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Fungicida mostra eficácia e sinergia com outros ativos no controle de requeima na bataticultura

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Conforme a área técnica da Sipcam Nichino Brasil, o fungicida Zetanil®, do portfólio da companhia, segue na posição de alternativa estratégica e de custo-benefício competitivo para o produtor de batata controlar à requeima (Phytophtora infestans). De acordo com o engenheiro agrônomo Marcelo Palazim, da área de desenvolvimento de mercado, a doença constitui a principal da cultura no mundo, e, não contida eficazmente, tende a destruir por inteiro uma lavoura, em poucos dias.

Segundo o agrônomo, a requeima encontra condições ambientais favoráveis mediante baixas temperaturas e alta umidade do ar. Ele acrescenta que o controle da doença deve ser preferencialmente preventivo. “Recomendamos a aplicação de Zetanil® e, eventualmente, sua rotação com outros fungicidas, tão logo se estabeleça o cenário climático propício à disseminação do patógeno Phytophtora infestans”, diz Palazim.

“A manifestação da requeima se inicia nas folhas mais novas, surgem manchas e caules escurecem. Quando chega à batata, ao tubérculo, lesões escuras da polpa, de dimensões elevadas, ficam expostas”, ele explica.

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Palazim informa ainda que Zetanil® é descrito como um fungicida de ação sistêmica, protetora e não causa ‘estresse’ às plantas. “Foi desenvolvido em formulação líquida, equilibrada, visando a facilitar o manuseio e a aprimorar sinergias no manejo de resistência da doença envolvendo outros ativos.”

Criada em 1979, a Sipcam Nichino resulta da união entre a italiana Sipcam, fundada em 1946, especialista em agroquímicos pós-patentes e a japonesa Nihon Nohyaku (Nichino). A Nichino tornou-se a primeira companhia de agroquímicos do Japão, em 1928, e desde sua chegada ao mercado atua centrada na inovação e no desenvolvimento de novas moléculas para proteção de cultivos.

Fonte: Sipcam Nichino Brasil

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Exportações de açúcar somam 1,6 milhão de toneladas no line-up e mantêm forte ritmo de embarques nos portos do Brasil

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O line-up de navios nos portos brasileiros aponta que o país deve exportar 1,606 milhão de toneladas de açúcar na semana encerrada em 17 de junho, mantendo o Brasil como um dos principais fornecedores globais da commodity.

O volume, apesar de expressivo, representa redução em relação à semana anterior, quando estavam programadas 1,860 milhão de toneladas para embarque. O levantamento considera embarcações já atracadas, em fila de espera ou com previsão de chegada até 13 de julho.

Porto de Santos concentra maior parte dos embarques

O Porto de Santos (SP) segue como principal hub exportador de açúcar do país, concentrando 1.325.530 toneladas programadas no período.

Na sequência aparecem o Porto de Paranaguá (PR), com 278.000 toneladas, Recife (PE), com 20.300 toneladas, e Maceió (AL), com 8.774 toneladas.

Predomínio do açúcar VHP nas exportações

A composição da carga mostra predominância do açúcar VHP, que responde pela maior parte dos embarques, com 1.461.304 toneladas.

Também estão previstos embarques de Crystal B150 (100 mil toneladas), TBC (32.300 toneladas), açúcar refinado A-45 (7 mil toneladas) e VHP ensacado, equivalente a 6.000 toneladas.

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Exportações de açúcar somam 1,6 milhão de toneladas em junho

Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) indicam que o Brasil exportou 1.603.237 toneladas de açúcar em junho, com receita de US$ 574,98 milhões no acumulado do mês.

A média diária exportada ficou em 178,137 mil toneladas, enquanto a receita média diária atingiu US$ 63,887 milhões, considerando nove dias úteis no período.

Receita diária recua, mas volume cresce na comparação anual

Na comparação com junho de 2025, houve aumento no volume exportado, mas queda na receita e nos preços médios.

A receita diária recuou 11,5% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando o valor médio era de US$ 72,166 milhões.

Já o volume diário embarcado cresceu 5,8%, acima das 168,399 mil toneladas registradas em junho de 2025.

Preço médio do açúcar recua no mercado externo

O preço médio do açúcar exportado em junho de 2026 ficou em US$ 358,6 por tonelada, representando queda de 16,3% frente aos US$ 428,5 por tonelada observados em junho de 2025.

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O recuo reflete um cenário internacional mais pressionado, apesar da manutenção de um forte fluxo físico de exportações brasileiras, sustentado pela competitividade do país no mercado global.

O desempenho do setor reforça o Brasil como protagonista no comércio mundial de açúcar, com volumes elevados de embarque, ainda que sob pressão de preços no mercado internacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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