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Custos de produção do milho diminuem em Mato Grosso, indica Imea

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O Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) revelou uma redução de 0,83% no custo de produção do milho em Mato Grosso durante o mês de março, em comparação com o mês anterior, chegando a R$ 3.437,75 por hectare.

A queda nos custos foi influenciada principalmente pela diminuição nos gastos com operações mecanizadas, sementes e defensivos, com reduções de 2,12%, 1,40% e 1,06%, respectivamente, de acordo com o Imea.

Com esse ajuste nos custos, o Custo Operacional Efetivo (COE) para a safra 2024/25 apresentou uma queda de 1,05% em relação ao mês anterior, ficando projetado em R$ 4.820,50 por hectare.

Para os produtores conseguirem cobrir seus custos ou o COE da safra 2024/25, colhendo 103,86 sacas por hectare, é necessário negociar o milho a pelo menos R$ 33,10 ou R$ 46,41 por saca, conforme apontado pelo Imea. Atualmente, a saca no estado está cotada a R$ 34,38.

Safra de Soja

Em relação à safra de soja 2024/25, o custo em Mato Grosso chegou a R$ 4.145,75 por hectare, uma queda de 0,19% em comparação com o levantamento realizado em janeiro pelo Imea.

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Essa redução nos custos foi impulsionada pela queda nos preços de fertilizantes, corretivos e defensivos, segundo o instituto.

Apesar da diminuição mensal nos custos dos insumos, a relação de troca da saca de soja para uma tonelada dos principais produtos não está favorável para os sojicultores do estado. Para adquirir uma tonelada de Super Simples (SSP) e de Map, é necessário entregar 21,93 sacas e 40,45 sacas de soja, respectivamente.

O Imea destacou que o cenário desfavorável na relação de troca é resultado do recuo nos preços futuros da oleaginosa desde o início deste ano, com uma queda de 7,38% na bolsa de Chicago.

Esmagamento de Soja

O Imea também informou que o esmagamento da soja em fevereiro atingiu um recorde para o mês em Mato Grosso, totalizando 1,04 milhão de toneladas. Isso representa um aumento de 19,33% em comparação com o mesmo período de 2023 e um aumento de 17,99% em relação à média dos últimos cinco anos.

Esse aumento no volume esmagado foi influenciado pela abertura de novas indústrias no estado e pela demanda externa aquecida, especialmente pelo farelo de soja, conforme apontado pelo Imea.

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Em relação à margem bruta de esmagamento, o indicador atingiu uma média de R$ 538,42 por saca em fevereiro, um aumento de 3,21% em comparação com o mês anterior. Isso ocorreu devido à queda nos preços da soja em grãos, que foi maior do que a desvalorização nos preços dos subprodutos da oleaginosa.

Para o mês atual, o Imea espera que o ritmo do esmagamento continue aquecido, com uma margem bruta média estadual em ascensão nos primeiros quinze dias do mês.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Cuiabá mantém cenário de normalidade para meningite e reforça vacinação na rede municipal

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, divulgou nesta quinta-feira (30) a Nota Informativa nº 02/2026 com o panorama da meningite na capital. O documento, elaborado pelo Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (CIEVS), indica que o município segue em situação de normalidade epidemiológica, apesar da confirmação de casos e óbitos neste ano.

Até abril de 2026, foram registrados sete casos confirmados de meningite, com três mortes. A taxa de incidência é de 1,01 caso por 100 mil habitantes, índice inferior à média nacional, que é de 1,4.

Em Cuiabá, os registros são predominantemente de meningites não meningocócicas, que apresentam menor letalidade em comparação aos tipos mais graves da doença.

A meningite é uma inflamação das meninges, membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal, e pode ser causada por vírus, bactérias, fungos e outros agentes. No Brasil, a doença é considerada endêmica, com ocorrência contínua ao longo dos anos.

A transmissão ocorre principalmente por meio de gotículas respiratórias, como secreções do nariz e da garganta, além da via fecal-oral, por ingestão de água ou alimentos contaminados ou contato com fezes infectadas.

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Por atingir o sistema nervoso central, a doença pode evoluir rapidamente e causar complicações graves, podendo levar à morte.

Os casos registrados em 2026 atingiram diferentes faixas etárias, incluindo bebês, adultos e idosos. Entre as causas identificadas estão vírus, bactérias como Staphylococcus e fungos como Cryptococcus. Há registros de pacientes que receberam alta, óbitos e também casos em investigação.

No mês de abril, até a data de publicação do boletim, não houve novos registros da doença na capital.

Entre os principais sintomas estão febre alta, dor de cabeça intensa, náuseas, vômitos e prostração. Sinais mais graves incluem rigidez na nuca, sensibilidade à luz, manchas na pele, convulsões e alterações respiratórias, que exigem atendimento imediato. Em bebês, irritabilidade e choro persistente também são indicativos de alerta.

A vacinação é a principal forma de prevenção contra a meningite, especialmente nos casos mais graves. Em Cuiabá, as doses estão disponíveis em 72 Unidades de Saúde da Família (USFs) distribuídas por toda a capital.

Algumas unidades contam com horário estendido, garantindo maior acesso da população:

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Região Leste (07h às 19h):
Bela Vista/Carumbé; Terra Nova/Canjica; Jardim Eldorado; Dom Aquino; Pico do Amor; Areão; Jardim Imperial.

Região Norte:
Jardim Vitória I (07h às 19h); CPA I e II (07h às 21h); Paiaguás (07h às 19h); CPA IV (07h às 19h); CPA III (07h às 19h); Ilza Terezinha Piccoli (07h às 21h).

Região Oeste (07h às 19h):
Despraiado; Ribeirão da Ponte; Novo Terceiro; Sucuri; Jardim Independência.

Região Sul:
Tijucal (07h às 21h); Parque Ohara (07h às 21h); Pedra 90 II, III e CAIC (07h às 19h); Parque Cuiabá (07h às 19h); Cohab São Gonçalo (07h às 17h); Santa Laura/Jardim Fortaleza (07h às 19h); Industriário (07h às 19h); Residencial Coxipó I e II (07h às 19h).

Zona Rural (07h às 19h):
Distrito de Nossa Senhora da Guia.

Em caso de suspeita, a orientação é procurar imediatamente uma Unidade Básica de Saúde, UPA ou policlínica. A notificação deve ser feita em até 24 horas à Vigilância Epidemiológica.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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