Mato Grosso

Unidade de Saúde de assentamento de Paranaíta será reconstruída com investimento de R$ 3 milhões do Governo de MT

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O Posto de Saúde da Família (PSF) do Assentamento São Pedro, a 40 km da zona urbana de Paranaíta, será 100% reconstruído. O lançamento da obra ocorreu nesta sexta-feira (08.03). A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) investe R$ 3 milhões na reconstrução desta unidade, que será reerguida após um grave incêndio que acometeu toda a sua estrutura em junho de 2022.

Conforme as pactuações da Comissão Intergestores Bipartite de Mato Grosso (CIB-MT), a SES já repassou R$ 1 milhão para a compra de novos equipamentos e R$ 600 mil para a reconstrução da unidade. Ainda está prevista a transferência de mais R$ 1,4 milhão para a reconstrução do PSF, mediante prestação de contas. A unidade atenderá cerca de 4 mil habitantes das imediações do assentamento.

“Hoje lançamos a pedra fundamental deste novo PSF para o Assentamento São Pedro, que terá praticamente a estrutura de um Pronto Atendimento, idealizado para servir bem essa comunidade. Parabenizo a determinação e o empenho da gestão municipal e reafirmo o compromisso do Governo de Mato Grosso com essa construção. No ano que vem, estaremos aqui entregando essa unidade para a população”, declarou o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, que esteve presente no evento de lançamento da obra.

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O prefeito de Paranaíta, Osmar Moreira, destacou que o Governo de Mato Grosso é um grande parceiro da gestão municipal e reforçou a importância do auxílio financeiro cedido pela SES para a reconstrução da unidade.

“Emoção e gratidão a esse Governo pelo empenho. Na hora mais difícil, quando a unidade pegou fogo, o secretário Gilberto nos deu uma mão amiga e disse para apresentarmos um novo projeto. Hoje estamos lançando essa obra e a reconstrução desse PSF é um sonho para a população do Assentamento São Pedro”, disse.

“Depois do incêndio, o secretário Gilberto nos disse: ‘vocês não estão sozinhos. Nós vamos fazer a unidade de saúde mais bonita que vocês já viram’. E aqui está o projeto do novo PSF. Eu não esperava estar viva para ver o quanto o Sistema Único de Saúde (SUS) avançou nos últimos cinco anos. Parabenizo o olhar do secretário Gilberto e o Governo do Estado pela gestão”, acrescentou a secretária municipal de Saúde de Paranaíta, Andreia Reis.

Benefício para a população

De acordo com a Prefeitura de Paranaíta, o novo PSF do Assentamento São Pedro receberá um investimento total de R$ 5,6 milhões – entre recursos estaduais e municipais para a execução da obra e a aquisição de equipamentos. A previsão de entrega da obra é para 360 dias.

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A unidade contará com aproximadamente 804 metros quadrados de área construída e ofertará atendimentos da Atenção Básica em Saúde. A nova estrutura será totalmente humanizada e pensada para o crescimento populacional da comunidade.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Para atender alta complexidade, Hospital Central tem médicos de 36 especialidades

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Em julho, o Hospital Central de Alta Complexidade de Mato Grosso ampliará seu escopo de sete para 12 especialidades cirúrgicas 100% cobertas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Para isso, a unidade formou um corpo médico com profissionais especializados em 36 áreas diferentes da saúde. O objetivo dessa junta médica é fazer um atendimento integral ao paciente, já que o hospital recebe casos complexos, críticos ou de difícil diagnóstico.

Unidade do Governo de Mato Grosso administrada pelo Einstein Hospital Israelita, o Hospital Central atualmente realiza cirurgias pediátricas, ortopédicas pediátricas, ortopédicas oncológicas, urológicas, gerais, do aparelho digestivo e ginecológicas. Até o final de julho, o escopo se amplia para procedimentos vasculares, cardiovasculares, torácicos, de mastologia oncológica e neurocirurgias eletivas.

Coordenador médico do hospital, Thales Chelala explica que, além dos médicos diretamente ligados à cirurgia, a equipe soma profissionais de 36 áreas específicas da saúde. São clínicos gerais, intensivistas, nefrologistas, anestesiologistas, pediatras, geriatras, médicos de cuidados paliativos, hematologistas, otorrinolaringologistas, entre outros especialistas. Essa multidisciplinaridade é uma das principais características de um hospital de alta complexidade.

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“Essa equipe é fundamental para que o paciente possa ter um diagnóstico preciso e rápido e uma qualidade assistencial diferenciada. Essa integralidade nos cuidados é o que distingue uma unidade de alta complexidade”, ponderou Chelala. Além da realização de cirurgias propriamente ditas, o Hospital Central realiza uma série de procedimentos que dão base e apoio ao tratamento. “Precisamos dessa visão completa do paciente para sermos assertivos no atendimento de casos mais complexos”, destacou.

Na medicina diagnóstica, por exemplo, a unidade dispõe de tomografia, ressonância magnética, ecocardiografia e ultrassonografia. “São exames sofisticados feitos por equipamentos com alta tecnologia e que dependem de profissionais qualificados para interpretá-los”, observou o coordenador. Seguindo o planejamento de implantação plena do hospital, estão outras grandes aquisições para o SUS de Mato Grosso, a hemodinâmica, já em funcionamento, e a mamografia, a ser implantada até agosto.

Já na medicina clínica, o apoio de especialistas ocorre durante todo o período da internação, seja nas unidades de terapia intensiva (UTI) ou nas enfermarias. “É uma engrenagem. Acompanhamos o paciente antes, durante e depois da cirurgia, que é a nossa principal atividade. Adotamos esse modelo assistencial porque ele garante que as necessidades, tanto cirúrgicas quanto clínicas, sejam atendidas de uma maneira mais abrangente e eficiente”, afirmou o coordenador.

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Na prática, cada paciente é atendido por uma junta médica multidisciplinar e especializada. “É uma abordagem que faz muita diferença na medicina de alta complexidade, marcada por situações que demandam cirurgias mais sofisticadas, uso de tecnologia para o diagnóstico e casos com alto risco de vida. Aliar tecnologia com esse suporte humano é fundamental para cumprimos o papel do Hospital Central para o usuário do SUS em Mato Grosso”, contextualizou Alessandra Bokor, diretora da unidade.

É importante frisar que o cuidado interdisciplinar oferecido no Hospital Central ainda envolve outros profissionais da saúde essenciais aos planos terapêuticos, como nutricionistas, fisioterapeutas, farmacêuticos, fonoaudiólogos, psicólogos, enfermeiros, entre outros.

O Hospital Central de Alta Complexidade atende pacientes de todos os municípios de Mato Grosso 100% pelo SUS. Como o foco é voltado para a alta complexidade, os pacientes são encaminhados à unidade pela Central Estadual de Regulação.

Fonte: Governo MT – MT

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