AGRONEGÓCIO

ADAMA leva portfólio de inovações e tecnologia em formulação para soja e arroz à Expoagro Afubra 2024

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A ADAMA marca presença na Expoagro Afubra 2024, uma das principais feiras do agronegócio na região Sul, e leva soluções para soja e arroz, destacando sua expertise em formulação. Com mais de 21 anos de história, o evento, que começou nesta terça-feira (19) e irá até 22 de março, em Rio Pardo (RS), reúne produtores rurais, técnicos e empresas do setor para debater os desafios e tendências da safra de grãos.

Desenvolvida pela Afubra e entidades parceiras, a programação técnica da feira busca atender às necessidades dos produtores rurais, apresentando novidades por meio de manejos, demonstrações práticas, exposições e informações em diversas áreas temáticas, como animais, dinâmica de máquinas, agroindústrias, avicultura colonial, dia do arroz, espaço cultural, hortaliças, energias renováveis e viveiro de mudas. O evento ainda conta com atividades específicas nos estandes das 523 empresas expositoras e entidades presentes.

O foco da ADAMA nesta dição é o manejo voltado às culturas de soja e arroz. Para a oleaginosa, a companhia destaca soluções como o fungicida Almada® e o programa Bom de Soja, que, além de fungicidas, conta com herbicidas, inseticidas e biossoluções. Já para o arroz, haverá demonstração em pequena área plantada, apresentando o fungicida Azimut® e o herbicida Mayoral®. O pilar estratégico em formulação é o diferencial da ADAMA, que conta com expertise tecnológica na produção de soluções que potencializam o desempenho de seus produtos.

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“Temos reforçado aos agricultores a importância de utilizar soluções completas, altamente eficazes e com tecnologia avançada de formulação, capazes de entregar o máximo desempenho no campo”, destaca Pablo Lunelli, agrônomo e representante técnico de vendas (RTV) da ADAMA. “O uso correto de ferramentas robustas e com amplo espectro de controle, como Almada®, fungicida único pronto para uso com tecnologia exclusiva, é essencial para proteger o potencial produtivo da soja”, complementa. Almada® foi apontado pelo segundo ano consecutivo como o fungicida mais eficaz no controle da ferrugem da soja pelo Consórcio em Rede – Ferrugem. A solução completa proporciona produtividade superior a 3.400kg de soja por hectare.

Além de Almada®, a ADAMA oferece um programa campeão de manejo de doenças, com fungicidas como Armero®, lançado em 2022, e Across®, para fechamento do ciclo. Todos possuem a exclusiva tecnologia de formulação T.O.V., que agrega facilidade, rentabilidade e alto desempenho no campo, de acordo com Lunelli.

Durante o evento, os agrônomos da ADAMA estarão disponíveis para fornecer orientações sobre o manejo da ferrugem e os benefícios de Almada® para a soja, bem como informações detalhadas sobre o herbicida Mayoral® e o fungicida Azimut® para o arroz e as demais soluções inovadoras da empresa, como inseticidas, biossoluções e outros fungicidas de destaque.

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Fonte: ADAMA

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Fertilizante fosfatado começa a ser produzido no RS com operação em Caçapava do Sul e reforça oferta regional de insumos

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Caçapava do Sul entra no mapa da produção de fertilizantes fosfatados

A Águia Fertilizantes iniciou oficialmente as operações do Pampafos, primeiro fertilizante fosfatado produzido no Rio Grande do Sul. A unidade industrial está localizada em Caçapava do Sul e marca a etapa inicial do Projeto Fosfato Três Estradas, que tem base mineral no município de Lavras do Sul.

O empreendimento representa um avanço estratégico para o agronegócio gaúcho ao ampliar a oferta regional de insumos agrícolas, reduzindo a dependência de fertilizantes importados de outras regiões e países.

Projeto nasceu de descoberta inédita de rocha fosfática no Estado

O projeto tem origem na identificação da primeira jazida de rocha fosfática do Rio Grande do Sul, localizada em um distrito de Lavras do Sul. As pesquisas minerais começaram em 2011, conduzidas pela própria Águia Fertilizantes.

Os estudos geológicos apontaram um depósito com recursos estimados superiores a 100 milhões de toneladas de minério, consolidando a viabilidade econômica do empreendimento e abrindo caminho para a implantação industrial.

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Licenciamento ambiental foi concluído em maio

O início das operações ocorre após a concessão da Licença de Operação do Projeto Fosfato Três Estradas, emitida em 15 de maio no Palácio Piratini, em Porto Alegre.

O documento foi liberado pelo Governo do Estado do Rio Grande do Sul, com participação da Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura e da Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam), concluindo uma etapa decisiva para o início da produção.

Produção inicial e expansão do complexo industrial

A produção inicial do Pampafos terá capacidade de até 150 mil toneladas por ano. A expectativa da empresa é produzir cerca de 70 mil toneladas ainda em 2026.

Com a implantação do novo complexo industrial previsto para Lavras do Sul em 2027, a capacidade produtiva poderá chegar a 300 mil toneladas anuais de fertilizantes fosfatados.

Esse volume é estimado para atender aproximadamente 15% da demanda de fertilizantes fosfatados do Rio Grande do Sul, fortalecendo a autonomia regional no fornecimento de insumos agrícolas.

Investimentos já somam R$ 230 milhões

Desde 2011, a Águia Fertilizantes já investiu cerca de R$ 230 milhões no desenvolvimento do projeto. Os recursos foram aplicados em pesquisas minerais, estudos ambientais, infraestrutura de mina, adequações industriais e no processo de licenciamento ambiental.

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Impacto para o agronegócio gaúcho

A entrada em operação do Pampafos representa um marco para a cadeia produtiva do agronegócio no Estado. Além de ampliar a oferta de fertilizantes fosfatados, o projeto contribui para o fortalecimento da indústria mineral e para a segurança no abastecimento de insumos essenciais à produção agrícola.

Com a expansão prevista, o Rio Grande do Sul passa a consolidar uma nova frente produtiva estratégica no setor de fertilizantes, com potencial de impacto direto na competitividade do campo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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