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i4pro amplia sua atuação no setor de agro com soluções personalizadas

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A indústria agro segue em constante crescimento no Brasil, com isso o segmento de seguro Rural deve acompanhar essa elevação para suprir as necessidades do setor. De acordo com dados da Confederação Nacional das Seguradoras (CNSeg), o setor deve crescer 23,1% em 2024, aumento de 18,1 pontos percentuais em relação a 2023, apresentando o maior crescimento dentre todas as áreas de seguro.

Para atender a essas demandas, as seguradoras têm apostado cada vez mais em modalidades mais voltadas a esse setor, buscando atender, de forma personalizada, as necessidades especificas para o agro.

Neste sentido, a i4pro, líder em soluções de tecnologia para o mercado segurador brasileiro, criou uma solução específica para o segmento rural, que permite emissões de cotações, propostas e apólices e administração dos documentos emitidos pelas seguradoras que atendem ao setor.

O “módulo”, como é chamado, foi projetado para simplificar uma emissão de rural personalizada, guiando-o desde a entrada inicial de informações até a emissão final da apólice. Ao longo deste fluxo, é possível verificar que o módulo possui uma abordagem intuitiva e eficiente para obter as informações necessárias, processar a cotação, receber a proposta detalhada e emitir a apólice.

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Soluções como essas trazem mais benefícios as seguradoras contratantes, como maior agilidade em processos de sinistro, otimizando a eficiência das seguradoras e proporcionando uma resposta mais rápida em momentos críticos.

“Os produtores estão buscando, cada vez mais, seguros personalizados para atender suas necessidades. Assim como busca-se agilidade para resolver um sinistro de carro, é necessário velocidade para resolver ocorrências na área rural”, explica Rodrigo Orlandini, diretor de Produtos da i4pro.

A utilização desse módulo, também inclui a possibilidade de capitação de subvenção junto ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), o que permite uma maior agilidade na elaboração da proposta da apólice e uma cobertura mais ampla e customizada.

Essa tecnologia junta-se a outras disponíveis no mercado para trazer maior eficácia às seguradoras. Entre elas, por exemplo, está o uso de sensoriamento remoto e análise de dados geoespaciais, que permitem uma avaliação de riscos mais precisa, resultando em precificação mais justa e personalizada para os agricultores, ou na detecção precoce de condições adversas, permitindo a implementação de medidas preventivas, com redução significativa dos sinistros.

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Fonte: Grupo Virta

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Pesquisadores alertam: EL Niño vem turbinado e vai afetar calendário agrícola no Brasil

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Pesquisadores e centros meteorológicos internacionais identificaram sinais de que o El Niño de 2026 pode entrar para o grupo dos mais intensos das últimas décadas e permanecer ativo até o início de 2027. O fenômeno, potencializado pelo aquecimento global, tende a alterar o calendário agrícola brasileiro, com risco de atraso no plantio da soja no Centro-Oeste e no Matopiba e excesso de chuvas no Sul, principal região produtora de trigo do País.

As projeções divulgadas entre maio e junho consolidaram a expectativa de um evento persistente. Em algumas áreas próximas à costa da América do Sul, o aquecimento da superfície do oceano chegou a ficar entre 2°C e 3°C acima da média, enquanto a região central do Pacífico registrava anomalias em torno de 0,7°C.

Diferentemente dos grandes eventos de 1982-83, 1997-98 e 2015-16, o El Niño de 2026 se desenvolve em um cenário de aquecimento mais generalizado dos oceanos. Com menos contraste entre águas quentes e frias, os pesquisadores passaram a utilizar novos indicadores para medir a intensidade do fenômeno. Por esse critério, o episódio atual já apresenta características semelhantes às observadas em alguns dos eventos mais severos do registro histórico.

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No Brasil, os efeitos costumam variar entre as regiões. No Sul, a combinação entre o El Niño e outros padrões atmosféricos pode favorecer volumes de chuva acima da média durante a primavera e o verão. Para culturas de inverno, como o trigo, a distribuição das precipitações ao longo do ciclo tende a ser mais importante que o volume acumulado, já que excesso de umidade durante a fase reprodutiva e na colheita pode afetar a qualidade dos grãos.

No Centro-Oeste e no Matopiba, o comportamento tradicional do fenômeno é diferente. As chuvas costumam se tornar mais irregulares no início da primavera, período que marca a abertura do plantio da soja. Eventuais atrasos na semeadura podem reduzir a janela ideal para o milho de segunda safra em 2027, responsável por cerca de 80% da produção brasileira do cereal.

O País entra nesse cenário após uma safra recorde. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) projeta produção de 358,6 milhões de toneladas de grãos em 2025/26, além de uma colheita de 66,7 milhões de sacas de café e mais de 700 milhões de toneladas de cana-de-açúcar.

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Segundo os especialistas, os impactos do fenômeno tendem a ser mais regionais do que nacionais. Enquanto parte das áreas produtoras pode registrar condições favoráveis, regiões dependentes da regularidade das chuvas, como Centro-Oeste e Matopiba, e áreas mais suscetíveis ao excesso de precipitações, como o Sul, devem concentrar maior atenção ao comportamento do clima ao longo da safra 2026/27.

Fonte: Pensar Agro

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