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Campanha “A-BIS-surda” revela o processo criativo do trocadilho MorumBIS

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Campanha “A-BIS-surda” revela o processo criativo do trocadilho MorumBIS
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Campanha “A-BIS-surda” revela o processo criativo do trocadilho MorumBIS

Após uma enxurrada de questionamentos dos consumidores sobre a aquisição dos naming rights do estádio do São Paulo , o MorumBIS , a marca icônica da Mondelēz Brasil, BIS , decidiu contar por meio de uma campanha como surgem as ideias dos famosos trocadilhos com o nome da marca que são, da forma mais extrovertida possível, utilizados em suas parcerias, campanhas e comunicações.

A campanha “A origem de MorumBIS” chega para reforçar que tudo que envolve BIS é gratificante: o jogo com os amigos, um show da sua banda favorita, a hora da sobremesa, um filminho com o mozão, o game com os parças, tudo ao lado do snack se torna A-BIS-urdo.

“O principal objetivo da campanha é reforçar junto do público todos os momentos espetaculares e grandiosos que podem ser vividos com BIS, afinal de contas, o snack está presente nos momentos mais divertidos e marcantes, sempre ao lado da família e amigos”, comenta Alvaro Garcia, VP de Marketing da Mondelēz Brasil.

Com direção criativa da agência de publicidade DAVID , o filme que ilustra a campanha usa a zoeira e abre o jogo contando sobre o “Departamento de Trocadilhos”, setor que seria responsável pela criação de “A-BIS-tinência”, posicionamento anterior da marca, compra dos Naming Rights , que transformou o estádio do São Paulo no MorumBIS, e outros tantos trocadilhos com o nome da marca.

“Muitos podem até achar que MorumBIS é um trocadilho aleatório, mas nossa campanha veio para mostrar toda a seriedade por trás deste processo. Somos atualmente os líderes absolutos do segmento, e queremos nos aproximar cada vez mais do consumidor final, salientando nossas credenciais e estreitando nossa relação com o público. Queremos mostrar que o snack pode ser consumido em diversas ocasiões, atingindo os bis lovers e nos conectando cada vez mais com o nosso consumidor fiel”, explica Fabrício Pretto, diretor de Criação Executivo, da DAVID.

O vídeo da campanha pode ser conferido abaixo:

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FICHA TÉCNICA

Agência: DAVID
Campanha: A origem de MorumBIS
Cliente: MONDELEZ
Produto: Institucional
Global CCO: Pancho Cassis
Global COO: Sylvia Panico
Global PR Director: Sandra Azedo
Diretores de Criação Executivo: Fabrício Pretto, Rogério Chaves, Marie Julie, Renata Leão
Diretores de Criação: Fábio Natan
Criação: Guto Merino, Daniel Trimer, Tiago Embrizi, Rafael Barreiro
Atendimento: Tom Gil, Cacá Franklin, Laís Barbara, Amanda Sávia
Revisão: Ava Silva
Planejamento: Carolina Silva, Daniela Altenfelder, Barbara Pires
Mídia: Marcia Mendonça, Karina Takara, Jefferson Souza, Fabiana Rentes, Yuri Bohn
Social Media: Toni Ferreira, Barbara Bueno, Maike Maio, Marcelo Reis, Ully Correa, Angela Andrade
Data Intelligence: Fábio Baldo, Ana Veiga
SnackTalks: Thaisa Ribeiro, Carol Fischer, Luiza Moraes, Gustavo Ferreira, Rhayssa Souza, Natalia Ferrini

Aprovação do cliente: Álvaro Garcia, Fabíola Menezes, Amanda Affonso, Nicole Prudente, Taina Braga, Bianca Lima

Produção: Hogarth Worldwide Brasil
Production Lead: Icaro Ripari
Project Manager: Bibi Soares
Production Assistant: Plinio Souza
Account Director: Romulo Errico
Account Manager: Giovanna Raucci

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Produtora de imagem: Kaus
Direção Executiva: Thiago Mascarenhas
Produção Executiva: Camila Martinez
Coordenação de Produção: Larissa Luisi
Producer: Carol Duarte
Atendimento de Pós: Leticia Almeida

Direção: Los Pibes
Direção de Fotografia: Kairo Lenz
1° Assistente de Direção: Vinicius Lombardi
2° Assistente de Direção: Andrea Campos
1° Assistente de Câmera: Renato da Silva Fonseca Leitão
2° Assistente de Câmera: Yuri de Brito Camargo

Direção de Produção: Hugo Casteo Branco
Produtora: Cintia Vitirito Martinho
Assistentes de Produção: Ravi Germano Fernandes de Oliveira
Direção de Arte: Karla Salvoni
Produtor de Objetos: Bruna Ramos
Produtor de Elenco: Taty Horta
Produtor de Figurino: Fabiana Souza
Produtora de Locação: Fabiano Anacleto Ramos
Maquiagem: Iris Bittencourt

Pós-Produção:
Broadcast Director: Ricardo Kertesz
Edição/ Montagem: Gui Bechara
Finalização: Stefano Bitelli/ Robson Schunck
Color Grading: Acauan Pastore
Art Director: André Luiz

VFX:
Motion Graphics: Wesleuy Silva/ Alexandre Arantes
Produtora de Áudio: Hogarth Worldwide Brasil
Studio Manager: Lucas Moreno
Produtor de Audio: Lucas Moreno
Técnico de Audio: Tico Prates

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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