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RiceTec recebe visita de representantes do setor orizícola da Colômbia

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Nesta semana, a RiceTec recebeu a visita de produtores de arroz, agrônomos, consultores e indústrias da Colômbia. Os visitantes fizeram um tour pelo Rio Grande do Sul – maior produtor do grão no país – visitando as áreas de híbridos da RiceTec no Norte e Sul do estado.

Segundo a Organização para a Alimentação e Agricultura (FAO), o arroz é o cereal mais cultivado na Colômbia. Em termos econômicos, o arroz ocupa o primeiro lugar entre os cultivos de ciclo curto. Por isso, o interesse dos produtores colombianos na produção de arroz brasileira. O país caribenho também é um importante produtor de arroz das Américas, ocupando o quarto lugar em produção, atrás apenas de Brasil, Estados Unidos e Peru.

A RiceTec, multinacional referência mundial no desenvolvimento de sementes de arroz, apresenta atualmente três plataformas de produtos, com destaque para as tecnologias Max-Ace® e FullPage®, além de seus materiais convencionais.

Uma das áreas visitadas pelo grupo colombiano foi em Jaguarão, no Sul do estado, em área com o material XP739 FullPage. A tecnologia conta com bom potencial produtivo, qualidade industrial, tolerância ao acamamento, eficiente resposta a adubação e com ciclo de 120 dias. A tecnologia FullPage® representa uma geração de sementes de arroz com tolerância a herbicidas do grupo químico das imidazolinonas (IMI).

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Já a tecnologia Max-Ace® apresenta mais controle, mais seletividade, precocidade e tolerância a brusone, além da genética tolerante ao herbicida Acert® da ADAMA, que proporciona o controle de arroz vermelho e capim arroz resistentes a ALS.

O compartilhamento das experiências tende a resultar no avanço das políticas agrícolas para o setor orizícola de ambos os países.

Fonte: RiceTec Sementes

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Prefeitura reforça proibição do comércio irregular nas UPAs de Cuiabá

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, reforça a proibição do comércio ambulante no interior e nas entradas das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da Capital. A medida, implantada desde abril, tem contribuído para melhorar a organização dos espaços, reduzir aglomerações e garantir melhores condições de atendimento aos pacientes e aos profissionais que atuam nas unidades.

A restrição segue as normas municipais que impedem a instalação de equipamentos e a comercialização de produtos nas entradas principais de hospitais, prontos-socorros, ambulatórios e demais unidades de saúde, públicas ou privadas, além de proibir o comércio no interior desses espaços.

A iniciativa já apresenta resultados positivos na rotina das unidades, com maior organização dos acessos, melhor circulação de pacientes, acompanhantes e equipes, além de manter livres as áreas destinadas ao atendimento de urgência e emergência.

A secretária municipal de Saúde, Deisi Bocalon, destaca que a organização dos espaços externos e internos das unidades é fundamental para garantir um atendimento mais eficiente à população.

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“Quando conseguimos manter as entradas das unidades organizadas e sem obstáculos, melhoramos o fluxo de pessoas, facilitamos o trabalho das equipes e garantimos que pacientes que chegam em situação de urgência tenham acesso mais rápido e seguro ao atendimento”, afirmou.

O secretário adjunto de Atenção Secundária, Odair Mendosa, ressalta que as UPAs são portas de entrada para atendimentos de média complexidade e precisam funcionar com estrutura adequada para receber a população.

“As unidades de pronto atendimento recebem diariamente um grande volume de pacientes e precisam ter seus espaços preparados para acolher quem procura o serviço. A retirada do comércio irregular ajuda a preservar o ambiente, melhora a circulação e fortalece a qualidade do atendimento prestado”, explicou.

A ação teve início na UPA Morada do Ouro e será ampliada para as demais unidades de saúde do município. O trabalho envolve fiscalização, orientação aos comerciantes e acompanhamento das áreas próximas aos serviços de saúde.

Além da organização do espaço público, a Vigilância Sanitária também atua na fiscalização das condições de preparo, armazenamento e comercialização de alimentos, considerando os riscos relacionados à higiene, ao descarte inadequado de resíduos e ao uso de equipamentos que possam gerar fumaça e outros impactos nas proximidades das unidades.

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A Prefeitura também instalará placas informativas nas unidades para reforçar a proibição do comércio ambulante no interior dos prédios e nas áreas próximas aos acessos.

O descumprimento das normas pode resultar em medidas administrativas, como multa e apreensão de mercadorias, conforme previsto na legislação municipal.

Os comerciantes que desejam atuar de forma regular em vias e espaços públicos devem solicitar o Termo de Permissão de Uso (TPU), emitido pela Secretaria Municipal de Ordem Pública após análise técnica.

O documento estabelece regras para o exercício da atividade, considerando critérios como segurança, fluxo de pedestres e veículos, uso adequado do solo e cumprimento das normas sanitárias.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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