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Lançado o Programa Café com Qualidade Prime Agro

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Com uma abordagem integrada da agricultura, que visa não apenas a nutrição das plantas, mas também compreender e melhorar a qualidade da vida do solo, a Prime Agro lançou em fevereiro o “Programa Café com Qualidade Prime Agro”, resultante de um estudo conduzido ao longo de dois anos em regiões cafeeiras selecionadas no Brasil.

“A nutrição aplicada de forma especializada resultou em uma maior estabilidade produtiva das plantas de café”, explica o gerente de pesquisa e inovação da empresa, Guilherme Augusto Macieira.

Na prática, isso implica em maior longevidade produtiva, refletindo em uma média de mais de 50 sacas por hectare, com picos de até 90 sacas, nas áreas de arábica entre sequeiro e irrigado. “Essa estabilidade é particularmente notável, já que boa parte das áreas da média nacional apresenta uma produtividade em torno de 25 a 30 sacos, evidenciando a eficácia do manejo nutricional da Prime em impulsionar a produtividade e qualidade do café”, afirma Macieira. Além disso, o estudo sugere uma atenuação importante na curva de bienalidade do café.

Para maior difusão desse conhecimento, com base em dados científicos e resultados práticos, a Prime Agro lançou seu programa próprio para beneficiar a cultura cafeeira, trata-se do “Programa Café com Qualidade Prime Agro”. Ele consiste em um trabalho que envolve diversas frentes, começando nas análises de solo para entender a composição química e recomendações precisas de calagem e adubação, passando por análises foliares para avaliar o status nutricional das plantas e o monitoramento contínuo para manejo de pragas e doenças.

A partir dessas informações, “a proposta é oferecer aos produtores uma abordagem personalizada, considerando as necessidades específicas de cada área e cultura, ao invés de adotar soluções genéricas”, explica Macieira Com isso há maior longevidade e produtividade das plantas, o que é extremamente importante para a cafeicultura que é uma atividade perene, com plantas que permanecem na área por mais de dez anos.

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“Uma planta bem nutrida possui uma reserva que garante sua longevidade produtiva e permanência na área, além de apresentar uma melhor manutenção das folhas e produção de frutos de maior qualidade e tamanho”, afirma.

Além disso, a otimização de recursos é fundamental para os produtores, para evitar desperdícios e alcançar melhores resultados. “Reconhecemos que o solo é o principal recurso do produtor, portanto, o seu manejo adequado é essencial para o sucesso da produção”, finaliza Macieira.

Base na ciência – O Estudo aconteceu durante dois anos em cinco áreas do Brasil, incluindo o Triângulo Mineiro e Sul de Minas, além da cultura do café Conilon na Bahia. O objetivo – entre outros – foi compreender a movimentação de reservas orgânicas, principalmente amido e açúcares solúveis, nas plantas de café.

Suas etapas compreenderam a análise detalhada, desde as questões do solo e folhas até um acompanhamento mais próximo e compreensão da física do solo durante dois anos. Todo esse conhecimento contribui para melhorar não apenas a produção quantitativa, estabilidade, mas também a qualidade do café.

Nos experimentos da Prime Agro, a equipe observou que um manejo eficiente resultou em plantas com até 20% a mais de amido de reserva nos frutos, e mais de 10% a mais na pós-colheita, em comparação com o manejo padrão. A abordagem da Prime Agro trata a planta como um indivíduo, exigindo manutenção adequada das reservas para otimizar os recursos e garantir a qualidade dos frutos.

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Um ponto extremamente importante identificado pelos estudos é a manutenção da produção constante ano a ano. “Não podemos afirmar que o programa pode eliminar completamente a bienalidade, mas podemos atenuar sua curva. A ideia é identificar e manter uma produção com um nível de reserva que otimize a produtividade ao longo do tempo, sem prejudicar a planta”.

Como filosofia, a Prime Agro trabalha uma abordagem integrada da agricultura, que visa não apenas a nutrição das plantas, mas também compreender e melhorar a vida do solo. Essa mesma ideia adotada para o café neste programa também se estende a outras culturas. O objetivo é promover não apenas uma maior produtividade, mas também uma produção mais sustentável e eficiente, adaptada às particularidades de cada propriedade.

Sobre a Prime Agro

“A alimentar o mundo, nutrindo o futuro” é a missão da Prime Agro, uma empresa brasileira com dez anos de atividade e mais de 300 colaboradores diretos. Sediada em Toledo, PR, ela atende o Brasil e América Latina promovendo a agricultura integrativa por ser uma especialista em nutrição vegetal e cuidados com o solo. Em seu portfólio conta com fertilizantes líquidos foliares com formulações próprias, além de serviços que aprimoram todo o sistema de produção agrícola. Promove programas de difusão como o PECC que reúne cerca de 100 projetos de agricultura em sistemas integrados (com e sem animais em pastejo) e investe de forma inovadora na área de biológicos “on farm” e produtos comerciais. Saiba mais em www.primeagro.com.br

Fonte: Flatonin

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de carne bovina do Brasil disparam em 2026 e superam 1,3 milhão de toneladas até maio

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As exportações brasileiras de carne bovina seguem em forte expansão em 2026. Em maio, o Brasil embarcou 297 mil toneladas da proteína para o mercado internacional, volume 17,8% superior ao registrado no mesmo mês de 2025. O desempenho reforça o protagonismo do país no comércio global de carne bovina e consolida a trajetória de crescimento observada ao longo do ano.

Os dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), compilados pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC), mostram que o faturamento das exportações atingiu US$ 1,83 bilhão em maio, avanço de 6,5% em relação ao mês anterior.

Além do aumento nos embarques, o setor também foi beneficiado pela valorização do produto no mercado internacional. O preço médio da carne bovina exportada alcançou US$ 6.163 por tonelada, registrando alta de 3,5% na comparação com abril.

China responde por mais da metade das exportações brasileiras

A China permaneceu como principal destino da carne bovina brasileira, ampliando sua participação nas compras externas e sustentando o crescimento das exportações nacionais.

Em maio, os chineses adquiriram 157,6 mil toneladas da proteína, movimentando US$ 1,06 bilhão. O volume representa crescimento de 39,6% em relação ao mesmo período do ano passado e corresponde a 53,1% de toda a carne bovina exportada pelo Brasil no mês.

O avanço das compras chinesas ocorre em um momento de antecipação dos embarques por parte dos importadores, diante da implementação de medidas de salvaguarda anunciadas pelo governo do país asiático para o setor de carne bovina.

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Estados Unidos mantêm posição estratégica entre os compradores

Os Estados Unidos seguiram como o segundo principal mercado para a carne bovina brasileira em maio. As exportações para o país somaram 28,8 mil toneladas, gerando receita de US$ 195,6 milhões.

Na comparação anual, os embarques para o mercado norte-americano cresceram 5,1%, demonstrando a manutenção da demanda mesmo em um cenário de maior concorrência internacional.

Entre os principais compradores também se destacaram a Rússia, com importações de 13,7 mil toneladas, o Chile, com 8,5 mil toneladas, e a União Europeia, que adquiriu 8,3 mil toneladas da proteína brasileira durante o mês.

Carne in natura domina receita das exportações

A carne bovina in natura continua sendo o principal produto exportado pelo setor. Em maio, essa categoria respondeu por 88,2% do volume total embarcado e por 93,1% de toda a receita obtida com as exportações brasileiras.

O faturamento da carne in natura atingiu aproximadamente US$ 1,7 bilhão no período, reforçando sua relevância para a balança comercial do agronegócio brasileiro.

Brasil acumula mais de 1,38 milhão de toneladas exportadas em 2026

No acumulado dos cinco primeiros meses do ano, as exportações brasileiras de carne bovina alcançaram 1,388 milhão de toneladas, crescimento de 15,3% em relação ao mesmo período de 2025.

A receita gerada pelo setor chegou a US$ 7,88 bilhões entre janeiro e maio, refletindo tanto o aumento do volume exportado quanto a valorização dos preços internacionais.

O preço médio das exportações brasileiras atingiu US$ 5.677 por tonelada no período, significativamente acima dos US$ 4.824 por tonelada registrados nos cinco primeiros meses do ano passado.

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Diversificação de mercados fortalece competitividade brasileira

A China segue liderando o ranking anual de compradores, com 631,9 mil toneladas importadas e faturamento de US$ 3,78 bilhões. O país asiático respondeu por 45,5% do volume exportado pelo Brasil e por 48% de toda a receita gerada pelo setor no acumulado de 2026.

Os Estados Unidos aparecem na segunda posição, com 178,6 mil toneladas embarcadas e receita superior a US$ 1,16 bilhão. Na sequência estão Chile, Rússia e União Europeia, todos registrando crescimento nas importações da proteína brasileira.

Segundo a ABIEC, o desempenho positivo reflete a ampla presença da carne bovina brasileira no mercado internacional.

Atualmente, o produto nacional está presente em mais de 177 destinos ao redor do mundo, estratégia que contribui para ampliar a competitividade do setor, reduzir riscos comerciais e fortalecer a posição do Brasil como um dos maiores exportadores globais de proteína animal.

Perspectivas seguem positivas para o restante do ano

Com demanda internacional aquecida, preços sustentados e diversificação crescente dos mercados compradores, o setor de carne bovina mantém perspectivas favoráveis para os próximos meses.

A continuidade do forte ritmo de exportações reforça a importância da pecuária de corte para o agronegócio brasileiro e para a geração de divisas, consolidando o país como um dos principais fornecedores mundiais de carne bovina.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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