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24º SBSA: Presidente da Feedlatina evidenciará os desafios do Brasil na competição global por produção animal sustentável

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A necessidade de encontrar formas de aumentar a eficiência e a equidade, aliada à demanda de reduzir o impacto ambiental, impulsiona uma corrida por inovações e soluções na produção animal. Pela alta tendência mundial e impacto na avicultura, a primeira palestra da programação do 24º Simpósio Brasil Sul de Avicultura (SBSA) abordará os desafios do Brasil na competição global por produção animal mais sustentável. O tema será focalizado pelo presidente da Associação Latino-americana de Nutrição Animal (Feedlatina), diretor do Departamento do Agronegócio da FIESP e representante do Brasil na International Feed Industry Federation (IFIF), Roberto Ignacio Betancourt, no dia 9 de abril, às 14 horas, em Chapecó (SC).

Promovido anualmente pelo Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas (Nucleovet), o Simpósio ocorrerá nos dias 9, 10 e 11 de abril, no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes. Concomitantemente acontecerá a 15ª Brasil Sul Poultry Fair, além da Granja do Futuro.

Betancourt é Master in Agriculture pela University of Florida e Engenheiro Agrônomo pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (USP). Sócio-proprietário (1987-2018) da Btech Tecnologias Agropecuárias e Comércio Ltda. e presidente (2013-2019) do Sindirações (Sindicato Nacional da Alimentação Animal). Atualmente é representante do Brasil na IFIF, diretor titular DEAGRO-FIESP desde 2018 e presidente da Feedlatina.

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O presidente da Comissão Científica do 24º SBSA, Guilherme Lando Bernardo, salienta a atualidade e relevância do tema ao ressaltar que a competição global pela sustentabilidade deve continuar a se intensificar nos próximos anos. “Nesse cenário, o país precisará encontrar soluções inovadoras que sejam eficientes, economicamente viáveis e que atendam às crescentes demandas dos consumidores por produtos de origem animal sustentáveis. Possíveis ações e alternativas às necessidades serão apresentadas pelo renomado especialista”.

INSCRIÇÕES

As inscrições para o SBSA e para a 15ª Brasil Sul Poultry Fair estão no primeiro lote que segue até 28 de fevereiro. O investimento é de R$ 550,00 para profissionais, R$ 350,00 para estudantes e R$ 100,00 para a feira.

Na compra de pacotes a partir de dez inscrições para o SBSA serão concedidas bonificações. Associados do Nucleovet, profissionais de agroindústrias e órgãos públicos, além de grupos de universidades, têm condições diferenciadas.

Fonte: MB Comunicação Empresarial/Organizacional

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de carne de peru do Paraná disparam 34% e atingem recorde histórico no primeiro trimestre

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As exportações de carne de peru do Paraná registraram crescimento histórico no primeiro trimestre de 2026, consolidando o Estado entre os principais polos exportadores da proteína no Brasil. Dados divulgados no Boletim Conjuntural do Departamento de Economia Rural, vinculado à Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Paraná, mostram que os embarques paranaenses avançaram 34,1% em volume na comparação com o mesmo período do ano passado.

Ao todo, o Paraná exportou 3.879 toneladas de carne de peru entre janeiro e março, alcançando receita cambial de US$ 18,432 milhões. O faturamento apresentou salto expressivo de 199,1%, impulsionado pela valorização internacional da proteína e pelo avanço do preço médio da carne in natura, que atingiu US$ 3.994,94 por tonelada.

O desempenho do Paraná liderou o crescimento entre os estados do Sul do Brasil. No mesmo período, Santa Catarina registrou alta de 15,7% nas exportações, enquanto o Rio Grande do Sul avançou 4,7%.

Os principais destinos da carne de peru brasileira no mercado internacional foram México, Chile, África do Sul, Peru e Guiné Equatorial.

Avicultura paranaense mostra recuperação nos preços

Além do avanço das exportações de peru, a avicultura de corte do Paraná apresentou sinais de recuperação em abril. Segundo o Deral, o preço nominal médio do frango vivo chegou a R$ 4,62 por quilo, leve alta de 0,7% frente ao mês anterior.

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Apesar da reação positiva, o setor segue atento aos impactos da instabilidade geopolítica no Oriente Médio, cenário que continua pressionando custos logísticos e de insumos para a cadeia produtiva.

Na bovinocultura de corte, o mercado atravessa um período de ajuste sazonal. A arroba bovina foi cotada a R$ 353,80 na B3, refletindo maior oferta de animais terminados e escalas de abate consideradas confortáveis pela indústria frigorífica.

Chuvas favorecem milho da segunda safra no Paraná

No segmento de grãos, o milho segunda safra 2025/26 apresentou melhora nas perspectivas após o retorno das chuvas no fim de abril. O levantamento do Deral aponta que 84% das lavouras estão em boas condições de desenvolvimento.

Atualmente, 44% das áreas cultivadas estão na fase de frutificação, considerada decisiva para o potencial produtivo da cultura. Outros 30% encontram-se em floração, 24% em desenvolvimento vegetativo e 2% em maturação.

Segundo o analista do Departamento de Economia Rural, Edmar Gervasio, as chuvas chegaram em um momento estratégico para o desenvolvimento das lavouras.

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No mercado interno, o preço médio recebido pelo produtor encerrou abril em R$ 53,50 por saca de 60 quilos, praticamente estável, com leve valorização de 0,6% no comparativo mensal.

Produção de tangerina cresce mais de 22% no Paraná

A fruticultura também segue em destaque no Estado. O Paraná consolidou-se como o quarto maior produtor nacional de tangerina após registrar crescimento de 22,1% na safra de 2024.

A produção estadual alcançou 115,4 mil toneladas, impulsionada principalmente pelos polos produtores de Cerro Azul e Doutor Ulisses.

Com o aumento da oferta, os preços da fruta recuaram no varejo paranaense. Após iniciar o ano acima de R$ 10 por quilo, a tangerina passou a ser comercializada a R$ 8,35/kg em abril.

No atacado, a caixa de 20 quilos da variedade Ponkan foi negociada entre R$ 35 e R$ 40 na Ceasa de Curitiba no início de maio, mantendo os mesmos níveis registrados no mesmo período do ano passado.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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