AGRONEGÓCIO

Portos do RS iniciam 2024 com aumento de 4,88% nas movimentações

Publicado em

Os números levam em consideração a produtividade das unidades de Rio Grande, Pelotas e Porto Alegre, além dos terminais privados e arrendados que compõem o complexo portuário de Rio Grande.

Principal elo entre a produção gaúcha e o mundo, o Porto do Rio Grande movimentou 3.153.062 toneladas, número que é 4.56% maior que o observado no mesmo período do ano passado. A unidade de Pelotas da Portos RS foi responsável pela movimentação de 91.595 toneladas, enquanto o Porto de Porto Alegre concluiu o primeiro mês de 2024 com 67.863 toneladas.

Quando separados pelo segmento de carga, os graneis sólidos foram os mais movimentados e alcançaram 2.103.863 toneladas. Na segunda posição aparecem as cargas gerais, com 1.010.161 toneladas e em terceiro lugar os graneis líquidos, com 198.496 toneladas.

Em comparação com o mesmo período do ano passado, os portos públicos gaúchos registraram uma variação positiva na ordem de 4.88%. Além da unidade de Rio Grande, o Porto de Porto Alegre também contabilizou aumento em relação ao ano de 2023, passando de 39.838 toneladas para 67.683 toneladas.

Leia Também:  Aumento da tensão no Oriente Médio deve afetar preços de commodities agrícolas

Nos primeiros 30 dias do novo ano, as unidades da Portos RS receberam 310 embarcações, sendo 252 delas destinadas ao Porto do Rio Grande, 38 para o Porto de Pelotas e outras 20 para o cais público de Porto Alegre. Em janeiro do ano passado o total foi de 259 navios, fluxo demonstra a importância do modal hidroviário para o desenvolvimento econômico gaúcho.

O gerente de planejamento e desenvolvimento, Fernando Estima, celebrou os resultados e demonstrou otimismo em relação ao ano que está começando. “Iniciamos 2024 de forma bastante positiva, com destaque para as movimentações de Rio Grande e Porto Alegre. A tendência de uma boa safra nos faz acreditar que teremos um ótimo ano novamente”, afirmou.

Fonte: Agências

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Carne suína ganha espaço no consumo brasileiro impulsionada por qualidade, nutrição e modernização da cadeia produtiva

Published

on

A carne suína vem consolidando sua presença na mesa dos brasileiros, impulsionada pela evolução da cadeia produtiva, pelo avanço tecnológico no campo e pela crescente valorização de seu perfil nutricional. De acordo com dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), o consumo per capita atingiu aproximadamente 19,1 quilos por habitante em 2025, um crescimento de 19% nos últimos cinco anos.

O desempenho também é sustentado por uma produção nacional superior a 5,5 milhões de toneladas por ano e por exportações que alcançaram cerca de 1,51 milhão de toneladas no último período, reforçando o papel estratégico da suinocultura no agronegócio brasileiro.

Cadeia produtiva moderna sustenta qualidade da carne suína

Por trás da expansão do consumo está uma cadeia produtiva altamente tecnificada e integrada, que combina genética, nutrição de precisão, sanidade, ambiência e bem-estar animal.

Segundo a médica-veterinária Amanda Daniel, coordenadora técnica da unidade de Suinocultura da MSD Saúde Animal, a qualidade da carne suína atual é resultado direto da evolução do setor.

“A qualidade da carne suína que chega à mesa do consumidor é resultado de uma cadeia produtiva altamente complexa e integrada, na qual manejos sanitários, estratégias nutricionais, melhoramento genético, ambiência e bem-estar animal atuam de forma sinérgica. No Brasil, essa cadeia é considerada uma das mais modernas do mundo”, afirma.

A profissional destaca ainda que os avanços contínuos em tecnologia e manejo têm sido determinantes para elevar os padrões de qualidade e competitividade da proteína suína brasileira.

Leia Também:  Pesquisa da UFSCar mostra que derivado do kefir pode prolongar vida útil de morangos
Percepção do consumidor evolui com avanço da ciência

Historicamente, o consumo de carne suína no Brasil enfrentou barreiras relacionadas a mitos sobre seu perfil nutricional. No entanto, a modernização da produção e o maior acesso à informação têm contribuído para a mudança desse cenário.

De acordo com Amanda Daniel, antigas percepções associadas à gordura e ao colesterol vêm sendo gradualmente superadas.

“Essas associações ainda persistem em parte do imaginário coletivo, mas vêm sendo desconstruídas com o avanço da ciência e da produção moderna”, destaca.

Atualmente, a carne suína apresenta cortes mais magros, melhor padronização e maior controle sanitário, resultado direto do melhoramento genético e da adoção de práticas de nutrição e manejo de precisão.

Inspeção rigorosa garante segurança alimentar

Outro ponto fundamental para a consolidação da proteína suína é o rigoroso sistema de inspeção sanitária adotado no Brasil.

Toda a carne suína comercializada passa por fiscalização oficial veterinária, garantindo padrões de qualidade e segurança alimentar ao consumidor.

Segundo Ísis Pasian, coordenadora técnica de Suinocultura da MSD Saúde Animal, o controle é rigoroso em todas as etapas do processo.

“Durante o abate, cada animal e carcaça são avaliados. Caso seja identificado qualquer problema de saúde ou lesão que comprometa o consumo, a carne pode ser parcialmente condenada ou totalmente descartada”, explica.

Esse sistema contribui diretamente para a confiança do consumidor e para a reputação da carne suína brasileira nos mercados interno e externo.

Versatilidade amplia presença da carne suína no dia a dia

Além da qualidade nutricional, a versatilidade é um dos principais fatores que explicam o crescimento do consumo da carne suína no Brasil.

Leia Também:  Índice CEAGESP registra alta de 1,15% em agosto; frutas e legumes puxam avanço

Com uma ampla variedade de cortes e diferentes formas de preparo, a proteína passou a ocupar espaço de destaque nas refeições do dia a dia e em pratos mais elaborados.

Para Marcelo Lopes, presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), o produto atende diferentes perfis de consumo e ocasiões.

“A carne suína é uma proteína extremamente versátil, que atende às mais diversas ocasiões de consumo. Hoje temos cortes mais magros, práticos e também opções especiais que agregam sabor e sofisticação às refeições”, afirma.

O executivo destaca ainda o valor nutricional da proteína, que é fonte de proteínas de alta qualidade, vitaminas do complexo B e minerais essenciais para a saúde.

Semana Nacional da Carne Suína reforça promoção do setor

Em junho, a cadeia produtiva realizou a Semana Nacional da Carne Suína (SNCS), iniciativa organizada pela ABCS com apoio de empresas do setor, como a MSD Saúde Animal.

A ação teve como objetivo ampliar o consumo da proteína, valorizar os diferentes cortes e reforçar a comunicação sobre qualidade, segurança e benefícios nutricionais da carne suína.

Com o avanço da produção, o fortalecimento das exportações e a mudança de percepção do consumidor, a carne suína se consolida como uma das proteínas mais dinâmicas e estratégicas do agronegócio brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA