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Microgeo registra crescimento recorde em 2023, impulsionando a comercialização de biológicos na agricultura nacional

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No período de janeiro a dezembro do último ano, a empresa registrou um aumento significativo tanto no número de novos clientes quanto na ampliação da capacidade das Bioestações instaladas em fazendas de produtores que já utilizavam a Biotecnologia em diferentes locais do país.

Comparado a 2022, houve um crescimento de 37% no número de instalação de Bioestação CLC – Compostagem Líquida Contínua, enquanto a capacidade de aplicação do produto cresceu em 57%. Este feito estabeleceu um recorde para a empresa, reforçando sua posição de destaque na transformação do mercado de biológicos e contribuição para a sustentabilidade da agricultura brasileira.

O balanço revelou que houve um aumento de 27% no número de novos clientes, demonstrando uma crescente adesão à estratégia de manejo do microbioma do solo como parte fundamental e integrante do sucesso das propriedades agrícolas. Além disso, 76% dos agricultores que já utilizavam a Biotecnologia Microgeo, ampliaram a capacidade de suas Bioestações, visando expandir suas operações agrícolas.

Adriano Roland, diretor executivo da Microgeo, expressou sua satisfação com os resultados, destacando não apenas o sucesso da empresa, mas também o avanço da agricultura brasileira. Ele afirmou: “Este momento não apenas celebra o crescimento da Microgeo, mas também reflete a mudança do mercado brasileiro na priorização da biologia do solo e com isso a busca por práticas sustentáveis que geram uma agricultura mais produtiva e rentável ao longo do tempo. Estamos vivendo um novo cenário climático, com desafios significativos e o ano de 2023 não foi diferente, ressaltando a importância do cuidado com a base da vida na Terra, o solo. Nesse contexto, a Biotecnologia Microgeo está se consolidando como uma solução indispensável para a revitalização do microbioma do solo, maximizando o uso dos recursos investidos em todo o processo produtivo agrícola e preparando cada planta dentro da lavoura a enfrentar estes desafios.”

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O crescimento da empresa não se limitou apenas aos números de instalação e capacidade de aplicação do produto. Em termos financeiros, a Microgeo registrou um aumento de mais de 70% na Receita Operacional Bruta (ROB) em comparação com o ano anterior.

E para atender a essa crescente demanda do mercado, a empresa inaugurou recentemente o novo complexo industrial ao lado da sede em Limeira/SP, como expansão do processo de produção, suprimentos e estocagem dos produtos Microgeo.

Arthur Dias Ferreira, Diretor Comercial da Microgeo, comentou que está orgulhoso de liderar uma equipe comprometida com a entrega de soluções que não apenas impulsionam o crescimento dos nossos clientes, mas também contribuem para um futuro mais sustentável e produtivo. Encaramos os desafios do novo cenário climático com determinação e inovação, e estamos confiantes de que continuaremos a alcançar novos patamares de sucesso em 2024 e além. Juntos, estamos construindo um futuro mais próspero e sustentável para todos.

Caio Suppia, diretor de marketing da Microgeo, explicou que os investimentos realizados pela empresa no fortalecimento da marca e a qualidade na parceria com revendas têm garantido o reconhecimento do mercado. “Mesmo em um ano extremamente desafiador, o comprometimento de todos esses atores ao longo da cadeia foi essencial para um resultado tão positivo”, comemorou.

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A Biotecnologia Microgeo é amplamente reconhecida e comprovada por estudos realizados através de órgãos públicos, instituições de pesquisa e pelos próprios agricultores clientes em diferentes culturas agrícolas e em diversos locais do Brasil. Desde sua fundação em 2000, a Microgeo tem sido referência no manejo do microbioma do solo, por transformar e impulsionar a agricultura brasileira rumo a um futuro mais sustentável.

Fonte: Microgeo

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações do Rio Grande do Sul somam US$ 4,4 bilhões no 1º trimestre de 2026, com destaque para carnes

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As exportações do Rio Grande do Sul totalizaram US$ 4,4 bilhões no primeiro trimestre de 2026. Em termos nominais, o resultado representa o quarto maior valor da série histórica iniciada em 1997, evidenciando a relevância do estado no comércio exterior brasileiro.

Carnes impulsionam desempenho da pauta exportadora

Entre os principais produtos exportados, o destaque ficou para o segmento de proteínas animais e animais vivos.

As exportações de carne suína registraram crescimento expressivo de 49,6%, com incremento de US$ 75,8 milhões. Também apresentaram avanço:

  • Vendas de bovinos e bubalinos vivos: alta de US$ 57,2 milhões;
  • Carne bovina: aumento de US$ 33,7 milhões.

O desempenho positivo desses produtos contribuiu para amenizar as perdas em outros segmentos relevantes da pauta exportadora.

Exportações caem em relação a 2025

Na comparação com o mesmo período de 2025, o valor total exportado pelo estado apresentou retração de 7,5%, o equivalente a uma queda de US$ 357,4 milhões.

O recuo foi influenciado principalmente pela redução nas vendas de produtos estratégicos:

  • Soja em grão: queda de 77,0% (-US$ 188,3 milhões);
  • Fumo não manufaturado: retração de US$ 172,9 milhões;
  • Celulose: recuo de US$ 68,1 milhões;
  • Polímeros de etileno: diminuição de US$ 45,5 milhões.
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Estado mantém posição no ranking nacional

Apesar da retração no valor exportado, o Rio Grande do Sul manteve a sétima colocação entre os principais estados exportadores do país.

O estado ficou atrás de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Mato Grosso, Pará e Paraná. No entanto, houve redução na participação relativa, que passou de 6,2% para 5,3% no período analisado.

Diversificação de destinos marca exportações gaúchas

No primeiro trimestre de 2026, o Rio Grande do Sul exportou para 169 destinos, reforçando a diversificação de mercados.

Os principais compradores foram:

  • União Europeia: 12,2% das exportações;
  • China: 9,2%;
  • Estados Unidos: 7,3%.

Entre os parceiros comerciais, a China apresentou a maior queda em termos absolutos, com retração de US$ 301,6 milhões, impactada pela redução nas compras de soja e fumo.

Os Estados Unidos também registraram recuo relevante (-US$ 148,7 milhões), influenciado principalmente pelos setores florestal e de armas e munições.

Egito e Filipinas ganham destaque nas compras

Em contrapartida, alguns mercados ampliaram significativamente suas importações de produtos gaúchos.

Destacam-se:

  • Egito: aumento de US$ 105,1 milhões;
  • Filipinas: alta de US$ 104,5 milhões.
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O crescimento foi impulsionado principalmente pelas vendas de cereais e carnes.

Cenário internacional pressiona comércio exterior

O desempenho das exportações do estado ocorre em meio a um ambiente global de incertezas.

As vendas para o Irã, que representaram 1,8% do total exportado, recuaram 5,5% no período, refletindo impactos de sanções econômicas e restrições financeiras que historicamente afetam as relações comerciais com o país.

No caso dos Estados Unidos, a queda de 31,9% nas exportações foi superior à média geral do estado. O resultado está ligado, entre outros fatores, ao desempenho do setor de armas e munições, sensível a mudanças regulatórias e tarifárias.

Perspectivas indicam cenário desafiador

Apesar do bom desempenho de segmentos como o de carnes, a retração em produtos-chave como soja e celulose evidencia os desafios enfrentados pelo estado no comércio internacional.

O cenário para os próximos meses seguirá condicionado à demanda global, às condições de mercado e ao ambiente geopolítico, fatores que devem continuar influenciando o desempenho das exportações gaúchas ao longo de 2026.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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