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Zoetis investe em estudo técnico sobre vacina reprodutiva visando a melhoria dos índices de reprodução nas fazendas

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A Zoetis, líder global em saúde animal, busca o cuidado contínuo dos animais com foco em produtividade e bem-estar. Um dos pontos mais importantes, nesse contexto, é a prevenção contra doenças por meio de vacinas que ofereçam a melhor proteção aos animais.

Atualmente, um dos principais problemas da pecuária de corte no Brasil são as doenças reprodutivas, incluído a IBR, BVD e a leptospirose. Essas “inimigas da produtividade” causam perdas embrionárias e abortos, revelando o “pior dos mundos” para um pecuarista: ele achar que sua vaca ou novilha está gestante e, no momento do parto, isso não ocorrer.

Nesse cenário, a Zoetis, junto a parceiros do Grupo GERAR, grupo especializado em reprodução aplicada a rebanhos, continua investindo fortemente para apresentar dados e soluções para veterinários e pecuaristas. O grupo trabalha atualmente no desenvolvimento de um estudo a campo, abrangente, em fazendas de gado de corte, localizadas nas principais regiões produtoras do Brasil.

O objetivo é coletar dados que irão compor um estudo técnico amplo do mercado sobre os ganhos produtivos da vacinação contra doenças reprodutivas junto à técnica IATF em vacas e novilhas de corte. Com isso, a Zoetis busca a ampliação de sua base de dados para oferecer aos veterinários e pecuarista uma série de informações consolidadas que possam apoiá-los no planejamento e investimento em sanidade na IATF.

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O volume de animais vacinados é grande, para tanto, foi selecionado estrategicamente um grupo de técnicos e de fazendas nas quais eles atuam, em regiões produtoras de carne bovina, dentre elas, São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pará e Maranhão.

Iniciativa sem paralelos

“Essa iniciativa da Zoetis, empresa que no mercado é sinônimo de vacina de qualidade, em parceria com o Grupo Gerar, é inédita no país e crucial para o segmento de cria. Nossa prioridade é fomentar trabalhos de pesquisa para gerar informação correta e de confiança para toda a cadeia produtiva”, enfatiza o médico-veterinário Rafael Moreira, gerente de Produto da Linha Reprodutiva para Bovinos da Zoetis.

Durante os estudos de campo serão realizadas avaliações sobre a taxa de prenhez em diferentes estágios da gestação. Outro detalhe importante: o experimento será aplicado em condições de campo, refletindo a realidade dentro dos manejos e situação das fazendas comerciais.

“Nosso objetivo é levar ao pecuarista e às fazendas que não adotam nenhum controle sanitário de doenças reprodutivas, além de informações e resultados práticos sobre o uso de CattleMaster, o conhecimento sobre a importância que as vacinas reprodutivas na IATF (Inseminação Artificial em Tempo Fixo) trazem ao rebanho, sua eficácia, benefícios e a real necessidade de se fazer esse tipo de investimento para evitar perdas, maximizando o resultado reprodutivo e financeiro da fazenda, ou seja, mais bezerros nascidos”, destaca Francisco Lopes, médico veterinário e gerente Técnico de Reprodução de Bovinos da Zoetis.

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Segundo Francisco, embora seja indicada para animais sadios e vacas prenhes, a vacina reprodutiva da Zoetis é prescrita para doenças como a rinotraqueíte infecciosa bovina (IBR), a parainfluenza tipo 3 (PI3), o vírus respiratório sincicial bovino (BRSV), a diarreia viral bovina (BVD) e a leptospirose que acomete o gado causada por Leptospira canicola, L. grippotyphosa, L. hardjo, L. icterohaemorrhagiae e L. pomona. De acordo com ele, bovinos sadios devem receber duas doses ministradas com duas a quatro semanas de intervalo.

Ao lado da revacinação anual com dose única de CattleMaster, Francisco também recomenda que o pecuarista adote um calendário de vacinação contra as doenças reprodutivas (IBR, BVD e leptospirose, entre outras) e monitore atentamente a eficiência na IATF em vacas de corte. “É fundamental que veterinários e sobretudo pecuaristas vejam a importância e as vantagens técnicas da vacinação reprodutiva em suas rotinas de campo, evitando assim doenças e prejuízos financeiros”. conclui o especialista.

Fonte: Zoetis

Fonte: Portal do Agronegócio

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Bioestimulantes ganham espaço nos pomares e ajudam frutas a resistirem ao estresse climático

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Estresse climático desafia produção de frutas no Brasil

A fruticultura brasileira enfrenta desafios crescentes diante das oscilações climáticas e das mudanças nas condições ambientais. Culturas como citros, uva, maçã e manga estão entre as mais sensíveis aos chamados estresses abióticos, provocados por fatores como escassez hídrica, altas temperaturas e salinidade do solo.

Essas condições afetam diretamente o desenvolvimento das plantas, comprometendo tanto a produtividade quanto a qualidade final dos frutos. Diante desse cenário, produtores vêm ampliando o uso de tecnologias naturais voltadas à proteção fisiológica dos pomares, com destaque para os bioestimulantes agrícolas.

Extratos de algas fortalecem resistência das plantas

Entre as soluções mais utilizadas no manejo de estresse vegetal estão os extratos da alga Ascophyllum nodosum, reconhecida por sua elevada capacidade de adaptação a ambientes extremos.

A espécie é encontrada nas águas frias do Atlântico Norte, especialmente nas regiões costeiras do Canadá, Irlanda e Noruega, onde enfrenta condições severas de salinidade, variações de maré e oscilações intensas de temperatura.

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Segundo Bruno Carloto, gerente de marketing estratégico da Acadian Sea Beyond no Brasil e Paraguai, essas características naturais da alga são transferidas às plantas por meio dos extratos utilizados no campo.

“As condições extremas favoreceram o desenvolvimento de mecanismos naturais de resistência. Quando aplicados nas culturas agrícolas, esses compostos ajudam a aumentar a tolerância das plantas aos diferentes tipos de estresse”, explica.

Plantas mantêm desenvolvimento mesmo sob pressão ambiental

Pesquisas e aplicações práticas no campo mostram que os bioestimulantes atuam fortalecendo processos fisiológicos internos das plantas.

Em períodos de seca, calor intenso ou outras condições adversas, culturas tratadas tendem a apresentar maior estabilidade no desenvolvimento vegetativo e reprodutivo, reduzindo perdas produtivas.

De acordo com especialistas, esse suporte fisiológico é decisivo para preservar etapas fundamentais do ciclo produtivo, como formação, enchimento e qualidade dos frutos.

Qualidade da fruta se torna fator estratégico

Na fruticultura, manter o equilíbrio entre produtividade e qualidade é essencial para atender tanto o mercado interno quanto as exigências da exportação.

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Segundo Bruno Carloto, compreender a resposta das plantas ao ambiente se tornou um diferencial estratégico para o manejo moderno dos pomares.

“Quando ajudamos a planta a lidar melhor com o estresse, ela mantém o desenvolvimento e isso se reflete diretamente na produtividade e na qualidade dos frutos”, destaca.

Bioestimulantes avançam no manejo sustentável dos pomares

O avanço dos bioestimulantes acompanha a busca do setor por soluções mais sustentáveis e eficientes diante das mudanças climáticas.

Com maior resiliência das plantas, produtores conseguem reduzir impactos ambientais sobre a produção e ampliar a segurança produtiva em culturas altamente dependentes de condições climáticas equilibradas.

A tendência é de crescimento no uso dessas tecnologias nos próximos anos, especialmente em regiões sujeitas a extremos climáticos e maior pressão sobre os recursos hídricos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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