticínio

Com o suporte técnico, a propriedade passou a adotar indicadores de produção e planejamento estratégico, permitindo decisões mais estruturadas sobre investimentos e expansão.

A produtora Ádila Gomes destaca que a atividade passou a ser tratada como uma empresa rural, sem perder o caráter artesanal da produção.

A expectativa agora é expandir o laticínio, diversificar a linha de produtos derivados do leite de cabra e fortalecer a presença no mercado, mantendo o foco na qualidade e na identidade artesanal que garantiu o reconhecimento no Festival do Queijo Artesanal de Minas 2026.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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