AGRONEGÓCIO

Alto fluxo de movimentação de grãos é foco de lançamento da GSI

Publicado em

O alto fluxo de recebimento e processamento de grãos, característico dos regimes de produção industrial – quando uma unidade chega a operar 24 horas x 7 dias -, passa a contar com mais uma solução desenvolvida pela marca GSI. Trata-se do transportador de grãos Redler TCR400, que a GSI leva para a Expodireto Cotrijal 2024, que acontece de 4 a 8 de março em Não-Me-Toque, no RS.

Projetado com robustez, o Redler TCR400 veio para completar a linha de transportadores de corrente da GSI. O modelo foi concebido para um fluxo de 400 ton/h de movimentação, podendo cobrir outras faixas de capacidade para produtos ou aplicações especiais.

O Redler TCR400 vem preparado para receber sensores específicos como o de movimento e de temperatura, como opcionais. O equipamento tem perfil de trabalho projetado para condições severas, tendo sido validado em teste de campo sob essas condições.

O equipamento atende as normas de segurança que regem a aplicação, sendo seguro tanto na sua operação quanto na manutenção. Sua construção robusta, relacionada a espessuras de chapas, sistema de corrente e de alinhamento, além da sustentação do motor estar especialmente adequada à carga que vai movimentar, garantem segurança, confiabilidade e simplicidade de operação. Além disso, o Redler TCR400 foi desenvolvido para ter fácil manutenção, considerando seus sistemas de acesso e soluções técnicas que agilizam esse processo quando necessário.

Leia Também:  No CBA, secretário do Mapa destaca que relevância do agronegócio brasileiro causa incômodo internacional

Crédito – O novo equipamento chega ao mercado já contemplado por condições de financiamento especiais para viabilizar sua aquisição pelo produtor rural. Acompanhando a política de crédito do Programa para Construção e Ampliação de Armazéns (PCA), do BNDES, o AGCO Finance, banco de fábrica da marca GSI, oferece uma linha com recursos próprios e disponibilidade imediata. Com taxas de juros de 7% ao ano (a.a.) para projetos até 100 mil sacas e 8,5% a.a. para acima de 100 mil sacas, pode ser até 100% financiado, com prazos totais de até 120 meses e até 18 meses de carência.

Durante a Expodireto 2024, a equipe Técnica e Comercial estará disponível para esclarecer dúvidas sobre os equipamentos e opções de aquisição.

Fonte: Acesso Projetos Integrados de Comunicação

Fonte: Portal do Agronegócio

Advertisement

AGRONEGÓCIO

Batata: safra de inverno amplia oferta e coloca preços em alerta

Published

on

A oferta de batata deve ganhar força entre agosto e setembro com o avanço da colheita de inverno em Vargem Grande do Sul, no interior de São Paulo. Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), somente em agosto deverá ser retirado do campo o equivalente a 35% da safra regional, elevando o acumulado colhido para 50% até o fim do mês.

O aumento sazonal da disponibilidade pode manter as cotações pressionadas no curto prazo, especialmente se a colheita avançar simultaneamente em outros polos produtores. Para o agricultor, o cenário reforça a necessidade de acompanhar o ritmo de entrada do produto no mercado, a qualidade dos lotes e os custos de classificação, armazenamento e transporte.

Em julho, a produtividade média das lavouras de Vargem Grande do Sul ficou próxima de 30 toneladas por hectare, abaixo do potencial da região. Colaboradores consultados pelo Cepea atribuíram o resultado ao excesso de chuva registrado em maio e junho e à elevada frequência de dias nublados, que reduziu a luminosidade e prejudicou a fotossíntese das plantas.

Para agosto, a expectativa é de recuperação do rendimento para aproximadamente 40 toneladas por hectare, patamar próximo ao observado nos últimos anos. A melhora, combinada com a concentração da colheita, deverá ampliar o volume ofertado ao mercado.

O produtor, entretanto, ainda precisa manter atenção redobrada ao manejo fitossanitário. Houve registros de canela-preta depois de cerca de 60 dias da tuberização, favorecidos pela elevação das temperaturas, embora a doença tenha sido rapidamente controlada. A requeima, presente desde junho, intensificou-se em julho e também contribuiu para limitar a produtividade. Apesar dos problemas, a qualidade dos tubérculos colhidos é considerada satisfatória.

Leia Também:  Wilson Sons Registra Recorde em Movimentação de Cargas no Tecon Salvador por Segundo Mês Seguida

O avanço regional da oferta ocorre em um ano de redução da produção brasileira. O levantamento de julho do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) estima a safra nacional de batata-inglesa de 2026 em 4,2 milhões de toneladas, queda de 8,3% em relação às 4,58 milhões de toneladas produzidas em 2025.

A retração é explicada principalmente pelas perdas de área. O país deverá colher 121,8 mil hectares, 9,4% menos que no ano passado. A produtividade média nacional, por outro lado, está estimada em 34,5 toneladas por hectare, crescimento de 1,2%.

A terceira safra, correspondente ao cultivo de inverno, deverá produzir 892,2 mil toneladas, recuo de 19,3% frente a 2025. A área destinada ao ciclo diminuiu 23,9%, para 22,1 mil hectares. O rendimento médio esperado, contudo, subiu 6,1% e alcança 40,3 toneladas por hectare.

Isso significa que o mercado pode enfrentar dois movimentos diferentes. No curto prazo, a concentração da colheita entre agosto e setembro amplia a oferta e pode pressionar as cotações recebidas pelo produtor. No conjunto do ano, porém, a disponibilidade nacional deverá ser menor que a registrada em 2025.

A queda de preços já apareceu no varejo. A batata-inglesa recuou 19,59% em julho no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A continuidade desse movimento dependerá do ritmo da colheita, do rendimento das lavouras e da qualidade comercial dos lotes que chegarem aos atacados.

Leia Também:  Mandioca registra maior preço do ano em agosto, aponta Cepea

Apesar de produzir mais de 4 milhões de toneladas por ano, o Brasil não exerce papel central no mercado mundial. Dados da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) mostram que o planeta produziu 390,4 milhões de toneladas de batata em 2024. O Brasil respondeu por aproximadamente 1,1% desse volume e ocupou a 18ª posição entre os países produtores. China e Índia lideram com ampla vantagem.

A produção brasileira é direcionada principalmente ao mercado interno. No comércio exterior, o maior desequilíbrio está nos produtos processados. Em 2025, considerando a pauta formada por batata-doce e batatas preparadas ou conservadas, o país exportou 36,5 mil toneladas e importou 345,7 mil toneladas — um volume importado quase 9,5 vezes superior ao exportado.

As compras externas foram lideradas por batatas preparadas e conservadas, especialmente produtos congelados destinados ao varejo e ao setor de alimentação. Argentina, Bélgica, Países Baixos e Egito estiveram entre os principais fornecedores. O déficit não significa falta de batata fresca no país, mas revela a dependência brasileira de produtos com maior grau de processamento industrial.

Para o produtor, a entrada no pico da safra exige atenção à comercialização. Mesmo com uma produção nacional menor em 2026, a concentração temporária da oferta pode reduzir preços e margens. Qualidade, produtividade, escalonamento da colheita e negociação antecipada serão determinantes para atravessar o período de maior disponibilidade.

Fonte: Pensar Agro

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA