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IHARA apresenta novidades tecnológicas para produtividade de grãos na Tecnoshow Comigo

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A IHARA, empresa de pesquisa e desenvolvimento de defensivos agrícolas, estará presente mais uma vez na Tecnoshow Comigo 2024, que será realizado entre os dias 8 e 12 de abril, em Rio Verde (GO). Nesta edição, a empresa promete proporcionar uma experiência única aos agricultores, oferecendo, além dos produtos, todo o suporte necessário para uma tomada de decisão precisa em todas as fases do manejo das culturas de soja e milho e, outras de interesse do produtor rural, uma vez que está preparada para atender uma ampla gama de culturas. Os visitantes serão recebidos pelo “Jeito IHARA de Ser”, uma abordagem consultiva focada em entender as necessidades específicas das lavouras.

No estande, o time comercial estará disponível para ouvir os desafios enfrentados pelos agricultores no dia a dia e propor soluções adequadas, apresentando o inseticida ZEUS, fungicida FUSÃO EC e o herbicida YAMATO SC, todos com dupla aptidão para atender as necessidades das principais culturas da região: soja e milho. Também serão apresentadas outras tecnologias de ponta do portfólio da empresa.

Segundo o agrônomo e gerente de Marketing Regional da IHARA, Valdumiro Garcia, a empresa está comprometida em oferecer não apenas produtos de alta tecnologia, mas também um atendimento completo para os agricultores. “Queremos estar ao lado do agricultor, mostrando de perto as tecnologias que resolvem as problemáticas do campo e erradicam ao máximo as pragas, doenças e plantas daninhas resistentes para que ele tenha uma safra produtiva e rentável”, afirma.

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Prosa, inovação e interatividade

Uma das novidades do estande da IHARA nesta edição é o “Hora H da Prosa”, que contará com a participação do ator Guito – nome artístico de Diogo Brito – um dos grandes destaques da novela Pantanal. Ele fará um bate-papo com representantes de cooperativas e agricultores, proporcionando uma troca de experiências enriquecedora que será transmitida em tempo real nas redes sociais da IHARA e no perfil do próprio artista, permitindo a interação dos espectadores.

Além disso, a empresa proporcionará uma experiência completa aos agricultores, incluindo uma dinâmica “Tire o chapéu para IHARA”, com propósito social no final da feira, e um “Circuito Técnico” que oferecerá informações detalhadas sobre as soluções da empresa em cada etapa do manejo das culturas. O agricultor percorrerá alguns pontos de parada, como parede fenológica, estações demonstrativas de fungicidas, inseticidas e herbicidas e Cultivida, com foco no uso correto e seguro. Em cada uma das estações, o visitante poderá consultar diversos conteúdos técnicos, materiais que poderão ser encaminhados por e-mail, visando proporcionar uma melhor experiência na hora da tomada de decisão. No final, ele poderá participar de um game, concorrendo a brindes.

Manejo eficiente com tecnologias de ponta

Durante a Tecnoshow Comigo 2024, a IHARA apresentará suas tecnologias de ponta para o manejo eficiente na cultura da soja e do milho. Um dos destaques será o inseticida ZEUS, que oferece alta performance contra os percevejos Marrom e Barriga-Verde na soja, além de atuar com excelência no manejo da cigarrinha do milho. Essa tecnologia potencializa os ingredientes ativos e garante maior poder de choque e residual do mercado em ambas as culturas.

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Na linha de fungicidas, a empresa apresentará o FUSÃO EC, com eficácia comprovada, por três anos consecutivos no ensaio da rede da Embrapa, no controle da Ferrugem da soja, além de apresentar alta eficiência para Mancha Alvo e Antracnose. Essa tecnologia também se destaca para o manejo das principais doenças do milho, atendendo as necessidades do agricultor em cenários de médio e alto investimento em produtividade.

Para o manejo de plantas daninhas de difícil controle, a IHARA destacará o herbicida YAMATO SC, que veio para contribuir com o cultivo da soja. Trata-se de uma tecnologia exclusiva de alta seletividade e longo residual para o controle pré-emergente das plantas daninhas, mantendo a planta no limpo por mais tempo e sem afetar a cultura subsequente.

“A IHARA vem trabalhando incansavelmente para oferecer tecnologias de ponta adaptadas à realidade da agricultura brasileira. Nossas soluções visam contribuir para o aumento da produtividade e sustentabilidade no setor agrícola”, destaca Garcia.

Fonte: Attuale Comunicação

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Produtos bovinos brasileiros podem ganhar mais espaço no mercado japonês

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Estabelecimentos brasileiros registrados no Serviço de Inspeção Federal (SIF) que produzem produtos bovinos processados têm até as 18h desta segunda-feira (31.08) para manifestar interesse em participar da auditoria sanitária que o Japão realizará no Brasil e que poderá ampliar o acesso de produtos bovinos processados ao mercado japonês. A iniciativa ocorre em meio ao esforço brasileiro para aumentar a presença da pecuária nacional em um dos mercados de carne mais exigentes e valorizados do mundo.

A chamada foi aberta pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) para identificar estabelecimentos interessados e preparados para receber a missão japonesa. O trabalho será conduzido pelas autoridades sanitárias do Japão e deverá avaliar as condições brasileiras de produção e processamento.

A lista inclui produtos como carne bovina desidratada, conhecida internacionalmente como beef jerky, envoltórios bovinos submetidos a tratamento térmico e o chamado Prime Beef, produto elaborado a partir de colágeno bovino e extrato de carne.

O objetivo da auditoria é revisar o Programa de Verificação de Exportação (EVP, na sigla em inglês), conjunto de procedimentos que estabelece as condições que os estabelecimentos brasileiros precisam cumprir para vender determinados produtos ao Japão.

Na prática, uma avaliação favorável poderá permitir a inclusão de novos produtos e estabelecimentos brasileiros no comércio com o país asiático.

O prazo desta segunda-feira não significa, portanto, abertura automática do mercado. Ele representa uma etapa preparatória para a auditoria e para a negociação sanitária necessária antes da autorização das exportações.

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A movimentação ganha importância porque o Japão é fortemente dependente da importação de alimentos. Cerca de 60% das calorias consumidas pela população japonesa têm origem externa, ao mesmo tempo em que o país mantém padrões sanitários rigorosos para entrada de produtos agropecuários.

Na carne bovina, aproximadamente 70% do consumo japonês é abastecido por importações. Austrália e Estados Unidos estão entre os principais fornecedores, enquanto o Brasil ainda busca ampliar sua participação nesse mercado.

A abertura para a carne bovina brasileira in natura é uma negociação separada e muito mais ampla, que se arrasta há mais de duas décadas. Brasil e Japão decidiram acelerar as discussões e estabeleceram a realização de inspeções técnicas como uma das etapas necessárias para avançar na avaliação de risco.

Por isso, embora a auditoria relacionada ao prazo de segunda-feira seja destinada a produtos processados, o movimento ocorre dentro de uma aproximação sanitária e comercial mais abrangente entre os dois países.

Para a pecuária brasileira, conquistar espaço no Japão teria importância que vai além do volume vendido. O país asiático é considerado um mercado de elevado valor agregado e possui exigências sanitárias capazes de funcionar como referência para outros compradores.

A diversificação também ganhou importância neste segundo semestre. As exportações brasileiras de carne bovina chegaram a 1,97 milhão de toneladas entre janeiro e julho, crescimento de 9,9% em relação ao mesmo período do ano passado, mas o setor enfrenta mudanças nas condições de acesso a alguns de seus principais destinos.

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Nesse cenário, ampliar o número de compradores reduz a dependência de poucos mercados e aumenta as alternativas comerciais dos frigoríficos. O efeito pode chegar ao pecuarista por meio de maior disputa pela matéria-prima e da valorização de animais que atendam às exigências dos destinos mais remuneradores.

A abertura de um mercado, entretanto, não termina com a autorização sanitária. Frigoríficos precisam cumprir requisitos específicos de produção, processamento, rastreabilidade e certificação para serem habilitados a exportar.

É justamente esse processo que começa agora para os produtos incluídos na chamada. Os estabelecimentos interessados devem encaminhar a documentação por meio do Serviço de Inspeção Federal (SIF) e do respectivo Serviço de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sipoa), para que a manifestação chegue ao Mapa dentro do prazo.

Manifestações apresentadas depois das 18h desta segunda-feira não serão consideradas.

A auditoria japonesa será o passo seguinte. Se o resultado permitir a revisão das regras atuais, o Brasil poderá acrescentar novos produtos bovinos à pauta de exportações para o Japão enquanto continua negociando o objetivo de maior peso econômico para a pecuária nacional: a abertura do mercado japonês à carne bovina brasileira in natura.

Fonte: Pensar Agro

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