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Ações da China fecham em alta com expectativas de estímulo

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As ações da China saltaram nesta quinta-feira com as expectativas de que Pequim tomará medidas mais agressivas para estimular a economia, enquanto o discurso de uma autoridade também ajudou o sentimento.

O presidente Xi Jinping disse que o conjunto de ferramentas de política monetária ativa deve incluir um meio controverso de injetar liquidez na economia, informou o South China Morning Post nesta quinta-feira.

O Zhao Leji disse que a economia da China será uma forte força motriz para a recuperação mundial, prometendo que a porta de abertura do país só poderá aumentar. A China reduzirá a “lista negativa” para os investidores estrangeiros, disse ele.

Também ajudando o sentimento, fontes disseram que a China planeja emitir alguns títulos bancários no início do segundo trimestre, antes das vendas planejadas de títulos especiais do Tesouro.

O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, fechou com alta de 0,52%, enquanto o índice de Xangai subiu 0,59%. O índice Hang Seng, de Hong Kong, avançou 0,91%.

  • Em TÓQUIO, o índice Nikkei recuou 1,46%, a 40.168 pontos.
  • Em HONG KONG, o índice HANG SENG subiu 0,91%, a 16.541 pontos.
  • Em XANGAI, o índice SSEC ganhou 0,59%, a 3.010 pontos.
  • O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, avançou 0,52%, a 3.520 pontos.
  • Em SEUL, o índice KOSPI teve desvalorização de 0,34%, a 2.745 pontos.
  • Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou baixa de 0,27%, a 20.146 pontos.
  • Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES desvalorizou-se 0,85%, a 3.224 pontos.
  • Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 avançou 0,99%, a 7.896 pontos.
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Fonte: Reuters

Fonte: Portal do Agronegócio

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Estado decreta emergência por risco de seca severa até o fim do ano

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O governo do Acre decretou situação de emergência em todo o Estado em razão do risco de seca severa e da possibilidade de desabastecimento hídrico nos próximos meses. O Decreto nº 11.932, tem validade de 180 dias e autoriza a adoção de medidas emergenciais para minimizar os efeitos da estiagem em todo o estado.

A decisão foi baseada em estudos climáticos que apontam para o fortalecimento do fenômeno El Niño no segundo semestre de 2026. Segundo o governo, a previsão é de redução das chuvas, temperaturas acima da média e agravamento da seca entre agosto e novembro, período em que o Acre já registra baixos índices de precipitação.

De acordo com o decreto, o cenário pode provocar queda significativa no nível dos rios, escassez de água potável, dificuldades na navegação, isolamento de comunidades e prejuízos à agricultura, pecuária e pesca. O governo também alerta para o aumento do risco de queimadas e incêndios florestais durante o período.

A medida destaca ainda os impactos sobre povos indígenas, ribeirinhos e moradores da zona rural. As 36 terras indígenas, que abrigam 246 aldeias e 16 povos, podem enfrentar isolamento, dificuldades no abastecimento de alimentos e medicamentos, perdas na produção de subsistência e agravamento da insegurança alimentar. O decreto também cita a possibilidade de interrupção do transporte escolar em comunidades acessíveis apenas por via fluvial.

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Com a publicação do decreto, a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil ficará responsável por coordenar as ações de enfrentamento, em conjunto com órgãos estaduais, federais e prefeituras. Caberá ao órgão monitorar os níveis dos rios, as condições meteorológicas e os focos de calor, além de apoiar os municípios na elaboração de planos de contingência.

O governo também autorizou a realização de despesas emergenciais, como contratação de serviços, aquisição de insumos, instalação de abrigos e distribuição de água por carros-pipa nas localidades mais afetadas. As ações terão prioridade para comunidades indígenas, ribeirinhas e rurais, além de escolas e unidades de saúde.

Durante a vigência do decreto, também serão reforçadas as ações de prevenção e combate às queimadas, bem como campanhas de conscientização sobre o uso racional da água e os cuidados com a saúde em períodos de calor intenso e baixa umidade. O texto ainda autoriza agentes da Defesa Civil, em situações de risco iminente, a ingressar em imóveis para prestar socorro, determinar evacuações e requisitar temporariamente propriedades particulares, quando necessário, com garantia de indenização em caso de danos.

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Com validade de seis meses, o decreto busca agilizar a mobilização de recursos e a adoção de medidas administrativas para reduzir os impactos da estiagem e garantir assistência às populações mais vulneráveis.

Fonte: Pensar Agro

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