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Cigarrinha-do-milho, bioestimulação e linha de ponta para proteção de plantas mobilizam equipe da Sipcam Nichino

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O novo inseticida Fiera®, que age em todas as fases de desenvolvimento da cigarrinha-do-milho (Daubulus maidis), hoje a principal praga do cereal, será tema central da participação da Sipcam Nichino na Tecnoshow Comigo 2024. O evento, na cidade goiana de Rio Verde, tem expectativa de movimentar mais de R$ 11 bilhões em negócios, com 650 expositores, e espera receber aproximadamente 140 mil visitantes.

Segundo a Sipcam Nichino, Fiera® foi anunciado ao mercado nas últimas semanas. Em uma palestra recente, a pesquisadora Regiane Oliveira, pós-doutora em entomologia da Unesp de Botucatu, destacou o diferencial que a Sipcam Nichino difunde como característica exclusiva de Fiera®: o controle eficaz da fase ‘ninfa’ da cigarrinha. De acordo com Regiane, o novo inseticida age ainda sobre ovos, na fecundidade e na fertilidade de fêmeas da praga.

Conforme a companhia, o manejo da ninfa até há pouco não era prioridade nos tratamentos frente à cigarrinha-do-milho, que visavam à fase adulta do inseto. “O que trazemos a mercado hoje é um novo olhar técnico. Pensamos no controle de todas as fases jovens da praga, na quebra de seu ciclo e na relevância das ninfas dentro do processo de disseminação de doenças.”

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Amplo portfólio de tecnologias

Presente na Tecnoshow Comigo, a equipe técnica da Sipcam Nichino leva informações sobre a Plataforma de Bioestimulantes da empresa, formada pelas soluções Abyss®, Blackjak®, Nutex® Premium e Stilo® Verde. Essa linha, salienta a companhia, eleva o potencial produtivo de cultivos do plantio até a colheita. “Reduz o estresse de plantas ante condições climáticas adversas, ativa sistemas de defesa de plantas, aumenta absorção de nutrientes e água e fomenta a produtividade e a rentabilidade.”

Outro item do portfólio-estrela da Sipcam Nichino, o fungicida Fezan® Gold será alvo de apresentações técnicas e divulgação de resultados recentes. Segundo a companhia, há seis anos avaliado nos Ensaios de Rede do Consórcio Antiferrugem, a solução permanece entre as sete tecnologias de ponta consideradas mais eficazes no controle da ferrugem da soja, doença causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi e altamente danosa às lavouras.

Conforme a companhia, a programação técnica na Tecnoshow Comigo reserva espaço também para um conjunto de soluções empregado com sucesso em diferentes culturas: os fungicidas Echo® e Vitene®, o herbicida Click®, este específico para o milho e o inseticida Takumi®. Destaque, ainda, informa a Sipcam Nichino, para a Plataforma de Tratamento de Sementes, formada pelos fungicidas de ponta Tiofanil® FS e Torino®.

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Criada em 1979, a Sipcam Nichino resulta da união entre a italiana Sipcam, fundada em 1946, especialista em agroquímicos pós-patentes e a japonesa Nihon Nohyaku (Nichino). A Nichino tornou-se a primeira companhia de agroquímicos do Japão, em 1928, e desde sua chegada ao mercado atua centrada na inovação e no desenvolvimento de novas moléculas para proteção de cultivos.

Fonte: Sipcam Nichino Brasil

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de café do Brasil crescem em maio, mas acumulado da safra segue em queda

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As exportações brasileiras de café registraram crescimento de 3,6% em maio de 2026 na comparação com o mesmo mês do ano passado, sinalizando a entrada da nova safra no mercado. Apesar do avanço mensal, o desempenho acumulado da temporada 2025/26 ainda reflete uma oferta mais restrita, com queda nos embarques em relação ao ciclo anterior.

Dados divulgados pelo Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé) mostram que o país exportou 3,089 milhões de sacas de 60 quilos em maio. No entanto, a receita cambial gerada pelos embarques recuou 16% no período, totalizando US$ 1,05 bilhão.

Safra menor impacta desempenho acumulado

No acumulado dos 11 primeiros meses do ano-safra 2025/26, entre julho de 2025 e maio de 2026, o Brasil exportou 35,373 milhões de sacas de café, volume 17,7% inferior ao registrado no mesmo período da temporada anterior.

A receita obtida com as exportações alcançou US$ 13,612 bilhões, apresentando leve recuo de 0,7% na comparação anual.

Já entre janeiro e maio de 2026, os embarques somaram 14,745 milhões de sacas, queda de 12,4% frente às 16,825 milhões de sacas exportadas no mesmo período de 2025. As receitas geradas atingiram US$ 5,552 bilhões, redução de 14,6%.

Segundo o Cecafé, o comportamento do mercado está alinhado com o período de transição entre a entressafra e a entrada da nova produção brasileira.

Entrada dos cafés canéforas impulsiona embarques

O presidente do Cecafé, Márcio Ferreira, destaca que a recuperação observada em maio está diretamente ligada à chegada dos primeiros volumes da safra 2026/27, especialmente dos cafés canéforas, grupo que engloba conilon e robusta.

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A expectativa é de que os embarques ganhem força nos próximos meses, acompanhando o avanço da colheita dos cafés arábica e o aumento da disponibilidade de produto.

O setor trabalha com perspectiva positiva para a nova temporada, impulsionada pelas boas condições climáticas registradas na maior parte das regiões produtoras e pelo potencial de uma safra volumosa e de qualidade.

Logística e cenário internacional seguem no radar

Apesar das perspectivas favoráveis para o aumento das exportações no segundo semestre, o setor acompanha fatores que podem limitar o desempenho dos embarques.

Entre os desafios apontados estão os gargalos logísticos nos portos brasileiros, as tensões geopolíticas internacionais e as incertezas relacionadas à política comercial dos Estados Unidos, um dos principais mercados consumidores de café.

Colheita avança, mas ritmo permanece abaixo da média

Levantamento da Safras & Mercado indica que a colheita da safra brasileira de café 2026/27 alcançou 30% da área até 10 de junho.

O avanço representa crescimento de sete pontos percentuais em relação à semana anterior, mas ainda permanece abaixo dos 35% registrados no mesmo período de 2025 e também inferior à média dos últimos cinco anos, de 33%.

Conilon apresenta maior avanço nos trabalhos

A colheita dos cafés canéforas segue mais adiantada, com 43% da produção já colhida.

Mesmo assim, o ritmo continua abaixo do observado no ano passado e da média histórica para o período, ambos em 49%.

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No Espírito Santo, principal produtor nacional de conilon, apenas 39% da safra havia sido colhida até o início de junho. Segundo analistas do mercado, o atraso está relacionado à maturação mais lenta das lavouras nesta temporada.

Chuvas atrasam colheita do café arábica

A colheita do café arábica também avança em ritmo mais lento. Os trabalhos alcançaram 23% da produção, abaixo dos 26% registrados em igual período de 2025 e da média de 25% observada nos últimos cinco anos.

As chuvas frequentes têm dificultado a operação das máquinas e o andamento dos trabalhos em importantes regiões produtoras, especialmente no Sul de Minas Gerais, maior polo de produção de café arábica do país.

Apesar do atraso, as avaliações iniciais da safra são positivas. Técnicos do mercado destacam bom potencial produtivo e qualidade satisfatória dos grãos, especialmente em relação à formação e ao padrão das peneiras, fator importante para a valorização do produto no mercado.

Perspectiva é de aumento da oferta no segundo semestre

Com o avanço da colheita e a expectativa de uma das maiores safras dos últimos anos, o setor projeta crescimento da disponibilidade de café ao longo do segundo semestre.

Caso as condições climáticas permaneçam favoráveis e a logística de exportação opere sem maiores restrições, o Brasil deverá ampliar sua presença no mercado internacional nos próximos meses, reforçando sua posição como maior exportador mundial de café.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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