AGRONEGÓCIO

FMC apresenta lançamentos durante a Farm Show 2024

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Entre 12 e 15 de março, a FMC, empresa de ciências para agricultura, apresenta seu portfólio de lançamentos e produtos para as culturas de soja, milho e algodão para o público visitante da Farm Show 2024. A feira, que acontece em Primavera do Leste (MT), é realizada para gerar negócios e buscar soluções práticas e inovadoras para otimizar a produção agrícola.

Um dos destaques será o fungicida Onsuva®, que tem na formulação uma molécula inédita da FMC. “Esse é um produto exclusivo, pois ele possui uma carboxamida única no Brasil, o fluindapir, e um triazol, o difenoconazol em alta concentração e efetividade, que é recomendado para o controle das principais doenças na soja e algodão. Além do amplo espectro, a solução é reconhecida e recomendada por diversas consultorias e institutos de pesquisa pela eficiência em manchas foliares e alta seletividade para as culturas desde as primeiras aplicações”, explica Fábio Lemos, gerente de portfólio e cultivos da FMC.

Outro lançamento é o inseticida Premio® Star, que oferece proteção para 50 pragas em mais de 50 culturas, sendo o único produto do mercado que oferece controle simultâneo contra as principais pragas e percevejos, como as lagartas Spodoptera, helicoverpa e falsa-medideira na soja e no milho e no algodão para o bicudo-do-algodoeiro (Anthonomus grandis) e mosca-branca (Bemisia tabaci) e outros alvos secundários das plantações.

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Com alta tecnologia e otimização operacional devido às microcápsulas, outra solução que será demonstrada durante a Farm Show é o herbicida Reator®, que tem liberação prolongada e é voltado para o manejo de plantas daninhas, como capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) e picão-preto (Bidens pilosa) na soja. O produto é um pré-emergente seletivo à soja, que traz alta flexibilidade ao agricultor, estendendo a janela de aplicação, mesmo em períodos secos ou com a soja recém-emergida.

“Neste ano, a FMC participa e, também, é uma das patrocinadoras da Farm Show. Durante o evento, as demonstrações de campo comprovarão a tecnologia aplicada pela empresa para o desenvolvimento de produtos químicos e biológicos inovadores, a fim de promover uma agricultura sustentável ao mesmo tempo que apoia os agricultores para protegerem suas plantações e obterem o máximo potencial produtivo”, destaca Fábio.

Fonte: FMC

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Milho no RS entra na reta final da colheita com produtividade acima de 7,4 t/ha

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Mercado Externo

O cenário internacional para o milho segue marcado por volatilidade, com atenção às safras da América do Sul e ao ritmo das exportações dos Estados Unidos. A evolução da colheita no Sul do Brasil, especialmente no Rio Grande do Sul, contribui para a oferta global, ainda que em menor escala frente ao Centro-Oeste. A regularidade climática recente no Estado ajuda a sustentar expectativas positivas de produtividade, fator que pode influenciar o equilíbrio global de oferta.

Mercado Interno

A colheita do milho no Rio Grande do Sul se aproxima da conclusão, atingindo 90% dos 803.019 hectares cultivados na safra 2025/26, conforme a Emater/RS-Ascar. O avanço foi mais lento na última semana devido às chuvas, principalmente na Metade Sul, que elevaram a umidade dos grãos e dificultaram a operação de máquinas.

As áreas restantes correspondem a lavouras implantadas fora da janela ideal, ainda em fases reprodutivas ou de enchimento de grãos. As precipitações recorrentes desde março favoreceram o desenvolvimento dessas áreas, consolidando o potencial produtivo.

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No milho destinado à silagem, a colheita também está praticamente concluída, alcançando 87% da área. No entanto, a umidade elevada tem prejudicado o processo de ensilagem, podendo impactar a qualidade da fermentação.

Preços

Os preços do milho no mercado interno tendem a refletir o avanço da colheita e a qualidade do produto. A elevada umidade dos grãos em algumas regiões pode gerar descontos na comercialização, além de aumentar os custos com secagem. Por outro lado, a produtividade consistente no Estado ajuda a equilibrar a oferta regional.

Indicadores
  • Área cultivada (milho grão): 803.019 hectares
  • Área colhida: 90%
  • Produtividade média: 7.424 kg/ha
Produção estimada: 5,96 milhões de toneladas
  • Milho silagem:
    • Área: 345.299 hectares
    • Colheita: 87%
    • Produtividade média: 37.840 kg/ha
  • Soja (RS):
    • Área cultivada: 6,62 milhões de hectares
    • Colheita: 68%
    • Produtividade média: 2.871 kg/ha
  • Feijão 1ª safra:
    • Área: 23.029 hectares
    • Produtividade média: 1.781 kg/ha
  • Feijão 2ª safra:
    • Área: 11.690 hectares
    • Produtividade média: 1.401 kg/ha
  • Arroz irrigado:
    • Área: 891.908 hectares
    • Colheita: 88%
    • Produtividade média: 8.744 kg/ha
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Análise

A reta final da colheita do milho no Rio Grande do Sul confirma uma safra tecnicamente positiva, sustentada por produtividade acima da média histórica. No entanto, o excesso de chuvas no período final impõe desafios logísticos e pode afetar a qualidade dos grãos, exigindo maior gestão pós-colheita.

O cenário climático também impacta outras culturas relevantes no Estado. A soja avança de forma mais lenta, com grande variabilidade produtiva devido ao regime irregular de chuvas ao longo do ciclo. Já o arroz mantém bom desempenho, enquanto o feijão evidencia forte dependência de irrigação para alcançar melhores rendimentos.

No curto prazo, o produtor gaúcho segue atento às condições climáticas para concluir a colheita e preservar a qualidade da produção, fator determinante para a rentabilidade em um ambiente de margens mais apertadas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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