AGRONEGÓCIO

IHARA celebra 59 anos de inovação e compromisso com a sustentabilidade da agricultura brasileira

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A IHARA, uma das principais empresas de defensivos agrícolas para a proteção de cultivos no Brasil, comemora, este ano, bodas de cereja ao completar 59 anos de trajetória marcada por inovação, compromisso com a qualidade e sustentabilidade no campo. Ao longo de sua história, a empresa tem se destacado pelo constante investimento em pesquisa e desenvolvimento, proporcionando soluções eficazes para os desafios enfrentados pelos agricultores brasileiros.

Esses investimentos têm permitido à empresa lançar novos produtos e modernizar seu portfólio, contribuindo para a proteção e aumento da produtividade dos mais diversos cultivos no País. Somente em 2023, foram lançados sete novos produtos, marcando um significativo avanço no seu portfólio, incluindo um inseticida, um fungicida, quatro herbicidas e um biológico. Em 2024, a empresa pretende oferecer aos agricultores mais sete novas soluções, e até 2026, espera-se obter o registro para mais 10 produtos, incluindo biológicos.

“Estamos comprometidos em oferecer soluções inovadoras e sustentáveis para os agricultores brasileiros, contribuindo para o aumento da produtividade e qualidade das lavouras. Para isso, direcionamos todo o nosso potencial na pesquisa e desenvolvimento de novas soluções para a proteção de cultivos, com tecnologias sustentáveis, produtivamente eficientes e ambientalmente seguras, trazendo moléculas cada vez mais modernas, desenvolvidas no Japão, porém adequando-as à realidade da agricultura brasileira”, enfatiza o diretor de Marketing, Cultura e Acesso da IHARA, Rodrigo Lima. “Essas novas moléculas contribuem para que possamos desenvolver formulações mais concentradas e com menor dose de aplicação, sendo seletivas e de baixo impacto ambiental. Isso resulta também na redução dos custos logísticos, otimização de espaço de armazenamento e menor retorno de embalagens. Além disso, as bulas dos nossos produtos estão cada vez mais amplas para controlar o maior número de alvos de uma única vez, com o objetivo de alcançar o máximo potencial produtivo e reduzir o número de entradas nas lavouras”, complementa Lima

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Nesse sentido, hoje a empresa trabalha com 18 novos ingredientes ativos, o que representa um potencial de gerar 164 novos produtos fungicidas, herbicidas, inseticidas e biológicos nos próximos anos. Para se ter uma ideia, somente em 2023, a IHARA conduziu mais de 200 projetos de pesquisa, que abrangeram o desenvolvimento de novos produtos, formulações inéditas e novas aplicações para produtos já existentes. Em 2024, a empresa já está conduzindo mais de 160 projetos em P&D.

O estudo de novos ingredientes ativos para o controle biológico das principais pragas e doenças vem se tornando parte importante da estratégia da área de P&D da IHARA. Para isso, a empresa investiu em um laboratório focado no desenvolvimento de produtos biológicos, com uma equipe técnica dedicada para a prospecção de novos ingredientes ativos, buscando lançar, pelo menos, 15 potenciais novas soluções biológicas.

“O uso dos defensivos agrícolas, sejam eles químicos ou biológicos, são de extrema importância para garantir a produtividade, controlando as principais pragas, doenças e plantas daninhas que prejudicam o desenvolvimento da lavoura. Sem o uso dessas soluções, as perdas na produção agrícola poderiam atingir mais de 40%”, enfatiza Lima.

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Para impulsionar o desenvolvimento de novos produtos, sejam eles químicos ou biológicos, a IHARA dispõe, atualmente, de três Centros de Pesquisa próprios, localizados em Sorocaba (SP), Sarandi (PR) e Primavera do Leste (MT). Esses centros são responsáveis por 90% das atividades de pesquisa da empresa e a parcela restante das atividades é realizada por meio de parcerias com a Embrapa, universidades e outras instituições privadas de renome, tanto nacionais quanto internacionais.

Com um portfólio de mais de 80 produtos para proteger mais de 100 tipos de cultivos, a IHARA continua a ser uma parceira próxima dos agricultores brasileiros, colaborando para que possam produzir alimentos e energia com mais qualidade e de forma sustentável.

Fonte: Attuale Comunicação

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Brasil abre 13 novos mercados para produtos agropecuários e amplia oportunidades de exportação

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O agronegócio brasileiro conquistou novas oportunidades no mercado internacional com a abertura de 13 novos mercados para produtos agropecuários nacionais. A ampliação do acesso comercial foi confirmada pelos Ministérios da Agricultura e Pecuária (Mapa) e das Relações Exteriores (MRE), após a conclusão de negociações sanitárias e fitossanitárias com parceiros estratégicos em diferentes regiões do mundo.

As novas autorizações contemplam países da América do Sul, América Central, África e também a União Econômica Eurasiática (UEE), ampliando a presença dos produtos brasileiros em mercados de elevado potencial de consumo.

Novos destinos ampliam diversidade da pauta exportadora

Entre os países que abriram seus mercados para produtos brasileiros estão Argentina, Bolívia, El Salvador, Equador, Etiópia, Guiana, Honduras, Nicarágua, Nigéria, Paraguai, República Dominicana, Venezuela e a União Econômica Eurasiática, bloco formado por Rússia, Belarus, Cazaquistão, Quirguistão e Armênia.

As autorizações abrangem uma ampla variedade de produtos agropecuários, reforçando a diversificação da pauta exportadora brasileira.

Entre os destaques estão:

  • Material genético bovino para El Salvador e Honduras;
  • Castanha de caju para a União Econômica Eurasiática;
  • Milho pipoca para Equador e República Dominicana;
  • Ovos férteis para a Nigéria;
  • Couro bovino salgado para a Bolívia;
  • Mudas de cana-de-açúcar para Honduras;
  • Sementes de coco para a Guiana;
  • Sementes de mamona para o Paraguai;
  • Sementes de maracujá para a Venezuela;
  • Sementes de pimenta habanero para a Nicarágua;
  • Farinhas, gorduras animais e hemoderivados destinados à alimentação animal para a Etiópia;
  • Sêmen de pacu-caranha para a Argentina.
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União Econômica Eurasiática ganha relevância para o agro brasileiro

Entre as novas aberturas, a autorização para exportação de castanha de caju à União Econômica Eurasiática chama atenção pelo potencial comercial do bloco.

Segundo o governo brasileiro, os países integrantes da UEE importaram mais de US$ 1,4 bilhão em produtos agropecuários brasileiros no último ano. Atualmente, soja, carnes e café estão entre os principais itens exportados para essa região.

A ampliação da pauta comercial fortalece a estratégia de diversificação dos destinos das exportações brasileiras e reduz a dependência de mercados tradicionais.

Agronegócio alcança 639 aberturas de mercado desde 2023

Com os novos anúncios, o agronegócio brasileiro atingiu a marca de 639 aberturas de mercado em 97 destinos internacionais desde o início de 2023, resultado do trabalho conjunto entre o Mapa e o Itamaraty para ampliar a presença dos produtos nacionais no comércio global.

A expectativa é que os produtores e exportadores dos segmentos contemplados iniciem as operações comerciais nos novos mercados nos próximos meses, ampliando receitas, fortalecendo a competitividade do setor e consolidando o Brasil como um dos principais fornecedores mundiais de alimentos, insumos e genética animal.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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